O 11 de Setembro de Chapecó

Por: Marcos Schettini
29/11/2017 16:07 - Atualizado em 29/11/2017 16:07
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O desaparecimento de praticamente todo o time da Chapecoense há um ano, marcando o futebol internacional, tem os mesmos efeitos que o sentimento de dor vivido pelos americanos quando da perda de pessoas naquele ataque terrorista. Diferente do que aconteceu em Chapecó, a estupidez do piloto tem semelhante horror. A reconstrução de um time, de um sonho, uma cidade, uma região, a unidade dos povos, a solidariedade internacional, apontou a força de um povo que viu de perto o melhor de todos os seus em campo. Hoje, cada qual com sua maneira, deverá prestar as homenagens que vai marcar, para sempre, a trajetória infinita de todos que se foram naquele dia. A oração é o único conforto possível para diminuir a saudade de familiares e amigos de jogadores, equipe técnica, empresários e jornalistas. Este espaço de igual modo.


Preocupação

Prefeitos que atenderam chamamento do chefe do Executivo de Chapecó, se fecharam para um entendimento diante do desgaste que estão vivendo com a entrada de João Rodrigues no cenário de 2018. Estão todos apreensivos.

Divisão

Entenderam no encontro que as duas lideranças, Gelson Merisio e João Rodrigues, decidam entre si qual é o melhor caminho para vencer nas urnas sem comprometer o partido e a relação que todos tem com ambos. Encontrem a saída.

Marciano

O PSD de Chapecó é quem deve dar a diretriz para findar esta divisão e mandar um recado para o Estado. Definir qual o rumo, como e porque está vivendo esta pressão, nas palavras de um membro, de um alienígena do Sul de SC.

Certo

Ora cabo eleitoral Nº 1, ora vice, ora candidato a governador, não tira a legitimidade de João Rodrigues de buscar seu espaço. Mas é o PSD de Chapecó que tem que bater na mesa e tirar explicações da dupla para entender a direção.

Branca

A militância, prefeitos, vices, vereadores, presidentes de partidos, querem que GM e JR distanciem-se de um racha partidário e escolhem entre si a saída para evitar que eles, sob pressão, sejam sufocados. Conclave de dois e pronto.

Espaço

Valdir Colatto estaria sendo motivado a disputar o Senado abrindo para Vignatti o espaço dividido com Celso Maldaner. O ex-presidente do PT de SC já está costurando com Cleiton Fossá, a estadual, a agenda. Quer definição para ter tempo.

Ativou

Clodoaldo Briancini, ex-vice-prefeito de Cordilheira Alta, assumiu a presidência do PSD. Com diretório novo e filiações, quer construir o projeto do partido rumo ao governo no ano que vem. O PMDB foi, no município, seu pior aliado.

Ontem

Clodo Briancini, de boa fé, acreditou no ideal de chapa única para prefeito em nome de um grande entendimento com o empresariado local. O PIB avaliara a crise nacional como referência para evitar disputas e gastos desnecessários.

Então

O PMDB de Cordilheira apossou-se da fatia mais importante do governo ignorando o acordo feito antes da eleição com PP, PSB, PT e PSDB. Desgostosos, o prefeito Carlos Alberto Tozzo vê a governabilidade estancada com 100% da bancada.

Respeito

Nico Tozzo, Empresário do Ano de Chapecó, seria opção para evitar outra disputa em Cordilheira Alta. Seu nome para prefeito em 2020, casado com Clodoaldo, que só abre mão para ele. Se estiver fora, Briancini vai para o enfrentamento.


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