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Editorial | Um país de fome e sede de Justiça

Por: LÊ NOTÍCIAS
22/07/2019 15:26

Como é possível um presidente afirmar que o Brasil não tem gente morrendo de fome se, ele mesmo, retirou o que disse. Jair Bolsonaro é assim. 200 dias de equívocos, idas e vindas, fala e desdiz, acusa, retira conquistas sociais pétreas, destrói ações já construídas.

O Governo Federal é um lugar onde os fatores de Babel impera. Por quê? Um governo despreparado, perdido, mentiroso e insano. Ri para torturadores, apoia a xenofobia, é preconceituoso, aposta na divisão do país. Protege o filho corrupto, endossa o outro para a embaixada.

Tira e põe como se fosse um louco desvairado e sem sentido. A missão é proteger a família. Pior que isso, são seus adeptos defenderem como tolos e buscam coisas no governo passado, do PT, para justificar o motivo de fazer o que tem feito.

A verdade é que o governo não tem projeto para o país. E ontem, mais uma vez, o Intercept Brasil soltou novas conversas onde o negociador Sérgio Moro faz acordos para evitar que Flávio Bolsonaro possa ser investigado. La atrás, bem antes de Moro assumir a Justiça.

O que se vê são doentes, justiça podre, suja, mau carácter, se ocupando dos espaços de poder para se beneficiarem.

Falam de Lula da Silva tudo e mais um pouco, mas Deltan Dallagnol pode fazer, dizer, rir da cara das pessoas e, mesmo assim, ninguém fala nada. Uma só posição, um lado, o poder é de uma corja de bandidos travestidos de limpos e verdadeiros.

A nação assiste passiva, sem saber o que fazer, porque a alta classe se beneficia das vantagens do governo e a massa de operários, pais de família, só podem falar o que não interessa. O que interessa para as forças de controle do país é sufocar a verdade é dar luz à mentira.

Se enganam imaginando que vão garantir tudo isso sem ter a resposta no momento certo. Cuidado, as coisas, como se sabe, muda de lugar e de posição. A roda da história não para de girar. Em um momento, pode ser amanhã ou depois, vai ocorrer o despertar de toda esta meleca, engano e estupidez, tolice do povo brasileiro.

Idiotas passam por professores. Analfabetos assumem o controle da informação porque, conduzidos ao erro, imaginam ser a verdade. Estes tempos de trevas em que passa o Brasil, ódio, intolerância e aplausos, como nas carnificinas romanas, mostra os dias atuais desta nação mergulhada em patéticas demonstrações de destruição de sua natureza.

O que se vê são idiotas vencendo a inteligência e os aplausos de seus próximos. Como um manicômio onde seus iguais se percebem sãos, tudo tem sido desrespeitado.

O Brasil aplaude torturadores, entrega-se às infâmias da tutelagem, alegra-se nas mentiras e falsos conceitos. Os efeitos ainda não estão sendo sentidos. Isso só será percebido quando o monstro, gerado em uma barriga despercebida, na dor do parto, nascer com uma fome infernal de destruição, crescer aos olhos das pessoas e o terror, já se manifestando, gerar dor e ranger de dentes.

A chuva de multiplicação de idiotices, é no limite do inacreditável. Pessoas inocentes, sem capacidade de averiguar as notícias falsas que recebem, feitos por quem está longe e excelentemente bem remunerado para confundir e iludir, conduz todos a esta arena onde, ver pessoas morrendo, seja bandido ou não, cria satisfação em quem vê e assiste até muitas vezes, inclusive, para alegria de seu espírito. Não sabe que está destruindo sua leveza.

Mas não é da natureza do Brasil este preconceito com tudo e todos. Todos estão estranhos, agridem-se pelas redes sociais. Dividem o Brasil em uma eleição que não termina. E fazem mudanças nas leis que imaginam manter a paz do cidadão. Estão enganados.

O povo humilde, pai de família, que levanta cedo, volta para casa e vê sua vida sendo destruída quando olha a mesa e observa diminuir o pão e a alegria de sua gente, são enganados. Quando perceber isso e, vai ser em breve, tomará consciência de sua indignação.

Seja em Xaxim, Marema, Lajeado Grande, São Paulo, Salvador ou Porto Alegre, não há nada mais perigoso que um povo que se descobre Poderoso e Incontrolável. Que sentiu o cabresto cair de sua boca e se vê apertado em um canto da parede.

Armar o povo, como estão defendendo inocentes criaturas, é mais perigoso para a mudança da história que necessariamente para se defender e garantir a própria segurança.

Como diz Chico Buarque e a sensatez dos tempos, “Amanhã Vai Ser Outro Dia”. Anotem.


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