Na Essência | PSL: a noiva da vez!

Por: Júnior Chisté
07/11/2018 10:48
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PSL/SC Executiva do PSL/SC ao lado dos quatro federais, seis estaduais, governador e vice-governadora eleitos em outubro
Executiva do PSL/SC ao lado dos quatro federais, seis estaduais, governador e vice-governadora eleitos em outubro

Todos agora querem o PSL, principalmente os oportunistas de plantão, especialmente aqueles que estiveram contra agora querem entrar para o “time”.

São os verdadeiros políticos do apocalipse, aqueles em que o eleitor deve ficar atento. Mudam conforme o vento.

Fazem da política o trampolim para benefício próprio. Caem os que estavam lhe beneficiando, agora para fonte não secar precisam de novos artifícios e então precisam reabastecer de “novos fatores”.

Há aqueles, inclusive em todos os municípios que você ande, se posando de verdadeiros heróis, pois seu candidato a governador e presidente conquistaram tremenda vantagem de votos, pois foi fruto de SEU trabalho. Bobagem. Mal sabe ele que se fosse por ELE, nenhum e nem outro se elegia. O PSL fez tantos votos e todos sabem, primeiro porque o país se cansou sempre da mesmice, precisava de uma renovação. A “onda” que todos chamavam, tinha nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro, e tudo foi um efeito dominó.

Essa nova “onda” anunciada começou a ser criada muito antes destas eleições e partidos como o PT, o MDB, o PP, o PSD, o PSDB e tantos outros partidos que tinham políticos com o nome ligados na Lava Jato, começavam a perder a eleição justamente por esse viés. O Brasil começava literalmente a passar a vassoura. Se cansava de ver tanto dinheiro desviado, a corrupção de tantas décadas parou na estocada que deram em Bolsonaro em Juiz de Fora.

Como já escrevi aqui. De agora em diante, não basta candidato se pousar de bom moço. Todos vão querer saber sobre o que fez no passado. Isso sim é passar o Brasil a limpo.

Teremos que, a partir de agora, se ter uma Justiça Eleitoral muito atuante nas próximas eleições municipais, chega da sangria da compra de votos. Esse é o próximo passo gigantesco que terá que ser dado.

Há também os primeiros passos para o fim da reeleição que para a democracia é um verdadeiro contraponto, pois destona do modo. Como um partido, se estamos em um regime democrático pode ficar oito, doze, dezesseis anos no poder? Dirão aqueles, mas é justamente porque é democracia! E eu digo, mas é justamente porque estão no poder!

Se se muda os gestores, só assim a população fica sabendo de fato o que foi feito nos últimos quatro ou cinco anos. Não se esconde a sujeira por debaixo do tapete. Entendeu?

Ou porque municípios e estados possuem dívidas avassaladoras? É porque em algum momento, o mesmo partido ficou oito ou doze anos no poder, ou talvez mais. COMPREENDEU?

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