Na Essência | O Natal, eu, você e todos nós!

Por: Júnior Chisté
10/12/2018 10:41 - Atualizado em 10/12/2018 10:41
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Natal sempre vem acompanhado do final, do término, de um fim e com a perspectiva de um novo ano.

Estou aqui pra lhes dizer de que nós seres humanos, homens e mulheres, de como somos capazes de transformar nossas vidas, independente da situação em que vivemos, do estado em que estamos, onde quer que estejamos vivendo e sob que aspecto fator ou circunstância, podemos fazer um Natal a cada dia.

O fato é que nós criamos dentro de nós grandes expectativas durante uma vida inteira somente para pequenos instantes, para poucos dias, quando devíamos vivenciar momentos para todos os dias, sermos gratos o tempo inteiro. Estamos preocupados demais sempre, correndo atrás da felicidade quando esta está enraizada em cada um de nós, pois felicidade será sempre um estado, um triunfo, instantes em que se viverão e se contemplarão quando menos se espera e não quando se espera por apanhá-la.

Já a alegria, esta sim é verdadeira, a alegria é um estado de espírito, esta permanece por mais tempo, é uma visita que costuma entrar sem bater, a alegria condiz com a sutileza de nossa forma de interpretar o mundo e de sermos empáticos com qualquer vida ao nosso redor. De inspirarmos e expirarmos e, de acima de tudo, nos respeitarmos.

Celebrarmos a magia do Natal sim, porque há porque se celebrar. Porque o maior de todos os homens há pouco mais de dois mil anos nos mostrou que mesmo com toda sua humildade que a palavra tem poder, que as atitudes movem multidões e que as ações quando realmente acreditadas em bases sólidas elas transformam vidas.

O que eu quero lhes dizer com tudo isso? Que todos a partir de agora não esperem o dia 01 de janeiro para perdoar, para começar um novo empreendimento, a cuidarem de sua saúde, a pararem de fumar, a terem mais empatia com as pessoas, a perdoarem quem já deviam ter perdoado. Comecem agora, já, pois a vida é agora.

Que possamos viver todos os dias o que se vive da noite do dia 24 para o amanhecer do dia 25 de dezembro. Lembra... quem aqui, neste instante, independente de sua idade, não se recorda de quando, na noite do dia 24 de dezembro com o coração acelerado, com a adrenalina, dopamina e até ocitocina em seu organismo mais do que normal correndo em suas veias dirigia-se para suas camas, e logo, por volta das 06 hora das manhã, nem que fosse alguns chocolates, algum brinquedo qualquer, mas foi o Papai Noel que havia deixado durante a noite... Ele até comeu a guloseima que você havia deixado... Migalhas foi o que restou... Que sensação era aquela... Como explicar?

Crescemos e hoje olhamos em volta e passamos a mão em nossos cabelos, nos olhamos boquiabertos e nos preocupamos não somente com a próxima hora, mas com o que criamos, com o que é o reflexo de nossos costumes, de nossa plantação. Com o que deixaremos logo mais, e de que forma nossos nomes serão de alguma forma dito durante 50, 100, 200 anos... Ou mais... Afinal, o futuro já começou, depende do que estamos fazendo hoje.

O Natal, querido amigo e querida amiga, aqui presente nada mais é do que o reflexo da missão de vida de cada um, pois vem da missão de um sujeito que tanto nos ensinou e nos ensina há 2018 anos. Missão, Messias... Compreendeu?

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