Na Essência | A maternidade é um passaporte, com destino certo para a mudança e para o desafio!

Por: Júnior Chisté
10/04/2019 12:05
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A minha coluna de hoje é diferente de todas as outras. Na verdade não fui eu quem a escreveu, pedi para que uma jovem mãe, no mundo de hoje que vivemos, quais são as aspirações, as angústias, as expectativas de ser uma mãe aos 18 anos de idade? O relato você lê a seguir:

Maternar as vezes dói, dói no parto, dói nas primeiras vezes que amamentamos, dói deixar o filho com alguém para trabalhar, estudar, dói ver o filho doente, dói ver o filho crescer e se afastar de casa... Por outro lado, existe a gratidão, gratidão em pegar o filho no colo, sentir seu cheirinho, receber abraços e carinho, gratidão em ver o filho crescer, gratidão pelos primeiros passos, pelas primeiras palavras, gratidão pelas conquistas e desenvolvimentos, gratidão por um amor tão puro e sincero!

A maternidade é assim, um furacão de emoções, medos, inseguranças, felicidade, amor, sorrisos, lágrimas, confiança, cansaço, exatamente deste jeito, tudo misturado!

Me tornei mãe aos 18 anos, no início de minha vida acadêmica, no início dos meus sonhos e planos, tudo era novidade! Ouvi muitas críticas e comentários sobre a maternidade, ouvi pessoas falando que eu era nova demais, que eu iria ter que largar tudo, que havia acabado com minha vida. Pois bem, cá estou eu, com 20 anos, mãe de uma menina de dois aninhos, linda, saudável e inteligente!

Confesso que as coisas não foram fáceis no início, conciliar, faculdade, filho e trabalho não é uma tarefa simples, mas não é impossível... As vezes se faz necessário escolher entre dormir ou estudar, descansar ou fazer as tarefas de casa, comer ou tomar banho, mas tudo bem, é uma fase, sei que faço tudo isso não apenas por mim, mas também pela minha filha, pensando em um futuro melhor para ambas, pois ela me inspira a seguir meus sonhos, me fortalece e me dá forças para enfrentar o dia a dia, me faz levantar sacudir a poeira e seguir em frente!

E ser mãe, é exatamente isso, é ver a menina que você era, se tornar a mulher que você é, uma ao lado da outra. É se perder entre oscilações de humor, é enfrentar um monte hormônios, é passar noites em claro, é ter brinquedos espalhados pela casa, as paredes rabiscadas, migalhas de comida no sofá, é acreditar que temos o papel de ensinar, quando na realidade, quem mais aprende somos nós... A maternidade transforma, renova, faz crescer, e revela o melhor de nós mesmas.

(Kely Cristiane, acadêmica de Psicologia - Unoesc, Xaxim)


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