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Eduardo fora da disputa; Amin é maior; Mourão ganha respeito; Merisio quase; Moisés sem dias; PR na boa; O começo do fim

Por: Marcos Schettini
09/04/2019 10:45
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O começo do fim

Lucas Esmeraldino, embora sua excelente posição dentro do debate eleitoral do ano passado, aparecendo nas eleições como franco favorito, sabe que este cenário promissor de 2018, está passando. O desgaste do Governo Federal, perceptível, tem influenciado no governo de SC que, em 100 dias, é referência de biruta. A imprensa abriu as portas para dar luz às ações e tem, cordialmente, oferecido espaço descompromissado. O presidente do PSL viveu uma puxada de tapete de seus pares que, mais um pouco, teria caído. Sabe que não pode confiar em ninguém dentro da sigla e que a corrosão é natural. Está de olho nas municipais para ver, de fato, a prova do tamanho do farol de 2018. Se crescer, excelente. Como é jovem, se as urnas mostrarem fraqueza, tem tudo para retornar às medidas e desembarcar por antecipação. Ele sabe, até agora, que não somente deputados, federais e estaduais, têm manifestado cansaço. É a cera derretendo diante do poder. E em tempo recorde.


Retorno
Eduardo Pinho Moreira pisa em SC no próximo sábado e vai tomar ciência visual do MDB. Se pedirem sua contribuição, vai opinar em favor de um novo rumo partidário. Não deve voltar a presidir a sigla. Quer falar isso à bancada na terça.

Definição
Almoçando com os deputados, Eduardo assume-se com soldado para construir o cenário do ano que vem. Sabe que a coqueluche que dominou outubro passado, está sendo corroída aos poucos e, por isso, atrair a responsabilidade novamente.

Responsabilidade
O modelo patético de exercer o mandato como o observado na pseudo professora Ana Campagnolo, vai ruir aos poucos. Tresloucada, é um exemplar doentio que será expurgado do debate respeitoso entre líderes que retornarão às urnas.

Cansou
Eduardo Moreira vê nos nomes de Celso Mandaner, Fernando Krelling e Dário Berger, o debate da renovação, mas defende a unidade e observa-se já contribuído. Embora as suspeitas de que trabalha por trás da capa de Vampiro para voltar.

Prova
Vai dizer à bancada na próxima terça-feira no almoço com os deputados ulyssistas que fica 10 dias e voltar a Londres permanecendo até 30 de maio, depois das convenções. Portanto, fora. Como já declarou em favor de Dário, o recado está dado.


Vertigem
Esperidião é um quadro acima da média em inteligência e arrojo político. Sabe que entrar no governo de torre de Babel que marca Jair Bolsonaro, é um desperdício de sua energia e qualidade. Mais que um ministério, é o mistério de futuro desta gestão.

Personagem
Nos grupos mais inteligentes, o nome do general Mourão começa a ganhar a altura que, antes do pleito, escondia. Lá mais durão, agora doce, tem sido assediado permanentemente. Tem quem já o observa como uma opção à moda Temer.

Ocupação
Os aliados de Bolsonaro olham o vice conspirando. Com o titular, diante de um caos, pode ser levado à altura do governo tampão. Tudo o que JB fala, seu sucessor natural rebate ao contrário. E não se conhece um militar contestando Mourão.

Normal
O debate dentro do Progressistas para atrair Gelson Merisio para o partido, avança. O ex-PSD tem tido a calma que marca sua nova fase de reconstrução para um novo embate nas urnas. Se percebendo forte, vê que a escolha de outubro, agora, lhe favorece.

Nada
Carlos Moisés reúne, quem diria, a imprensa. A mesma que ignora e seu governo precisa, muito, para dar luz ao que diz ter governado nestes 100 dias. Vai apresentar um leque de ações que, ele mesmo, deve comemorar com violão e vinho.

Anônimo
O Bombeiro poderia, com um Governo Federal em mãos, afinado com seus ideais, ter sido o líder ideal para colocar SC no debate nacional. Agora permanentemente salvo por Júlio Garcia. O presidente da Alesc é seu Olavo de Carvalho do bem.

Refém
Ao optar para que Maurício Eskudlark seja seu líder de governo, Moisés quebra o cajado. Viu-se atravessando um deserto desconhecido. Como não debateu nada para chegar à terra prometida, tudo o que fizer, é por orientação. Gasparzinho.

Benção
Jorginho Mello jamais iria conceder Maurício Eskudlark para ser um coadjuvante. O deputado estadual de SMO, delegado, tem experiência para tirar depoimentos e já sabe todas as informações necessárias para produzir a seu favor e do governo.

Diálogo
Coronel Mocellin é boa praça, militar e sem o cacoete político necessário para ser voz de um governo à deriva. Sendo líder de nada, não teria porque continuar falando para surdos. Neste caso, Eskudlark é o PR inteiro. Em breve os frutos disso.

Gratuito
Não teria motivos para o PR negar, com três deputados estaduais e um senador, o seio firme. Aquele atrativo que Mocellin não consegue ver porque é adolescente. É necessário, ai, quem sabe como fazer para ganhar sustância.

Apavorados

Deputados federais e estaduais do PSL distanciam-se da colega desparafusada que, sob o efeito de um comprimido de patetismo, pode comprometer a boa relação da imprensa com todos eles. Vista como tranquila, descompromissada e transparente.



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