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Joinville e Havan; Boicote no PSDB; Dário entrou no jogo; Maldaner vai fundo; Paulo Eli dá rumo a SC; Comunicação e Opinião

Por: Marcos Schettini
07/05/2019 11:16
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A força da opinião

O secretário de Comunicação de SC tem tido um papel discreto dentro do governo. Pode ser que, devido à concentração de tudo ao redor do boa praça Douglas Borba, chefe da Casa Civil, tenha sim um papel apenas de apoio. Ricardo Dias é um nome apenas. A pasta da Comunicação, assim demonstra, imagina que a imprensa esteja perdendo sono com a questão publicitária que o governo não faz. Deve saber que isso é uma preocupação dos patrões que, em tempo tal, vai mandar o recado na hora certa. Formador de opinião não tem estas dores. A internet deu espaço e ampliou o mundo das atuações independentes. Ganhar respeito junto ao leitor e fomentar neles as opiniões para o debate, são o novo de tudo. Aqueles cortes de críticas, censuras de páginas inteiras, material que não poderia sair porque poderia fechar portas de negociações, faz parte do passado. A imprensa que vai onde estão as autoridades do governo dando cobertura, é a parte da boa vontade que, ainda existente, sabe-se, tem limite diante da pobreza desta relação de mão única. Borba é um quadro experimentado porque, antes presente nas urnas, sabe como tudo funciona. Dia ou noite, vai saber disso.


Travado
Empresário influente e de peso na sociedade, Luciano Hang observa sua indignidade com Joinville na burocracia que não entende no governo de Udo Döhler, empresário e não menos competente em modelo de gestão. Bem no privado, ruim no público.

Pulso
O contratempo que Hang teve com a burocracia do governo Döhler se dá pelo impasse das papeladas. O prefeito jogou para a Câmara de Vereadores o que seria, em tese, sua responsabilidade. Entendem que emperrar uma Havan é não ter visão nenhuma de mercado.

Desafio
Ao assumir a presidência do PSDB em uma convenção que marcou-se como a pior de toda a história, sem as estrelas que boicotaram o encontro, Marco Tebaldi trabalha em dobro. O ex-deputado federal tem a vontade que falta à militância.

Então
Se Leonel Pavan, ex-tudo, e Vicente Caropreso não compareceram à convenção, é um sinal de desprezo pleno. O deputado estadual é dupla de Marcos Vieira e, se não foi, está cansado da sigla. Pior que não ir, é fazer coro para esvaziar.

Opa
O vídeo em que Dário Berger pede à militância ulyssista para presidir o MDB muda tudo. O senador começou a semana ligando para prefeitos pedindo apoio que Celso Maldaner já teria conquistado. Se os eventos mudarem, vai ter disputa.

Fenda
Os quadros do partido não estão preocupados se uma disputa pelo controle do MDB ocorrer de verdade na convenção, vá de fato dividir o partido. Eles avaliam que, já rachado, o que a sigla precisa mesmo é de enfrentamento interno.

Camarote
Sem falar nada, silencioso como sempre foi, Eduardo Pinho Moreira escuta os Beatles com o dedo no controle. Se às vezes aumenta e outra abaixa o volume, não quer ouvir as lamúrias que sai de SC. Desocupado para fazer o que gosta, espera ser chamado.

Não
Celso Maldaner não sai da disputa. Dedicou tempo para correr SC e falar olho no olho com quem decide na convenção. Tem apoio de alguns estaduais e já deixou clara suas ideias para conduzir o partido. Faz cinco meses que desenha o alcance.



Ele
Carlinhos Chiodini, também na estrada, correu as regiões para dizer que seu nome está no jogo. Apoia Dário Berger para presidir o partido sabendo que o desafio de 2022 é a cabeça de chapa. O senador seria, neste caso, o nome para o desafio e precisa da presidência.

Compromisso
Para chegar à presidência do MDB o cenário seria o resgate do projeto em 2022 que foi perdido no ano passado. Celso quer o Senado e Dário disputar o governo. São dois pesos em pouco espaço. Se não tiver coligação convincente, perdem.

Milagreiro
O raio caindo duas vezes no mesmo lugar, seria a discussão em torno de Carlos Moisés. O Bombeiro já teria dito, depois de duas taças, que quer o repeteco em 2022. Aí, neste caso, com uvas vencidas. O tsunami de 2018 que não matou, deixou sobreviventes.

Certo
Imaginando-se que pode ser novamente o nome das intenções do eleitor em 2022, o governador pensa que a febre não passou e não encontraram a cura. As lideranças que não escutaram o cenário silencioso do ano passado, foram no otorrino.

Olimpo
Moisés tem em Paulo Eli o ideal para resolver os problemas de caixa do governo. O secretário da Fazenda, não somente um quadro simpático, valente e discreto, é inteligente e trabalhador. Não existem dois. O que der certo, vem de seu pulso.

Faca
O eleitor é milagreiro de um lado e carrasco de outro. Das mesmas mãos que afaga, fura. O sentimento que Moisés leva no peito de que é produto do Alto, imaginando que seus concorrentes são do Baixo, é seu primeiro erro antes das crises que vai viver.

Tapas
Refém de sua inocência, Moisés imagina-se passando o corredor polonês brindando com os deputados. Se a Reforma chega gorda e sai magra, é o começo. Falta os professores da rede mostrar força, a saúde tropeçar, o inferno chegar.

Recado

O Bombeiro precisa dar certo no governo e, se isso não ocorrer, não deve nada a ninguém. Não disse para que veio e, se sair, não precisa dizer onde vai. Os professores são o início e o fim de uma lua-de-mel. Neste caso, Sinte muito governador.



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