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Dário Berger dá senha; Os desafios de Maldaner; PSL preocupado com 2020; Hospitais e Moisés; Merisio à sombra

Por: Marcos Schettini
10/06/2019 10:54 - Atualizado em 10/06/2019 10:56
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Quem tem põe e, quem não tem, tira

A questão da queda de braço entre os números do governador e das entidades hospitalares, não chega ao ouvido das pessoas em cada canto do estado. Carlos Moisés pode entrar com centenas de ADIN para garantir o fortalecimento do Cofre Estadual, mas não interessando o que faça, não vai encontrar eco em lugar nenhum. Até mesmo os deputados estaduais e federais, às escondidas, têm dito que a incoerência do marido de Késia da Silva está construindo um cenário desastroso para os interesses do partido e abandonando o cidadão em nome de uma ADIN que julgam desnecessária. Se seu opositor, Gelson Merisio, buscou solucionar o atendimento do povo, ele quer tirar isso em nome de nada. Ou seja, busca na originalidade da Lei aquilo que deveria ignorar em favor das pessoas. O patrão de Douglas Borba erra ao virar as costas para aqueles que veem no ex-PSD e ex-presidente da Alesc o verbo. Foi isso que levou-o a receber as entidades hospitalares para tirar o impasse. O que o ex-bombeiro fizer, está condenado. Se atender é uma vitória de Merisio. Não sensibilizando-se, é sua sepultura financeira e política. Muitos desejando-lhe boa sorte, ainda nem chegou as greves estaduais.


Leitura
Não foram apenas as mensagens que Dário Berger enviou aos principais jornalistas de SC, no domingo à noite, depois de perder para Celso Maldaner a presidência do MDB que dava luz à despedida ulyssista, mas por não se amarrar na nova Executiva.

Fora
Dário sabe que precisa dos ulyssistas para assumir o projeto de desocupação de Carlos Moisés. Por isso não deve sair do MDB mostrando-se oportunista por ter perdido o comando da sigla. Vai deixar o tempo mostrar isso.

Vai
A construção da Executiva ulyssista contou com quadros alheios à linha bergueana. Embora tenha indicado Edinho Bez, ex-deputado federal, não é um quadro alto suficiente para dizer que foi algo sobre 2022. Quer deixar Maldaner mostrar 2020.

Mapa
Dário entregou a Celso Maldaner o traçado livre para atuar em favor do MDB e apresentar os resultados municipais do ano que vem. O deputado federal tem mais de 14 meses para mostrar o sucesso a que se propôs na vitória da convenção.

Pilatos
O senador do MDB ficou fora da Executiva porque não poderia, depois de enfrentar uma disputa, ocupar espaço. Vai, aos poucos, se distanciando. Sabe que, quem tem que mostrar pulso e razão presidencial é o colega do Congresso Nacional.

Aguarde
O marido de Rose Maldaner vai olhar o cenário nacional e estadual para mirar os objetivos partidários. A questão da Reforma da Previdência e seus efeitos junto à população é uma. Sabe que a eleição de 2020 passa pela satisfação do povo brasileiro.

Leitura
Embora vá se buscar as redes sociais para afirmar que a desgraça que o Brasil vive é culpa do PT, as lideranças analisam que o eleitor do ano que vem será bem diferente de 2018. Se o país não melhorar, vão dizer isso nas urnas.

Mais
Não é somente lideranças da oposição, mas também do PSL, estão preocupados com os rumos do Brasil. O enfrentamento entre direita e esquerda, Previdência ou não, precisa resolver a mesa, aluguel, luz, água, salário e tudo que a isso está ligado.

Cenário
Governador de SC, passando por Chapecó, manifestou-se de modo subliminar, sobre os efeitos do país nas eleições do ano que vem. Vão culpar o PT o que puder para destruir um possível retorno. Mas terão que combinar com os russos. 2018, 2020 e 2022, muda tudo.

Vitória
Altamiro Bittencourt e Adriano Ribeiro, presidentes da Associação dos Hospitais de SC e dos Hospitais Filantrópicos, respectivamente, aguardam munidos de todos os documentos para levar ao conhecimento de Carlos Moisés esta semana.

Conversações
Irredutível para receber os presidentes destas entidades de Saúde, Caros Moisés sensibilizou-se e vai mostrar às lideranças os números de SC. A intenção é que ambos os lados da Mesa, cheguem sem intolerância a um consenso em favor das pessoas.

Cidadão

Como tudo neste país está enferrujado e em colapso, os presidentes das entidades hospitalares sabem que precisam de condições para garantir o atendimento ao catarinense. Se isso não ocorrer, quem vai se desgastar total é Carlos Moisés.



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