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Maia e Alcolumbre sem JB; TJ e Alesc são ponta; Moisés sabe fazer; Choro e gritaria; O Minotauro e Teseu

Por: Marcos Schettini
09/08/2019 03:43
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Labirinto eleitoral

As apostas estão sendo feitas sobre o futuro de SC. Os partidos, que Carlos Moisés julga de velhas práticas, estão agonizando diante de seu triunfo perante tudo e todos. Ele, se assim não fosse, não teria aprovada a Reforma Administrativa. Até aqueles que o acusaram de incompetente na campanha, afirmando ser um grande erro dá-lhe o volante, votaram a seu favor. Afirmaram ser uma estratégia para impossibilitar possíveis distribuição de tropeços. Se der errado, se mesmo der errado, a culpa é só do governo. Mas eles, os deputados estaduais, sabem que o Estado tem luminosidade suficiente para encontrar a rota em meio à escuridão. E, mais do que isso, tem um Paulo Eli, armado e cheio de fugas, no controle dos números. Ao contrário da história grega, é o Minotauro matando o Teseu. Subentendido, é o desejo.


Tecido
Rodrigo Maia entregou para Davi Alcolumbre o documento final da Reforma da Previdência e, no ar com o competente jornalista Gerson Camarotti, não citou Jair Bolsonaro. Esta sinalização aponta que os rumos de 2022 serão separados.

Comemoração
O setor empresarial soltou os foguetes verbais pela aprovação da Nova Previdência em meio à incredulidade que marcou tudo em 2019. Ficou claro que, não fosse o empenho pessoal de Rodrigo Maia, a reforma não passava.

Então
O efeito que o presidente da Câmara deu para a aprovação da Reforma da Previdência e vai dar na Tributária, mostra que o Poder Legislativo, quando tem quem controle e faz acontecer, avança à revelia do Executivo.

Diferença
Se em Brasília tem Maia, em SC o mesmo peso e perfil de força política, diálogo e capacidade de fazer acontecer os trabalhos, cai em Júlio Garcia que Carlos Moisés não consegue enxergar. Enquanto o governador envia ofício, ele fala às células.



Fraqueza
Moisés afirma que chamou os presidentes dos Poderes para estarem com ele em reuniões que, como disse, foram muitas. Duvida-se que conversações, tão insistentes, não tenham dado o recado e avançado nas intenções d’Agronômica.

Real
Os presidentes do TJ e da Alesc são formas moldadas dos bons diálogos. Carlos Moisés tem muitas qualidades, e ficar muito tempo embaixo d’água é uma. Impede-o de ver sobre a superfície que os seis minutos valem muito. A desgraça em Brumadinho foi em menos.

ICMS
Toda esta discussão sobre aumento das percentagens em meio à arrecadação extraordinária que SC tem conquistado, é uma perda de tempo e desgaste excelente que a oposição à Agronômica tem ganho. Ou seja, falta mesmo é sair do mergulho.

Puxa
Carlos Moisés é harpa e arpão. Toca suave, mas mata. Esperto, coloca à sua frente quem ele utiliza para receber as espetadas enquanto, em concerto para seus ouvidos, escuta a gritaria do setor produtivo. É um pescador nato. Sabe fazer.



Solta
Cansando o Merlin Azul, fica submerso olhando a agonia da presa. Quando entende que deve afrouxar a linha, dá corda para, em seguida, puxar pela mandíbula em dor. O setor produtivo é um peixão para 2022 para o banquete.

Compaixão
A bancada do PSL na Alesc não compareceu à Comissão de Finanças conduzida por Marcos Vieira. Foram orientados a fazer algo melhor que segurar lenços para as entidades em choro coletivo. Paulo Eli, dominante de números de SC, tem o mapa.

Geografia

O secretário da Fazenda sabe todas as esquinas do Estado e, por conhecer o mapa, faz tudo para sensibilizar o Chefe catarinense a tomar o caminho para encher o cofre. Neste sentido, a gritaria na Comissão de Fianças, bem antes deles, era já sabido.



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