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Intercept Brasil converte; Fake News, reino dos patetas; Bolsonaristas e Lulistas; Moisés: o fantasma camarada

Por: Marcos Schettini
13/08/2019 10:28 - Atualizado em 13/08/2019 10:29
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Gasparzinho em SC

Carlos Moisés é invisível. Já é unânime, até mesmo dentro do governo, que ele é apenas um bom camarada. Não senta com ninguém. Foi assim com empresários, instituições de Poder. Suas visitas às regiões, são sem nexo e pobre. Se o reconhecimento expressa sua bandeira de honestidade, por outro exala desafino. Não tem qualquer ligação com grupo nenhum ou quadros de altura em SC. Nestes oito meses de governo, não deu qualquer sinalização para mostrar a que veio. Seu narcisismo pode derrubar a passarela montada em 2018. O grupo que cerca Carlos Moisés julga os comentários da imprensa pelo aperto na relação publicitária. Como ele se utiliza muito mesmo do chamado comercial gratuito das redes sociais, o inquilino d’Agronômica poderia estar voando em céu de brigadeiro. Tempestade ainda fraca, ao vender aeronave, se distanciar dos municípios, dos paralelos do Poder, de ser indiferente com o grito da sociedade, o chefe do governo imagina-se perfeito em métodos e modos. Mas as nuvens começam a tomar cor escura e pode inundar seu gabinete. Os rios de comentários negativos à sua performance, começam a inundar o passeio do Centro Administrativo. O nível ainda é baixo, mas como tudo, iniciou. E ainda está na metade de agosto.


Calaram
O site Intercept Brasil, que tem revelado várias conversas sobre movimentações de procuradores e do juiz Moro na Lava Jato, pegou os adeptos de João Rodrigues. Antes, em vários grupos, eles atacavam o jornalista Glenn Greenwald.

Revelação
Anti Lula da Silva, os próximos a João Rodrigues atacavam o site Intercept Brasil chamando de todas palavras impublicáveis. Agora que revelou que o ex-deputado foi usado para dar plataforma a prisão do ex-presidente em prisão de 2ª instância, pararam de bater.

Interesse
Até que o site de Greenwald revelou uma possível armação entre Moro e Dallagnol para condenar Lula da Silva, o jornalista foi chamado de tudo, em ataques inclusive de sua sexualidade. Agora, do nada, tornou-se aliado.

Seriedade
Este país nunca foi sério e nunca será. Os partidos políticos, todos eles, são organizações para defenderem seus interesses pessoais e o país que se dane. O PSL, que está no poder, assim como foi com outros, trocam só a letras.

Bobagem
O WhatsApp é uma instância que conta com intelectuais necessários, loucos incontroláveis e os patetas. Este último, em um exército multiplicador do amigo particular de Mickey Mouse, tem devolvido a necessidade de manutenção do jornalismo impresso.

Então
O número incontrolável de patetas que multiplicam fake news nas redes sociais, principalmente no WhatsApp, está devolvendo a responsabilidade do jornalismo impresso que será grandiosamente necessário nas eleições de 2020.

Retorno
As redações, vivendo as dificuldades dos tempos de comunicação rápida, passaram a ter a concorrência direta das redes sociais e sentiram um revés que, agora, fortalece sua necessidade. Jornal volta a ser uma necessidade.

Mentiras
A rede de enganos, notícias falsas incansáveis que afeta toda a sociedade, também despertou nela a confiança no jornalismo impresso que, sabe-se, busca-se destruir. Os ataques que jornalistas têm tido diariamente, chega ao ponto do ridículo.

Bolsonaristas
Não aceitam qualquer tipo de crítica que se possa fazer ao governo. São chamados de comunistas se questionarem qualquer iniciativa. Nas redes sociais, nacionalmente, atacam formadores de opiniões que discordam.

Lulistas
Da mesma forma, quem questiona a vida pública de Lula da Silva, é chamado de mídia golpista etc, etc. O Jornalismo é atacado por seus aliados de forma desrespeitosa. Batem de frente com quem desnuda suas falcatruas.

Semelhanças
Assim como Glenn Greenwald é atacado pelos bolsonaristas, Larry Rohter, do NYT, foi atacado pelos lulistas. O 1º com posse de mensagens que questionam a Lava Jato, o 2º por explicitar a vida etílica do petista. A imprensa, no final, á bandida.

Patético
Quem faz ídolos políticos é a imprensa. Ela molda os super-homens que voam, soltam raios, são indestrutíveis. Depois de gerados, seus seguidores não aceitam que a imprensa questione suas criaturas e viram os vilões dos odiosos.

Socorro
Patetas que nunca leram absolutamente nada sobre ideologia comunista ou capitalista, analfabetos natos, chamam a imprensa de tudo. São guiados por outros idiotas das redes sociais, multiplicando suas trevas.

Nada
Carlos Moisés não tinha muito o que fazer e foi buscar enfrentamento com o setor do agronegócio que desembainhou a espada contra ele. Já não comparece em lugar nenhum vivendo em sua ostra. Agora, se sair, fritam.

Ataque

O setor do agronegócio é dominante em SC. Já sofreram no ataque do Carne Fraca no passado e que, como se viu, foi exagerada. Agora é a vez do governo local. Não tinha o que fazer e, entre um vinho e outro, foi lá e quebrou a taça.



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