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Petrelli assume protagonismo; Ataque em Tubarão; Rodrigo Coelho decidido; Guerra no PT; Lunelli já assume intenção; JKB referência; Comenda em Blumenau

Por: Marcos Schettini
02/09/2019 00:13 - Atualizado em 02/09/2019 00:14
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Cultura, festa e honrarias em Blumenau

Quando é possível vencer a ignorância, entende-se ser possível mudar o mundo. Mais que homenagens, ganhar conhecimento é a única forma de libertar o homem de suas trevas políticas, econômicas e culturais. Não precisa muito esforço para que as iniciativas em favor de todos deem, de fato, a chave para abrir as cadeias que prendem a criatividade, iniciativas e transformação das pessoas. A região Norte, seja em Blumenau, Jaraguá do Sul ou Joinville, é exemplo de ruptura do atraso. O reconhecimento de talentos oferecidos, altruístas que deram e dão atenção e dedicação às causas culturais, mostra que a Capital Nacional da Cerveja está no caminho certo. A Comenda do Mérito Cultural Rose Gaertner oferecidos a valentes como Annemarrie Fouquet Schünke, Ester Neotti König (foto), Briguitte Fouquet Rosembrock, Curt Hoeltgebaum, Hans Prayon, Hans-Dieter Didjurgeit, José Endoença Martins, Lolita Mello, Männerchor Liederkranz, Marget Luz, Rikobert Döring, Rolf e Renate Odebrecht, Rosamélia Laffin, Rubens Braun e Teresa Beduschi Palma Ribeiro. Cada um deles, ofereceram-se. Por isso que a riqueza cultural é exemplo para SC e o Brasil. Parabéns ao prefeito Mário Hildebrandt


Instigante

Marcello Petrelli ganhou o protagonismo das grandes discussões de SC. O que deveria ser do governador, ele assumiu o vácuo. Trouxe Hamilton Mourão, levou jornalistas para o Café da Manhã com Bolsonaro e assinou a presença de Rodrigo Maia na última sexta-feira. O presidente da Câmara desenhou-se 2022.

Pobreza

A falta de altura do governador com assuntos de vanguarda, mostra a descrença no futuro. Quando Marcello Petrelli dá luz às ideias protagonistas que deveriam contar com as digitais de Carlos Moisés, descobre-se sua desnecessária liderança. Quando a ausência ganha a indiferença, o melhor é ficar longe.

Justiça

Rodrigo Maia não apenas lembrou de JKB como direção de sua vida pública, assumiu que a forma como fala e age, é à luz do ex-governador. Como tem assumido um perfil de conciliação e de estadista, ao contrário do estilo de divisão de Bolsonaro, sua liderança ganha legitimidade para, com coragem, ser opção de uma nova rota eleitoral.

Passaporte

A boa visão de Rodrigo Maia em relação ao mundo, sua tranquilidade no falar, inteligência visível, cansa os bolsonaristas que olham sua real presença como velha política. A nova, como se observa, mostra-se um tanto despreparada em SC e afrontosa no país. Se cortesia e diplomacia ganha as pessoas, ele saiu na melhor impressão.

Provocação

Embora quieto em relação a 2020, João Paulo Kleinübing tem sido provocado a se manter assim até final de fevereiro do ano que vem. Como é quadro do Democratas, foi prefeito duas vezes de Blumenau, avaliam que pode disputar o pleito do ano que vem. Mário Hildebrandt, para neutralizar esta intenção, vai usar a voz de Napoleão Bernardes.

Relação

Embora vices nas duas chapas derrotadas por Carlos Moisés, Napoleão Bernardes e João Paulo Kleinübing se respeitam. Dividir os interesses de ambos para 2022 pode dar chances ao PSL de Ricardo Alba ou estimular Ivan Naatz, do ainda PV, à disputa. Os dois deputados estaduais olham-se na disputa. Isso é bom para Hildebrandt.

Fora

Deputado Ivan Naatz está com os dois pés no PL de Jorginho Mello. O PV que abraçou ideais de Carlos Moisés contra o agronegócio, decidiu pelo desembarque. O deputado estadual está aguardando a brecha para desaparecer dos ex-irmãos que já chama de ecochatos. Sabe que seguir a linha de esquerda, fecha seu futuro político neste Brasil saído de 2018.

Firme

Rodrigo Coelho já não olha para trás. Sabe que o PSB foi um momento apenas. Suas ideias, de dedicação plena para aprovação das reformas, Previdência, Tributária e Política, que inclui secar partidos inúteis e sem projetos para o Brasil, ganhou Joinville. O deputado federal vai, decididamente, se jogar na disputa pela prefeitura.

Guerra

Dirceu Dresch está buscando a presidência do PT em uma disputa nunca vista dentro do partido. Do outro lado está Décio Lima, que busca novo mandato. Ambos ex-deputados, a sigla errou ao colocar três federais no mesmo terreno no ano passado. Agora, Uczai e Vignatti se unem ao projeto do sanfoneiro de Saudades. Vai ter que combinar com o eleitor.

Divisão

O PT observa que a conjuntura nacional vai devolver o debate para as eleições do ano que vem. Avaliam que é preciso um presidente ligado à militância para aceder o espírito participativo. Os ex-deputados federais Milton Mendes e Vânio dos Santos, ambos do Sul, apoiam Dresch. José Fritsch está com Lima.

Afinidades

A relação de Antídio Lunelli com Jorge Bornhausen, no encontro com Rodrigo Maia, foi o cenário imaginativo de 2022. O empresário e prefeito de Jaraguá do Sul, querendo a cabeça da majoritária, seria a tese da Quádrupla Aliança com MDB, PSD, PSDB e Progressistas. No papel fica invencível.

Sonho

Para unir antigos adversários no mesmo projeto de 2022, tem que ter Jesus na construção. Para o eleitor, longe de uma coligação de dominação plena, juntando tudo contra Carlos Moisés, seria dar luz às dúvidas. O governador sempre desejou sair sozinho. Pensa que as estaduais serão nos moldes de 2018.

Intensivo

Carlos Moisés tem afrontado Joares Ponticelli como pode. Em sua ida ao Sul do Estado na última sexta-feira, paparicou Luciano Menezes incentivando-o pela disputa municipal. Como foi em Tubarão que o governador mostrou sua barbatana dorsal, não quer perder em casa. Luciano da Ford não se aguenta em sorriso, afirmando ser o nome do governador.

Prova

Convidado e imediatamente desconvidado, Ponticelli agora tem a missão de vencer ou vencer Carlos Moisés e Luciano Ford por questão honrosa. Nas conversas que o governador, Menezes e Fabrício Faustina têm tido é em igual desafio. Como é o nome da maior autoridade do Estado, o mar de tubarão está em fúria.

Fronteira

Depois de ninguém saber a verdade de quem quer derrubar quem dentro do PSL, Moisés vai correr o Estado para fortalecer seus nomes para as municipais. Colocou a responsabilidade da Amurel nos ombros de Rodrigo Minotto, do PDT, a qual a tem afinidade política. Mordidos, os deputados federais e estaduais não entendem o gesto de amor político entre ambos.





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