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O Brasil em tremor; Moisés abandona Bolsonaro; PSL ou governador; Mourão será um Temer? Economia anima, Política desanima

Por: Marcos Schettini
31/10/2019 01:07
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Economia e política sempre animam todos

A queda na taxa de juros para 5% ao ano elevou o nível de confiança de investidores para apostarem na economia brasileira. Os dados satisfatórios, não somente para a classe empresarial e banqueiros, animaram o mercado. Além também números favoráveis conquistados nas relações bilaterais que a comitiva presidencial realizou na Ásia, atraindo grandes nomes do capital internacional para apostar no mercado nacional. Se de um lado este quadro positivo se manifesta, de outro, a oposição se organizada e define os rumos. O PT e PSL já não é tão odiosos entre si. O partido do presidente, ontem aliado cego, já metralha seu maior líder. Para coroar, se Lula da Silva for se fortalecendo, está feito o melhor cenário. Dentro da história recente, depois de 1964 para ser preciso, o clima não foi tão evidente em confronto. Isso que, vale lembrar, a sociedade ainda não está completamente armada como o presidente deseja. Como lembra Napoleão, não o de Blumenau, nunca interrompas o teu inimigo enquanto estiver cometendo erro. E lembrou que temia muito mais a um pasquim que cem baionetas.


Cinema

Depois de hienas e leões, rompimentos com o PSL, Marielle no condomínio do presidente da República, aos poucos o país vai entrando na escuridão viva entre oposição e situação. Se os números da economia levantam ânimos, aqueles três derrubam tudo.

Socorro

A eleição presidencial não termina. A sociedade está em meio a rompimentos e apoios que aumentam e dissolve. O quadro de 2018 não é o mesmo de 2019 e, provavelmente, não ser a do ano que vem. Bolsonaro, ontem com todos, vai conseguindo diminuir seu apoio político com a própria base.

Real

A medida que os governadores, inclusive do PSL, deixam o presidente da República falando sozinho, seu questionamento de que todos eles se elegeram à sombra de sua voz, tem sentido. O governador do Rio, como de SP, principalmente eles, esfaquearam-no novamente.

É verdade que os três filhos do presidente são pole position em arrumar problemas diários à cansativa missão de conduzir o Brasil, mas é evidente que os governadores que chegaram ao Poder falando seu nome, acovardam-se escondendo o rosto.

Nada

Se Carlos Moisés foi quem brigou com Gelson Merisio falando que era ele o candidato de Jair Bolsonaro em SC, o marido de Késia da Silva hoje ignora a viva voz de chamamento, inclusive defensivo, que levou sua zerada liderança à Casa d’Agronômica.

Esqueceu

Não é à toa o rompimento de quatro dos seis deputados estaduais que viraram as costas para o governador dentro da Alesc. Observaram que o inquilino do Centro Administrativo escondeu o rosto no prazer de governar, esquecendo de onde veio e agora está.

Dupla

A apóstola de Olavo de Carvalho dentro da Alesc quer o governador, que dizia-se bolsonarista, pendurado à moda charque no varal. Ela é hoje, ao lado de Caroline De Toni, as duas vozes femininas fiéis ao presidente da República. Os demais são só osmose.

Em Brasília, visível, apenas Cel. Armando e Caroline De Toni rezam friamente na cartilha de Eduardo Bolsonaro. Daniel Freitas e Fábio Schiochet, são circunstanciais. Só voltaram da decisão de abandono, porque foram fritados nas redes sociais.

Aqui

Coronel Mocellin, aliado incondicional de Carlos Moisés, joga na indiferença da agonia de Jair Bolsonaro. Se o governador fala ou emudece, ele segue. Ele e Ricardo Alba, com cama, mesa e banho dentro da Casa d’Agronômica, estão no diapasão palaciano.

Firme

O tempo de Jair Bolsonaro em SC só está vingando na fidelidade de Felipe Estevão, Jessé Lopes, Ana Campagnolo e Sargento Lima. Douglas Borba fritando-os a pedido, está descartando-os devido ao leque que ampliou nos partidos sortidos.

Olavismo

Daniel Freitas recuou pró-Eduardo Bolsonaro e, pela demonstração de reajuste ideológico, leva o 03 para falar de história do Brasil e conservadorismo em Criciúma. Deverá evitar levar os adolescentes no evento. Antes dele, em março, Marcos Pontes passou por lá e disse que a Terra é redonda.

Então

Se Hamilton Mourão foi voz desafinada em Bolsonaro no começo do governo, calou-se após ser observado como um possível conspirador silencioso. Naquele momento seus aliados mostravam-se satisfeitos nas então colocações. Depois de tudo que agora ouvem, e veem, pode estar se preparando.



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