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O pulo de Mamute; PSC quer multiplicar; Joinville contra Udo; Dívida eterna de Moisés; Julio Garcia professor

Por: Marcos Schettini
07/02/2020 13:05
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Rodolfo Espínola/Alesc

Política produz política

O presidente da Alesc abomina amadorismo, desrespeito e falta de diplomacia. É um tirano contra estas aberrações humanas que, na vida pública, não se sustentam mais. O chefe do Legislativo catarinense, até pelo aprendizado que contraiu ao longo da vida, deu a si a melhor moldura para combater, forte, a política tupiniquim. Embora Carlos Moisés seja um excelente representante disso, foi salvo pelo condutor da Mesa da Casa e a habilidade do premiê Douglas Borba onde, agora, tanto o inquilino d’Agronômica quanto o de Biguaçu, têm dívida política eterna. Sabe-se que Ralf Zimmer Júnior dá continuidade ao pedido de impeachment mexendo, se assim for, até na Corte de Haia. Entende que o Colégio de Procuradores no MP, ao não mandar investigar a improbidade, força-o a ir até ao CNMP. Avalia que é o governador quem escolhe, pela lista tríplice, o procurador-geral de Justiça. Afirma que MPSC não pode ser, como mesmo diz, o faxineiro de Moisés. A dissolução da decapitação foi política, embora a orientação do setor jurídico da Alesc. O filho de Hermozila Salles Garcia mata equívocos e eleva a política. Esta que, somente agora, o marido de Késia começa a entender. Ao derrubar Carlos Hessler, demonstra ganhar este cacoete. A boca entorta conforme o uso do cachimbo. O líder dos deputados estaduais ensina que não se afronta Poderes paralelos, muito menos seus membros. JG é um tirano contra a idiotice.


PERFIL

A ida de Carlos Eduardo para a vice-presidência estadual do Republicanos, é uma movimentação feita para dar construção ao processo eleitoral de 2022. Mamute é um quadro de altíssima confiança, reconhecido por todos partidos que observam suas respostas políticas. Em 2018, ao lado de Gelson Merisio, educação e respeito virou escola que vai além daquela disputa estranha.

COMPROMISSO

Mamute chega ao Republicanos em um momento de completo abandono partidário de Hélio Costa. O deputado federal se quer foi capaz de mostrar mais envolvimento com a sigla quando, sinalizando rompimento, deixou seu filho ir para o Podemos. Agora, mais que uma movimentação, Carlos Eduardo vai dar luz. O animal político vai clarear em 2020.

NADA

Rodrigo Coelho foi absolvido pelos algozes que, no ano passado, lhe condenaram a ser ninguém dentro da sigla. Mas fica tudo igual. O deputado federal é um quadro importante para o debate em Joinville e, ao lado de Fernando Krelling, são os nomes mais evidentes da disputa. O deputado estadual do MDB, com a marca de Udo Döhler, carrega o desgaste do prefeito.

ELES

Com a entrada de Paulo Bauer na disputa em Joinville, o exército de nomes vai confundir o eleitor. Tem muitos quadros de excelência com pulso para dar rumo aos sonhos da maior cidade de SC. Como Udo quer aumentar as despesas com cargos comissionados, fazendo o contribuinte pagar por isso, Fernando Krelling sai carimbado. E não tem como se desgrudar. O prefeito não deixa.

SELETIVA

Para um deles ir ao segundo turno, Darci de Matos, Paulo Bauer, Rodrigo Coelho, Rodrigo Fachini, Adriano Bornschein Silva, da Catarinense, Derian Campos, Kennedy Nunes, terão que fazer uma leitura de impossibilidade. O MDB de Döhler seduz com capacidade. A máquina joga a favor de Krelling na simpatia e atenção que o deputado estadual exala. Udo que reveja-se. Sua desaprovação só aumenta.

EXPLICAÇÃO

Fernando Krelling não vai conseguir tirar o carimbo de Udo que estampa sua testa. Ele é artigo do prefeito. O deputado estadual tem juventude, simpatia e a educação de um futuro promissor. Mas sua velocidade perde torque quando o motorista é Döhler. O chefe do Governo Municipal, visto como arrogante e prepotente, mais atrapalha que ajuda o neto do ex-vereador Arno. Na campanha, vai ter que mais explicar que propor.

SEDUTOR

Udo Döhler foi pescar no feriadão da Páscoa de 2019 e, quando jogou a isca, pegou o vereador Jaime Evaristo. Ele combatia o prefeito na Tribuna e, ao receber um cargo comissionado, abandonou Ninfo König, Maurício Peixer, Rodrigo Fachini, Iracema do Retalho e Odir Nunes. Todos votaram contra a criação de 30 cargos comissionados. O vereador da Assembleia de Deus levou o carimbo de Judas.

ELA

Ao assumir o espaço de deputada estadual, Anna Carolina entra forte no jogo sucessório em Itajaí. Ela, quase chegando em 2016, vai utilizar sua interinidade na Alesc para assustar o prefeito Volnei Morastoni com uma agenda forte. Na cidade, o ulyssista não conseguiu marcar com força Thiago Morastoni, que fez pouco mais de 13 mil votos a estadual. A tucana fez 22.400 votos. O filho do pediatra, com a máquina e experiência do pai, mostra perigo na reeleição.

ACELERADO

Jair Miotto levou para Brasília seu tutor Narcizo Parisotto e o secretário José Paulo para a reunião do PSC e discutir a estratégia para a eleição deste ano. Vão apostar em Everton Ribeiro a vereador em Florianópolis. Ele, chefe de gabinete do deputado estadual, tem o desafio de chegar e conta com a sensibilidade de Luciano Chaplin, um excelente nome, que abriu mão em favor da vitória política do grupo.

MELHOR

A democracia venceu a queda de braço desrespeitosa que Carlos Hassler imprimiu ao deputado Valdir Cobalchini. Coronel do Exército, não teve nem mesmo a defesa de seu colega deputado federal Coronel Armando. O ex-secretário, como se sabe, olhava todos de cima para baixo, como que obrigando continências. Sai tarde e Carlos Moisés ganha luz na Casa que salvou-o da sangria na jugular.



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