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Moisés e memes escandalizam; PDT perdeu noção; Fidelidade onde?; Udo e oposição novamente; Joaçaba ganha o Brasil

Por: Marcos Schettini
26/02/2020 12:07
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Joaçaba ganha SC

Jorginho Mello passou pela cidade mãe da região onde sempre ganhou eleições e, novamente, deu brilho político. Desta vez, com a marca bolsonarista na festa da carne, tem autorização de Jair Bolsonaro para falar politicamente em seu nome porque, depois do vídeo gravado por Eduardo Bolsonaro, ao lado de Julia Zanatta, de Criciúma, dando-lhe abertura às costuras políticas, o senador do PL viu o Grêmio Recreativo Escola de Samba de Joaçaba fazer o maior Carnaval do Oeste reunindo Aliança, Unidos da Herval, Acadêmicos e Vale Samba explodir os corações de quem curtiu o espetáculo. Enquanto o prefeito Dioclésio Ragnini, PSDB, ganhava apelo para ir à reeleição justamente pelo trabalho de ruptura dos vícios municipais históricos que atrasaram o município, de outro estava José Otávio Calliari Filho, o Tuti, líder do Democratas e atual presidente da Câmara. Ele, motivado a ir na majoritária em outubro, viu, no samba e rebolado de Cláudia Valduga, destaque da Aliança, escola vencedora do Carnaval, mexer forte na euforia do último dia de folia. A Capital do Meio-Oeste convenceu SC no que há de beleza e criatividade nas alegorias e organização das alas, as mesmas que se separam na disputa política, mas se unem ao produzir o espetacular show carnavalesco que não perde para ninguém.


REAL

A tese que o Brasil começa o ano depois do Carnaval, não é bem assim. Desde a metade de janeiro até a volta aos trabalhos em 2020, a Alesc de Julio Garcia foi ativa. Seja no pedido e sepultamento do impeachment, até as vaias a Moisés naqueles quatro minutos recordistas de um discurso sem pé nem cabeça, as coisas acontecerem. Mas agora vai esquentar mesmo.


MAÇANETA

A queda de braço entre Paulinha e a executiva do PDT é mais um episódio que desmerece ser levado a sério. Ela força a manutenção de sua liderança de governo, mas o partido de Leonel Brizola não entendeu a mensagem da deputada. Ao contrário do Bope, é a sigla quem deve pedir para sair da vida política da deputada que sinalizou, mas não foi compreendida.


LIBERTAÇÃO

O PDT está com receio de perder uma parlamentar, mas, na verdade, nunca teve. Paulinha não apoiou Manoel Dias a federal e foi com o PSD de João Rodrigues. A infidelidade que nela apregoam é mais consigo mesma que ao partido. O PDT precisa mais de sua atividade política que ao contrário. Saindo, não somente leva os quase 52 mil votos, mas sua crescente liderança.


NADA

O PDT faz com a ex-prefeita de Bombinhas o que Tabata Amaral vive em Brasília. Os trabalhistas perderam a noção de história. O trio Leonel Brizola, Neiva Moreira e Maneca são símbolos grandiosos que, pelo que viveram e fizeram de história, deve deixar a deputada Paulinha fazer a dela. A ideologia do partido corrói-se e pouco convence.


GERAL

A infidelidade partidária, assim como a matrimonial, é patética. A permanência de alguém ao lado de uma sigla ou um cônjuge, deve-se à identificação disso, não pela imposição. A sigla ser dona do mandato é como a relação marido e mulher. Ambos juram amor, mas a carne supera. Momo que o diga.

ENTÃO

Rodrigo Coelho dentro do PSB é um exemplo. O deputado federal joga contra os ideais do partido gerando um desconforto para a sigla e para ele que quer disputar a eleição em Joinville. Preso na camisa de força imposta por Carlos Siqueira, vota contra tudo o que a bancada decide. Qual a grandeza disso, é a pergunta feita.


TAMBÉM

A bancada rebelde do PSL quer a cabeça de Carlos Moisés à moda João Batista desde que descobriu a traição dele a Bolsonaro. O partido segura-os nas amarras da lei com medo de perder mandato e são envenenados por eles. É uma espécie de sequestro branco na cegueira da Justiça Eleitoral que rege uma lei tola.


ENFERRUJADO

Se esta patética lei da fidelidade partidária funcionasse, Bruno Souza e Ivan Naatz seriam derrotados e ficariam presos em seus partidos que foram eleitos em 2018. A liberdade concedida pelo TRE pela troca, diz que a lei, como muitas no Brasil, é tola, concedeu a eles o que, deles, são de direito. Esta história da Carochinha é, neste caso, lobo sendo comido pela Chapeuzinho.


SOCORRO

A infidelidade partidária, assim como a matrimonial, é como andar na praia. Deixa marcas, elas se apagam, mas, depois, reaparecem. É da política, é do casamento. Segurar um deputado ou vereador dentro de uma sigla para assegurar sua fé orgânica, é como a patética ideia do marido ou esposa prender o cônjuge em casa. Como a ministra Damares pregar uma abstinência na juventude.


COROADOS

Esperidião é um claro exemplo de vida partidária. Nunca trocou de partido, nunca foi submisso às ideias tolas que por lá aparecem, voou sobre a corrupção enquanto ela tragava muitos que ele julgava honestidade. Mais que tudo, elegeu-se senador novamente em pleno Vietnã 2018. Estes homens públicos, modo Jorge Bornhausen e Amin de ser, pararam na produção.

CHACOTA

Carlos Moisés passou todo o feriadão de Momo assistindo à chuva de vídeos das falsas declarações de amor político a Jair Bolsonaro para vencer a eleição de Gelson Merisio em 2018. O inquilino d’Agronômica não imaginava que seria desmentido 10 meses depois pela própria base e que, agora, é a piada mais idiota que um governador poderia ter feito. Até a cerveja pale ale congelou no copo.


FIRME

Sérgio Motta e Carlos Eduardo são firmes ao derrubar a porta de entrada do partido e garantir que os deputados do Aliança Pelo Brasil, com roupa do PSL, tenham a melhor recepção no Republicanos. O deputado estadual e Mamute, presidente e vice do partido, já vão procurar os parlamentares para dar a eles o respeito que Carlos Moisés nega. São anfitriões de uma sigla que promete em 2020.


RECADO

Os vereadores de oposição em Joinville assinaram uma Carta Aberta a Udo Döhler no sentido de sensibilizar pela abertura dos diálogos com os servidores públicos municipais. O prefeito joga pela indiferença e a bancada pede a retomada das conversações. Avaliam que o prejudicado é o cidadão. Hoje o movimento tende a fortalecer.


RACIOCÍNIO

Os empresários vão entender os vereadores que assinam a Carta Aberta muito mais na preocupação para que o prefeito Udo evite mais prejuízos à sociedade que defender o sindicalismo alojado nas intenções dos servidores. A bancada na Câmara respeita o funcionalismo e reconhece-os como cidadãos de Joinville e trabalhadores da sociedade, passando por grandes dificuldades.




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