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Pulo de Rodrigo Coelho; Arrogância da Havan; Mourão começa a ganhar Luz; A ideologia tupiniquim do extremismo; O novo homem; Carlos Moisés firme

Por: Marcos Schettini
20/03/2020 11:10 - Atualizado em 20/03/2020 11:21
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Anderson Coelho/ND

Dar a César, o que é de César

Como já foi afirmado, o governador precisou do coronavírus para expor sua capacidade de mobilização e pulso de comando. Fora aqueles que estão contra as medidas do decreto que assinou, o chefe do governo estadual vai assumindo seu papel de protagonista para segurar a represa do coronavírus que, mais à frente, vai estourar. Espera-se que, ao explodir, não seja uma Brumadinho em SC. Certo é que Carlos Moisés mostra um novo rosto de seriedade e domínio de ação, como tem feito todos os outros na mesma posição país afora. A Defesa Civil, muito bem treinada pelos históricos de combate que viveu, pode ser um braço de altíssima utilidade. Ninguém conhece mais de evacuação, socorro e velocidade de respostas que os servidores deste setor. O que se precisa é unir tudo em favor de todos. Parabéns ao marido de Késia, parabéns aos catarinenses.


EXEMPLO
Rodrigo Coelho propõe redução, à metade, dos ganhos dos deputados federais que, acatado, deverá atingir o Senado e, provavelmente, governadores, prefeitos, vereadores e Assembleias Legislativas. Se isso não é ter um passo alto e correto na vida pública, o que é ser homem público?


ARROGANTE
Precisou a intervenção da polícia, Civil e Militar, para fechar uma loja da Havan em Chapecó. O dono da empresa, especialista em fazer palhaçada nas redes sociais, não foi capaz de dar nenhuma declaração sobre este desrespeito e fazer um mea culpa em respeito às normas. Luciano Hang é um circo vulgar.



PALHAÇO
Luciano Hang é um empresário que, por multiplicar suas lojas como pé de feijão, acha-se no altar sagrado da proteção patética de seus inferiores seguidores. Iguais em posturas tão baixas quanto sua índole questionável. O fato de ser um seguidor do presidente, não lhe dá direitos superiores.



BANANA
O gesto de dobrar o braço para cima oferecendo às pessoas todo o desrespeito que o movimento oferece, mostra bem claro o momento em que o Brasil está vivendo. Não é à toa que a sabedoria do general Mourão, aos poucos, vai convencendo por sua beleza moral necessária.



MAIS
O chanceler Ernesto Araújo é um ventríloquo que, patético quanto, não é capaz de falar por si. Serviçal de sua incapacidade para o cargo que exerce, é apenas um secundário a tiracolo de Eduardo Bolsonaro, o porta-voz do pai. O chefe do Itamaraty é outro exemplo de erro perfeito.


QUIETO
À medida que o deputado federal, filho do presidente da República, como seus irmãos não menos trapalhões, joga para o campo ideológico questões de massa, como o caso do coronavírus, com tantos outros temas de importância, faz entender o panelaço que começa a ganhar altura.



OLHOS
O bom senso comportamental e a demonstração de prudência observada na pessoa do general Mourão, está convencendo uma nova rota no país. Não são comentários isolados, mas um grito que começa a ganhar respeito justamente pelo arsenal de bobagens disparado pelos filhos do presidente.



IDEOLOGIA
Os deputados estaduais e federais ligados à ala pateticamente olavista, se mantêm quietos sobre as bobagens que seus superiores partidários têm dito à exaustão. O governador Carlos Moisés tem dado grandes demonstrações de medidas e são incapazes de reconhecer.



PATÉTICO
Pelo que se observa, os métodos adotados pelas alas mais radicais, seja de extrema direita ou esquerda, atrapalham no mandamento novo do Brasil. Se um lado fala bobagens, o outro idem. Escutar Lula da Silva criticar Jair Bolsonaro, é o mesmo que o presidente fazer o contrário. Insuportáveis.


INSUPORTÁVEIS
A sociedade não suporta mais o discurso fácil de líderes cansativos que pode tudo o tempo todo e, também, fazer oposição ignorando avanços. A esquerda e a direita são exemplos a não serem seguidos. O Brasil não aguenta tanta demonstração de tolices que estes banguelas têm feito.



NOVO
O coronavírus trouxe não somente o medo, o terror aguçado que mostrou toda a fragilidade humana, mas que ideais de solidariedade, respeito mútuo, compromisso com o outro e deveres de altruísmo que estavam sepultados, ressuscitaram. Os velhos conceitos de individualidade tombam.



ESPETÁCULO
A criatividade dos seres humanos em aplaudir o trabalho dos serviços de Saúde mundo afora, é a exposição clara de que o cidadão tem, dentro de seu ser, o reconhecimento de fraternidade tão pouco falada e imediatamente sentida. O coronavírus é, pelo que se pode ver, a nova Arca de Noé.


LOUCO
Silas Malafaia, um sujeito pobre espiritual e sujo como charlatão, é o exemplo clássico de aproveitador cretino da inocência de quem vê luz na Fé. Pastor do mal, exemplo da forma lobo de representante do Inferno, veste a roupa limpa do Evangelho para enganar em nome de Deus.


BANDIDO
Estuprador da inocência da Fé, Silas Malafaia é um assaltante de esperança que seus fiéis não enxergam. Canalha que se utiliza da proteção de um rebanho de boas pessoas sonhadoras de uma vida melhor, bate de frente com as medidas do Governo do Estado. Cadê a autoridade contra este patife?



FECHAR
Quando se determina que tudo deve se manter no alinhamento para fortalecer a guerra contra o coronavírus, Silas Malafaia bate de frente achando-se acima das determinações. Assim como o seu igual Luciano Hang, a força policial deve lacrar a igreja e colocar Super Bonder nos lábios deste infame.


UNIFICAÇÃO
O termo de unificação das eleições que tanto pairou nos debates, agora ganha força diante de vencer o coronavírus. Como não vai dar tempo para construir a disputa democrática por conta deste assassino invisível, as eleições podem ficar para 2022. Quem vai sustentar a tese é o cidadão.



DISPUTAS
As eleições de 2020, com a presença do desafio diante do terror iminente do coronavírus, chegam com pedras nos rins. Para bombardear, precisa de tempo para tal construção. O TSE e TREs, não têm máquina emocional para garantir tranquilidade eleitoral se, neste caso, vencer a doença.



MAIS

O Brasil não quer viver duas guerras sucessivas. Se o coronavírus for vencido como se espera, mergulhar em um debate eleitoral depois deste Vietnã, é outro confronto que o eleitor vai ter que avaliar. Ou as manifestações contrárias ganham agora o grito de derrubada, ou ela será uma sobrecarga de 220v.




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