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Alesc dá controle geral a Moisés; O coronavírus salvou; Solidariedade total; Democracia na baioneta

Por: Marcos Schettini
26/03/2020 11:56
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Isac Nóbrega/PR

Amanhã vai ser outro dia

Jair Bolsonaro não age só. Ele sabe que a quarentena vivida, deixando correntistas indignados sem entrar um real na conta há dias, é o ideal para motivar, se necessário, as investidas que sempre desejou. Isolado-se estrategicamente, sem apoio de governadores e prefeitos, mostra-se atacado. À moda Getúlio e Jânio, no primeiro as forças ocultas e, no segundo, voltar nos braços do povo, é a soma de interesses subliminares. Sabe que, ao pedir apoio no último 15 de março ou pedir a volta ao trabalho, chutando as orientações da OMS, provocou quem condena aglomeração. Se isso é verdade, então está tudo armado no momento para ele fechar o Congresso e o STF. O coronavírus é aliado ideal. Dissolvendo a Democracia, sabe que seus adversários, batendo panelas ou não, não assustam nada. Repeteco, 31 de março, a partir de agora, serão todos os dias.



BACANA

Os deputados estaduais estão afinadíssimos para dar o que há de melhor ao governador para fazer o que entender em combate ao vírus, convergindo para soluções com liberdade total. Carlos Moisés tem recursos e leis suficientes para estancar a represa do coronavírus prestes a explodir.



EXPLOSÃO
Se a curva do mal, ascendente, vai acelerando nesta direção, então é porque, adiante, deverá mostrar sua força anti-humana logo mais. Todo o esforço da Alesc para entregar a chave de combate ao coronavírus, foi oferecido. A doença invisível tirou o governador do ócio permanente.



ÓCIO
Para quem tem boemia, valores de gastronomia e produção de bebidas, agora o militar foi chamado à ativa. Carlos Moisés apareceu mais nestes dias do que todo o restante do seu mandato. O cenário destruidor do inimigo invisível, tirou-o do confortável assento, permanente, diga-se, da Casa d’Agronômica.



TAMBÉM
Ontem, aparecendo no Jornal Nacional, Carlos Moisés mostrou afinidade com seus outros federativos para, em comum, repudiar a iniciativa de Jair Bolsonaro ao mandar todo mundo sair da quarentena. O marido de Késia tornou-se, por enquanto, protagonista confederado.


SOCORRO
Militar, Carlos Moisés tem a oportunidade de dizer a que veio. A doença salvou sua vida. O trocadilho político tem sentido porque, mais do que nunca, precisou o coronavírus aparecer para que o governador desse sinal existencial. O vírus que mata, ao contrário, deu-lhe vida.

INTERESSANTE
Quando enviava ofícios aos Poderes paralelos, o chefe do governo de SC ficava sentado, olhando o tempo passar ao redor de sua excelente aposentadoria precoce. Tocando violão ali, bebendo uma Pale Ale lá, via-se moribundo. O coronavírus contaminou-o de trabalho.


RESPOSTA
Mais do que entregar a ele a chave plena do Cofre, os deputados estaduais estão convencidos de conceder, o que for necessário, para que o governador abrace o arsenal contra o fantasma assassino. Guardando imagens e áudios, vai usá-los pela reeleição.


REELEIÇÃO
Carlos Moisés deu um lindo beijo na boca do coronavírus. Agradecido, tem no inimigo da humanidade toda a gratidão para 2022. Seus adeptos não falam de outra coisa. O inquilino da Casa d’Agronômica nunca foi tão político. Cada um com o seu, é o Doria barriga-verde.



ARREPENDIDOS
A ala bolsonarista de SC olha o futuro para saber qual é o tamanho da bolsa de sangue que vai precisar para continuar viva. Depois que seu líder do Palácio do Planalto fala o que sabe, mas não sabe o que fala, vê a ideologia adoecer de coronavírus e, sem vacina, morrer em 2022.

MAIS
Como falam nada, apenas seguem, os deputados ligados a Eduardo Bolsonaro estão meio que aguardando para saber quando irem ao Hemocentro. Com amarelão, veem Carlos Moisés apontando para eles arminha, aquele símbolo. 2022 está longe e o fôlego diminuindo.



ENTÃO
Quem é do lado de Jair Bolsonaro, será sempre. Não se escandaliza se ele atire no peito de Jesus na próxima Sexta-feira Santa, seguem. Deputado nem sempre. A reeleição em 2022 é uma realidade, como bem mostra o Datafolha, pode perder força. Ressuscitar na vida pública, é milagre.



MILAGRE
Derrota histórica da uva, o primeiro realizado por Jesus, a pedido da mãe, foi transformar água em vinho. Este poder é só de quem é filho da Criação. Os demais da família, afirmando amar Seus ensinamentos, só pela vinícola. Fenômenos santificados, na política não existe.


TOTAL
O Solidariedade manifestou ontem que está completamente afinado às medidas adotadas pelo prefeito de Florianópolis. Marco Fernandez, presidente da sigla, disse que Gean Loureiro é, hoje, referência nacional de coerência e respeito às orientações da OMS. Vida sempre e economia nas ferramentas de responsabilidade.





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