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CPI ganha luz; Moisés ganha trevas; Paulo Eli e Paulinha quase; O pesadelo da vice; PSL afunda; A Alesc é o navio

Por: Marcos Schettini
21/05/2020 10:23
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Ricardo Wolffenbuttel/Secom

A Alesc é o navio de resgate

Está entrando água em SC que, nestas alturas, já comprometeu o motor. Não liga mais e é incapaz de dar mais ré. O comandante bateu com a proa no iceberg da incompetência e já se inclina a bombordo. Se trocar o controle da embarcação e colocar o subcomandante agora, ela vai bater a estibordo com o que resta dos passageiros. A tripulação está comprometida e, como ratos, vai pulando para, quando afundar, não ser levado para baixo. Só um tem apneia de mergulho. Resta ao navio de socorro chegar rápido e salvar todos os possíveis que atiram com sinalizadores chamando por urgência. Ali tem todos os profissionais conhecidos e empresários da Indústria e do Comércio. É preciso garantir a vida. Se alguns já precisam de boia, é necessário tirar todos da água fria que mata e levou vários. Como todos sabem, não fica ninguém para traz. Salvem os catarinenses.


TCHAU

A CPI dos Respiradores tem tirado o fôlego de Carlos Moisés. E vai ficar pior. Quando os ex-secretários sentarem olho no olho, começa a sair as informações ideais. O cenário vai ficar cada dia pior. Paulo Eli, da Fazenda, já ensaia sair do governo.


DÚVIDA

Embora esteja licenciado do MDB, a sociedade vê Paulo Eli como quadro ulyssista no governo. Sua competência é a única luz viável. Como Carlos Moisés está destinado à cadeira elétrica, não justifica permanecer. O secretário da Fazenda é maior.


AFONIA

Embora negue, Paulinha já tem dia para desembarcar. Ela sabe que, politicamente, o marido de Késia já está condenado. A deputada não tem voz suficiente para imprimir a conversão do final trágico do bombeiro. E Paulo Eli não precisa comprovar competência.


VITAL

Os prefeitos, quase a unanimidade, sabem que estar embaixo segurando o Titanic, é morrer primeiro. A Fecam, mais discretamente, já mandou o recado de ficar distante. Cada um, com seus problemas, já tem desafios pessoais.


CONDENADO

Carlos Moisés já é ex-governador na sociedade. Se a Uvesc, que fala em nome dos vereadores, ainda não declarou, vai chegar o momento. A pergunta feita é aquela para saber qual a utilidade do governador para eles nos 295 municípios?


AFIRMAÇÃO

Garganta Profunda está em Chapecó falando o que sabe sobre seu parceiro de chapa. Ela já sabe que não vai ser governadora. É a salvação do bombeiro porque, quanto mais ela aparece e fala como sucessora, mais salva da cassação do rival.


INSÔNIA

Daniela Reinehr já não dorme sonhando com a posse, imaginando ser a solução. Tem procurado entidades empresariais para forçar o reconhecimento de sua legitimidade para, caindo o titular, assumir como sucessora. Os empresários não querem ambos.


INÚTIL

Lucas Esmeraldino está a caminho do tropeço. Todos os rolos nos Portos de São Francisco e Imbituba, tem indicados com suas digitais e de Fábio Schiochet. O deputado federal e presidente do PSL, desapareceu.


NADA

Na condição de amigo pessoal de Carlos Moisés e por não ter levado um lápis para Jaraguá do Sul do governo estadual, Fábio Schiochet anda se escondendo. Está sendo salvo pela pandemia que tirou todos os encontros. Neste caso, o coronavírus salva seu silêncio.


ABANDONOU

Ricardo Alba, o mais votado para a Alesc, não vai disputar mais a eleição em Blumenau. Não tem o que falar ao eleitor e defender o governador. Vai começar a negociar seu retorno em 2022 oferecendo seu apoio político em um segundo turno.


ARREPENDIMENTO

Alba estaria indignado em não ter seguido o caminho da bancada quando abandonou o governador. Imaginava que ficaria dono da luz administrativa que, agora queimada, colocou trevas em seu mandato e no sonho eleitoral em Blumenau.



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