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Miguel Perin deverá ser a revelação do Concórdia no Catarinense de 2018

Por: LÊ NOTÍCIAS
18/10/2017 10:21
Miguel Perin joga futebol desde pequeno e atualmente defende o Concórdia Atlético Clube (Foto: Divulgação/LÊ) Miguel Perin joga futebol desde pequeno e atualmente defende o Concórdia Atlético Clube (Foto: Divulgação/LÊ)

Há quem diga que o Brasil é o País do futebol, pelo menos é assim que é visto pelos olhos estrangeiros. Marcando belos gols e batendo a bola com rapidez, o jogador xaxinense Miguel Angelo Perin, de 20 anos, fez parte do jogo do último domingo (15), aos gritos eufóricos da torcida, quando o Concórdia Atlético Clube levantou a taça de campeão da Série B do Campeonato Catarinense. O time empatou em zero a zero com o Hercílio Luz, equipe de Tubarão, e garantiu a vaga na elite Catarinense do ano que vem.

Em entrevista ao LÊ NOTÍCIAS, Miguel conta que a paixão pela bola começou desde pequeno, quando tinha apenas 5 anos. “Eu jogava na escolinha de futsal na escola onde eu estudava em Chapecó. Posteriormente, fui para a AABB e Genoma Colorado, saindo com onze anos para jogar no Internacional, em Porto Alegre”, relata.

De acordo com Miguel, que nos últimos anos joga como lateral direito, desde sempre vivia com uma bola no pé, sendo muito incentivado pelo seu pai, que levava-o para acompanhar as partidas de futebol amador no interior. “Nos meus primeiros meses como profissional, foi uma experiência maravilhosa jogar já em uma partida tão importante para o clube e para cidade de Concórdia. O clima da arquibancada nos ajudou muito dentro de campo, fizemos uma partida inteligente, pois já tínhamos feito o resultado lá em Tubarão e o título veio para coroar todo o trabalho que tivemos”, relembra.

Ele conta que os pais sempre o ensinaram a sonhar alto com os pés no chão. “Eu penso em jogar em grandes clubes, mas fazer um trabalho bem feito onde eu estou. Esse é o primeiro passo para se conquistar alguma coisa”, afirma.

Segundo Sidiane, mãe de Miguel, a família sempre o acompanhou de perto e o incentivou para que ele seguisse com o sonho de ser jogador. “Quando ele tinha sete anos, foi campeão de futsal pela AABB e aos 11, entrou para o Internacional, após um olheiro notar seu talento. Em 2011, ele foi para o Juventude, onde permaneceu até junho desse ano e agora foi emprestado para o Concórdia para disputar a série B do Catarinense”, contou ao LÊ.

Ainda, de acordo com a mãe de Miguel, toda a família é apaixonada por futebol e o ver jogando profissionalmente é um orgulho para todos. “Ele está jogando no profissional, o time foi campeão e levantou a taça. É muito importante para ele e para a carreira que os sonhos se concretizem aos poucos. O Miguel merece isso, porque se dedicou, se esforçou muito para chegar onde está. O mundo do futebol exige muita paciência e ele vai conquistar todos os sonhos dele assim”, finaliza.


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