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Moisés troca-se; Se Campagnolo não gosta, é bom; Expulsão de nada; Programa do governo assusta prefeitos; Logistique em Joinville ganha o futuro

Por: Marcos Schettini
29/08/2019 01:03 - Atualizado em 29/08/2019 01:05

Competência e arrojo em Joinville

Karine Marmitt e Leonardo Rinaldi, empresários responsáveis pelo sucesso unânime da Logistique realizado em Joinville, com participação maciça do que há de melhor do PIB no Norte do Estado, com uma programação de altíssima qualidade nesta Feira e Congresso de Negócios Multimodais, que está sendo realizado no Complexo de Exposições Expoville. São importantes debates, painéis, conferências e workshops, reunindo toda a cadeia de logística, que busca difundir novas tecnologias e tendências de mercado. Inclusive, com a presença de nomes ligados ao transporte marítimo, sediando rodada internacional de negócios com Fórum Nacional dos Despachantes Aduaneiros. Temas voltados à apresentação de soluções logísticas que dão direção às tecnologias do transporte mundial. Organizada pela Zoom Feiras e Eventos, de Chapecó, Marmitt e Rinaldi são expoentes respeitados no setor. O prefeito Udo Döhler e a firme demonstração de força econômica da maior cidade de Santa Catarina, deu o tom importante do evento. Elogiado pelos feirantes que estão expondo, encontro recebe apoio de marcas mundiais como Hamburg Süd, Aliança Navegação e Logística, Porto Itapoá e Volkswagen Caminhões e Ônibus do Brasil. É o futuro de domínio do conhecimento da logística de transporte eficiente. Para a indústria e o comércio, um novo tempo de agilidade e ações de solutividade no uso do tempo e do custo.


Quieto

Tanto Carlos Moisés quanto as bancadas estadual e federal, estão calados sobre o expulsa não expulsa de parlamentares do PSL. A conversa se fechou em dúvidas para saber quem é que mente ou fala a verdade nesta questão que, pelo barulho que deu, poderia ter dado resultados.

Leitura

Quem vê de perto a questão de expulsar Jessé Lopes e Ana Campagnolo, como foi propagada ter a assinatura do governador no pedido, a avaliação que fica é que Carlos Moisés ganhou luminosidade e lucidez. A parlamentar, inadequada e quadrada na Casa, se não gosta dele, é porque é bom.

Bom

Para Ana Campagnolo já pedir a degola de Moisés, é uma razão grandiosa para que o marido de Késia da Silva, então apanhando por medidas contra as ideias de intolerância, seja visto como uma pessoa das melhores intenções. A deputada, soldada anti-democrática, quanto mais se afasta dele, mais ele ganha respeito.

Esqueça

Se Jessé Lopes e a filha de Job Campagnolo não gostam de Carlos Moisés, é porque o governador tem as melhores intenções. Não é à toa que, ao defender eixos LGBT, contra agrotóxicos, toca violão, bebe vinho e é culto, aponta que o chefe estadual está no partido errado.


Estelionato

Neste caso de aproximação com grupos contrários às ideias de Jair Bolsonaro, Moisés joga pela aproximação com adversários que, em tese, abrem portas para seu futuro político. Enganando o PSL que é contrário ao que pensa, se os deputados não saírem, ele desembarca.

Tempo

Com o clima de completa falta de sintonia, Moisés não precisa do PSL para governar. Os deputados olham sua personalidade como um quadro cordial, atencioso e verdadeiro. Isso quer dizer que, se decidir por sair do partido de Jair Bolsonaro, tem a maçaneta partidária que desejar.

Estilo

Como a deputada Ana Campagnolo se converteu em adversária do governo, entendeu-se que isso melhora a imagem do governador. A maioria absoluta repudia a parlamentar como intolerante e patética quanto à questão de perseguir professores e minorias que não a agradam. Perde ele e ganha multidões.

Ginga

O pai de Sarah e Raíssa está aprendendo a confrontar o que pensa com o governo que deseja. Tem dito que, assim como Jair Bolsonaro não é um banana, ele muito menos. Sabe que fracasso é contentar a todos. Já sinaliza para sair à francesa da sigla que não têm nada a ver com sua personalidade.

Beleza

O fim do PSL em SC será esvaziamento de deputados. Onir Mocellin, que é amigo pessoal do governador, só aguarda sua iniciativa para seguir na mesma direção. Felipe Estevão, que não se percebe mais no partido, nem conjuga com a bancada. Sua relação, embora discreta, é com o PSD de Julio Garcia. Se ele sair, Daniel Freitas segue junto.

Medidas

Provavelmente sem partido até que possa, definitivamente, tirar a marca do PSL, Moisés quer olhar para 2022 com números reais de contenção de gastos. Na Casan, por exemplo, já tem uma economia de R$ 13 milhões. Para o governo este valor é insignificante, mas para a sociedade é ideal. Recurso desperdiçado é voto que decide.

Fora

Os prefeitos, todos praticamente, estão fora do programa ‘Recuperar’ do Governo de SC, que está sendo bombardeado à exaustão porque os municípios entram com a boa intenção e o Estado com a esperteza. O dinheiro que estaria sendo repassado é longe de merecer respeito. A Fecam deverá dar voz oficial pelo não.



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