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Reinehr na bandeja; Moisés ignora vice; Dupla Andador e Tamanco; Ulyssistas para frente e para trás; Câmara e ACI resistentes à intolerância

Por: Marcos Schettini
03/09/2019 09:05 - Atualizado em 03/09/2019 09:10

Homem de honra

A sensibilidade de Roberto Katumi, presidente da Câmara de Vereadores de Florianópolis, e Ademir Arnon, presidente da Associação Catarinense de Imprensa, assinando juntos o vivo talento do Jornalismo de SC na sede da entidade no bairro Agronômica, desvenda os melhores de muitos. Rafael Faraco na categoria Televisão, Clodoaldo Pereira no seguimento Rádio, Ângela Bastos, no impresso, Marco Santiago na Fotografia, Elson Almeida Coelho Júnior no setor Cinematográfico e os especiais com Salomão Ribas Júnior, George Peixoto, o Picolé, José Carlos Soares, o Zico, e Sérgio Murilo de Andrade, faz deles o time, valente pela altura demonstrada, o manual que escreveram ao longo da trajetória em certezas de lisura, respeito e profissionalismo. Não se mede pessoas pelo que recebe, mas porque recebe. Deferências são fontes do melhor traçado. Ali, expressão de tudo que o Jornalismo é, mesmo que em tempos de intolerância e desrespeito às emissoras de TV e Rádio, jornais e fotografias, todos são colocados no coliseu que não aceita absolutamente nada com o extremo tolo. O único extremismo que deve ser levado a sério nestes tempos de súditos patéticos, é a profissão que cada um deles trazem à razão, à luz, à cidadania.


Ataques

A vice-governadora, que tem dificuldades para expressar seu papel dentro do governo, está aos poucos sendo dissolvida da chapa do ano passado e das atividades de ponta. O que pode mudar, em muito, o quadro até final do ano.

Nada

Muitos dos prefeitos do Oeste, agora sob dúvida da atitude eleitoral tomada em outubro do ano passado, vivem com o pires sob a mesa de Carlos Moisés para ver o que cai para comer. Como Daniela Reinehr não é alta no governo, passam fome.

Real

Claro que Moisés, de olho no cenário eleitoral do ano que vem, não vai entregar para a vice a chave da Fazenda. Ela, rouca, é incompreendida em atos e no que fala. Como não tem o que dizer, apenas balbucia. Nua, está sob ataque silencioso do titular.

Momento

Os ulyssistas estão vivendo um desafio interno como o parecido em SC na eleição de 1º de junho quando, voto a voto, Celso Maldaner venceu o senador Dário Berger, nome então para 2022, que jogou a toalha para qualquer desafio amanhã.

Dupla

Pedro Simon e Simone Tebet, ela senadora e ele aposentado e derrotado nas urnas na eleição passada, vivem um terror. Embora tenha sido uma bandeira de vida pública reconhecida e aplaudida, não foi suficiente para convencer seu retorno.

Desenho

O MDB é um partido com as duas panturrilhas em cirurgia. E não será fácil tirar a íngua que está no interior da sigla. Sujeitar Pedro Simon, homem de grande valor moral, a enfrentar Baleia Rossi, jovem, líder da bancada e com o futuro nas mãos, é desafiador.

Ele

Baleia Rossi, aí inclusive o presidente do MDB de SC, foi o quadro que deu início às vitórias de Jair Bolsonaro na questão da Reforma da Previdência. Se isso já é um demonstrativo, significa que é atual e sonha com um novo Brasil.

Pois

Pedro Simão é ontem. Faz 90 anos em final de janeiro do ano que vem e é até honroso dar a ele a missão de comandar o MDB que sonha em sair da próxima eleição como alternativa de poder para 2022, mas é dar um touro para ser domado.

Vibração

Mais que uma eleição interna, os ulyssistas precisam de mexida. E não está no ex-senador gaúcho e na fala mansa da senadora de MS a demonstração disso. Ela na cabeça e ele de vice, é o mesmo que vice-versa. Baleia Rossi, demonstrado, é um diapasão.

Fraco

Os gaúchos querem Simão e Simone, ou o contrário disso, nos moldes do falido movimento o Sul é o Meu País. Andador e tamanco, somados, disputando com uma Ferrari. Pode ser que, por isso, a disputa seja comparada ao jabuti e o coelho. Baleia, pelo tamanho, peso e nadadeiras enormes, não precisa se exibir.

Voz

Celso Maldaner é uma grande voz junto a Baleia Rossi. Neste caso, o próprio Dário Berger defendeu o nome da senadora Tebet para o desafio. Mas diante da completa ausência do senador de SC em qualquer debate do MDB, por convicção, o irmão de Casildo sabe o rumo.

Raciocínio

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, diz Casildo Maldaner. Mais ou menos nesta leitura, o MDB entra na disputa interna sem saber o que a explicação do ex-senador pode influenciar. Mas tem tudo a ver. Simon é Simon, Baleia é Baleia.

Subliminar

Raimundo Colombo trouxe o tema de aumento dos impostos defendido pelo atual governador. Só não chamou Carlos Moisés de irresponsável e fraude eleitoral ao falar que SC é o melhor Estado brasileiro e tradicional na questão tributária porque não precisou. Mas o inquilino d’Agronômica entendeu-se no recado.

Derrubar

Hoje os deputados da CCJ vão analisar o absurdo e a proteção patética que oficiais da PM e Bombeiros têm ao não aceitar que pilotos Praças, completamente habilitados, possam pilotar aeronaves em SC. No Estado, há pelo menos 14 comprovados em alta qualidade e capacitação. O ego dos superiores tem custado caro para os catarinenses.

Quebrar

Os oficiais pensam ou imaginam que mandam mais que a sociedade. Não mandam. Quem decide e muda a rota desta soberba hierárquica são os deputados. Ivan Naatz, deputado que está mexendo na questão positiva e a favor dos pilotos Praças, ganhou a sociedade como um todo. Não aceitam que sejam comandados por pilotos abaixo de duas patentes.

Chega

A CCJ tem a obrigação de derrubar este absurdo que custa caro para o cidadão. Vários estados já mudaram de posicionamento, mas os oficiais se acham os melhores. Querem viver de privilégios, desrespeitando o caro imposto do catarinense. Os pilotos Praças de SC já foram testados pelo Ibama em serviços nacionais. Se não querem no bem, vai na marra.



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