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Walmor de Luca é o MDB perdido; Mosca azul morde Lunelli; Afinidade Loureiro e Nunes; Bruno Souza no Podemos; Fiesc é modelo de futuro

Por: Marcos Schettini
10/09/2019 11:10 - Atualizado em 10/09/2019 11:12

Fiesc investe na criança

Além de olhar para aqueles que não tiveram oportunidades para concluir o ensino médio, isto é, abrindo inscrições para EJA, setor profissionalizante do Sesi no ensino médio em todo estado e com 80% EAD, garante a conclusão de um curso de qualificação profissional inteiramente gratuito. Mas é no Espaço Maker Sesi, voltado para crianças de 06 a 17 anos, que o futuro se apresenta. Local onde a criança ou adolescente tem a possibilidade de fazer ele mesmo, colocando a mão na massa, descobre a tecnologia, brincando e inventando, construindo através de projetos utilizando o lego robótica, impressoras 3D, equipamentos de recorte a laser. Através deste espaço, inovam o processo de aprendizagem do que é em mais espetacular no seguimento. Ao atrair crianças neste mundo digital, desenvolvendo nelas o raciocínio lógico, resolução de problemas, interação e trabalho em equipe, programação e montagem dos robôs, criação de desenhos e desenvolvimento de games, descortinam o ideal de Brasil que se deseja. Abrindo espaço para quem é o cidadão formado de amanhã, o alcance do desenvolvimento em um mundo competitivo, é possível ver o país na rota de correção. A Fiesc é, assim como a Fecomércio, entidade que faz e acontece sem demoras ou burocracias. O futuro é a iniciativa privada. Professores como Murilo Sprada e Bruno Floriani sustentam esta certeza.


De Brasília (DF).

Vazio

Walmor de Luca desaparece em meio ao MDB que ele não compreendeu neste final militante. Foi um quadro de grito e posições em todos os tempos. Quando sua voz cala, os ulyssistas bramam por outro como nos velhos tempos. Eram eles quem davam a linha de um debate que se perdeu e converteu-se em suspeita.

Tempos

O ulyssista Walmor de Luca conviveu nos tempos do MDB contra a única voz. Ao lado dele, além de Ulysses Guimarães, Franco Montoro, Mário Covas, Pedro Simon e Pedro Ivo. Bem longe do que representa a sigla hoje no comando Nacional. Se, agora, não encontrar o rumo, tropeça em 2020.

Chamamento

Antídio Lunelli, mordido pela mosca azul para 2022, vice-presidente dos prefeitos do MDB, é o anfitrião para atrair os quadros para o debate pró 2020. Ele mesmo, de olho na principal cadeira de SC naquelas estaduais, precisa passar pelo repeteco das municipais do ano que vem para carimbar a intenção.

Redondo

Gean Loureiro só assina seu destino partidário no final do ano. Ao seu lado, além da leitura diária produzida por Fábio Veiga, o coletivo de fileira. Seu mais justo fiel quadro de fidelidade, João Batista Nunes, mantém-se discreto como foi sua interinidade em tempos de trevas.

Comparativo

A sintonia entre titular e vice de Florianópolis impressiona. É transparente e modelo, inclusive, para Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. O chefe da Nação disse que não daria a interinidade ao parceiro de chapa, depois voltou da decisão até quinta próxima. Gean Loureiro e João Batista, ao contrário, sintonizado.

Decisão

Bruno Souza vai decidir por seu destino político em fevereiro do ano que vem. Vai para o Podemos de Paulinho Bornhausen. O PSB, o partido que inferniza e tira seu sono, na metade do mês será conhecido se ele mantém seu mandato ou não. Como ele, o suplente tem se mantido por sonífero. Não vê a hora de assumir seu lugar.

Então

O deputado Bruno tem um quadro geral do que colheu na CPI da Ponte. Entre uma informação e outra, R$ 17 milhões estão com sob o poder de Gasparzinho, aquele personagem que sabe-se que existe em toda obra pública, mas que ninguém vê. Feliz pela iniciativa, ele mesmo nunca cruzou pelo cartão postal da Capital.

Dominado

Gigante Buligon caminha leve com os R$ 130 milhões em recursos que está disponível para acelerar o seu projeto político para a estadual. Naquela sucessão, pretende pisar na majoritária como nome do Oeste. Precisa, além das obras, fazer o seu escolhido como possibilidade de chegada. Se garantir o sucessor, brilha.

Retornou

Gelson Merisio vai falar pela primeira vez quase um ano depois daquele inesperado terremoto do ano passado. Tudo certo, ele só não foi o governador porque Moisés estava predestinado a aparecer no caminho. Tem muito a dizer para a jornalista Rachel Lang na próxima quinta.

Seca

O ex-presidente da Alesc tem uma jarra de água à sua frente para molhar a garganta e soltar o verbo. Tirando o violão, cerveja artesanal e o vinho do governador, Gelson Merisio vai pegar todas as ondas. Ele, mais do que ninguém, sabe bem o que dizer de aumento de impostos e conta com os ouvidos do agronegócio para escutar.

Ele

Mario Cezar de Aguiar esteve com o ministro da infraestrutura na semana passada e levou para ele o cenário de horror que é ser empresário em um país onde estradas, portos e aeroportos, são um caos. Na conversa, tudo o que se sabe e muito mais. O presidente da Fiesc é líder de um coletivo no limite da paciência, embora seja fino diplomata.

O presidente Mario Cezar de Aguiar lidera, no final de outubro, uma missão em Israel. Ele leva um leque de empresários para conhecer inovações na área de tecnologia e startup. Em eventos desta natureza, a entidade convida sempre um jornalista para acompanhar o projeto desconhecimento. Neste específico, segue com eles o jornalista Renato Igor.



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