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Entrevista | Sou agradecido pelos desafios que Deus me deu, diz Gigante Buligon

Por: LÊ NOTÍCIAS
10/12/2019 01:12 - Atualizado em 11/12/2019 10:44
Axe Schettini/LÊ Prefeito Luciano Buligon (DEM) pede desculpas às famílias do Distrito de Marechal Bormann durante a entrega das escrituras que eram aguardadas há 102 anos Prefeito Luciano Buligon (DEM) pede desculpas às famílias do Distrito de Marechal Bormann durante a entrega das escrituras que eram aguardadas há 102 anos

O prefeito da maior cidade do Oeste já olha a corrida que vai ter depois do retorno às atividades em 2020. Ele, um líder que nasceu no Rio Grande do Sul e pisou em Santa Catarina com ideais renovadores, defendeu Jair Bolsonaro em 2018 e levanta a bandeira das ações do presidente da República que afirma ser o leviatã, o homem Estado, como soberania absoluta e com poder de confiança sobre seus súditos que assim o autorizam através do pacto social a que tem como missão. Confira a entrevista exclusiva concedida ao jornalista Marcos Schettini:

Marcos Schettini: Qual sua avaliação sobre 2019?

Luciano Buligon: Foi um ano absolutamente positivo. Nós tivemos um novo Governo, que fomentou o liberalismo para que as empresas pudessem crescer. Já houve um crescimento do PIB, dos índices de empregabilidade, e isso refletiu em todos os municípios. Chapecó sempre esteve preparada para crescer, e a demonstração disso são os nossos números incríveis de geração de emprego, ficando a frente de outras grandes cidades do Sul do Brasil. Além disso, 2019 abriu linhas de crédito para os municípios, através do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, facilitando que aqueles projetos necessários para o desenvolvimento urbano, há muito tempo nas mãos dos prefeitos, acontecessem. Foi o caso de Chapecó, que imediatamente aberto esse crédito, acessou os recursos, promovendo o maior pacote de obras da história do município, que nós denominamos como “Mãos à Obra”. Esse pacote de obras, grande parte financiado pelo Governo Federal, através da Caixa Econômica Federal, também teve uma contrapartida aqui em Chapecó pelo preparo que tivemos com a Gestão. Exemplo disso é a nossa concessão do aeroporto, da concessão das linhas de ônibus do município de Chapecó, permitindo com que as outorgas, que antes eram distantes dos municípios, pudessem ser obtidas. No caso do transporte coletivo R$ 5,8 milhões, e da concessão do aeroporto (ainda pendente de licitação), pudessem reverter para as comunidades com novos serviços públicos. Nós tivemos em 2019, também, a aplicação de recursos do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), da Caixa, que proporcionou com que o tão esperado “elevado” acontecesse. A obra anda muito bem e nós tivemos um balanço, sem dúvida, muito positivo. Desses últimos quatro anos, no que se refere a liberação de recursos, as concessões de verbas para novas obras públicas, foi o melhor ano da nossa gestão.

Schettini: O senhor foi expulso do PSB por apoiar Jair Bolsonaro. Qual é o resultado disso?

Buligon: Na verdade, eu não fui buscar a expulsão, fui buscar o melhor projeto para o Brasil, que era o de Jair Bolsonaro. Ainda estávamos no primeiro turno. E eu entendi que Jair Bolsonaro representava um sentimento, que após o segundo turno, se consolidou. E por um ato, acho até que impensado do PSB, acabou me expulsando. Isso me deu um impulso. Me colocou à frente das autoridades nacionais, como o próprio presidente, o vice-presidente, o ministro Moro e o ministro Paulo Guedes. Foram pessoas, as quais eu obtive uma relação mais estreita, permitindo com que Chapecó tivesse uma visibilidade ainda maior. Repito que, apesar de eu não ter buscado a expulsão, eu vejo a expulsão como algo positivo na minha vida política.

Schettini: Quem é Prefeito de uma cidade como Chapecó aprende o que, de fato, dentro da vida pública?

Buligon: Chapecó é uma cidade que se desafia, é uma cidade “possível”. Já contamos com mais de 220 mil pessoas. É uma cidade que é possível a regularização fundiária, que é possível a mobilidade urbana, é possível a limpeza urbana, é possível projetos inovadores como o Programa Lixo Zero, é uma cidade que nos desafia a sermos melhores; ela não tem histórico de desistência de políticas públicas pelo desânimo que existe em grandes cidades. Em Chapecó, as políticas públicas bem trabalhadas, bem contextualizadas, acabam acontecendo não só pelo poder público, mas também pela iniciativa privada, pelas associações, isso porque ela tem no seu DNA um espírito cooperativista, um espírito associativista muito favorável às políticas públicas inovadoras, então Chapecó nos desafia, e acima de tudo, os seus números demonstram que a união da cidade e o envolvimento das pessoas com as políticas públicas fazem com que as ações aconteçam mais rapidamente. Isso prova o crescimento sustentável de Chapecó, aonde não temos problemas cruciais como vemos em outras cidades, por conta que aqui a política pública começa pela prefeitura, mas sempre acaba tendo o reflexo positivo nesse espírito de nos associarmos para resolvermos problemas. Aliás, isso está no nosso DNA. O isolamento de muitos anos do poder central com Chapecó acabou gerando em todos nós uma capacidade de nos unirmos para resolver problemas. Dentro desse conceito, dessa gênese, as políticas públicas promovidas pela prefeitura acontecem de forma mais autêntica, de forma mais original e, acima de tudo, pelas mãos de muitas pessoas, de muitas entidades.


Prefeito Buligon é abraçado por moradora do Bormann após receber a escritura aguardada há 102 anos (Foto: Lê Notícias)

Schettini: Você é um homem público de que linha política?

Buligon: Eu sou um Democrata Liberal, mas acima de tudo, se pudesse dizer qual a minha corrente eu diria que sou um humanista, eu acredito muito nas pessoas, eu acredito muito na capacidade que as pessoas têm de transformar, eu acredito piamente que tudo que aconteceu de bom na face da Terra, desde sua existência até hoje, saiu da cabeça de alguém. São as ideias boas, são as pessoas que têm que ser valorizadas, e se eu tivesse que me definir, eu diria que sou um “humanista de carteirinha”. Eu acredito muito nos valores da humanidade, acredito muito que as pessoas podem transformar tudo que quiserem. Então, a partir da sensibilização das pessoas, a partir das políticas públicas que aproximam as pessoas, nós somos capazes de fazer tudo aquilo que está no nosso alcance, com inovação, conquistando índices e desenvolvimento em políticas públicas que, até então, pareciam impossíveis.

Schettini: Quais são os problemas de um município do tamanho de Chapecó?

Buligon: Chapecó cresce, e junto com o seu crescimento nós temos grandes desafios, como a mobilidade urbana, a regularização fundiária, a conscientização da limpeza urbana. Chapecó cresce a passos largos e nós não podemos nos furtar disso, nós temos o problema de água. Chapecó não tem na sua superfície água capaz de atender todo o crescimento da sua população. Por isso da importância de termos políticas públicas integratórias e regionais. É por isso que assumo a condição de ser um protagonista também, já fui presidente da ARIS, Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento, e hoje sou presidente do Consórcio Iberê que visa, acima de tudo, entender a nossa bacia hidrográfica e o potencial dela para atender todos os municípios. Nós temos um projeto muito inovador dentro do Consórcio Iberê que é a Mata Ciliar, visando resguardar toda a nossa bacia hidrográfica para que tenhamos água potável para os nossos municípios. Então, a longo prazo, o grande desafio de Chapecó é a água, a mobilidade, o desenvolvimento regional sob o ponto de vista de gasoduto, de ferrovia, de rodovia duplicada. Por isso, cada vez mais me dedico a nossa cidade e também a nossa região, tendo uma voz só para as nossas reivindicações coletivas. Se nós formos buscar os desafios de Chapecó, nós vamos encontrar juntos os desafios da nossa região, ainda muito longe do poder, ainda muito longe das ferrovias, e que para ter potencial de crescimento da proteína animal precisa ter caminhos para dar vasão a essa incrível produção, e esse caminho pode ser via pacífico, através do Porto de Antofagasta, no Chile. Enfim, nós temos que buscar soluções nacionais e até internacionais para os nossos desafios dos próximos 50 anos.

Schettini: A oposição que o senhor sofre, te beneficia em quê?

Buligon: Eu sempre procuro fazer um filtro das críticas. Em muitos momentos a minha oposição exagera, cria fatos e faz declarações sem consistência, mas é importante que exista, para que tenhamos o debate, e viver com a democracia é isso. Muitos eventos criados pela oposição acabam unindo ainda mais o nosso Governo em torno dos nossos objetivos. Sabemos o que queremos para nossa Chapecó e para o nosso Oeste, e tudo aquilo que ajuda a impulsionar esse caminho nós valorizamos. Aquilo que serve apenas como obstáculo, nós desconsideramos. Eu sempre digo que, quando as bandeiras ideológicas e político-partidárias estão acima da bandeira de Chapecó não é construtivo, não agrega.E, é importante dizer que a oposição em Chapecó, principalmente nos últimos anos, em muitos assuntos tem trabalhado contra os interesses da cidade, não somente contra o nosso governo. Eu não me sinto atingido pela oposição, mas sinto que a minha cidade é atingida, e inúmeras vezes o discurso da oposição tem travado projetos importantes que a cidade precisa. Nesses casos, infelizmente, a oposição verdadeiramente acontece contra a cidade e não contra o Luciano Buligon.

Schettini: Há uma aproximação entre o governador Carlos Moisés e o Gigante Buligon?

Buligon: Sem dúvida há uma aproximação. Minha relação com o governador Moisés sempre foi a melhor, ele sempre foi muito receptivo e tem se demonstrado sensível às questões de Chapecó. Temos muito em comum na forma de fazer política e ele demonstrou isso nas suas vindas ao Oeste. Esteve agora há poucos dias novamente em Chapecó, reafirmando os compromissos que tem com a nossa cidade, e eu posso dizer que a atitude do governador Moisés com Chapecó é a melhor possível. Entendo que o governador é uma liderança política muito comprometida com todos nós e tem dado vasão a projetos históricos que estamos tendo a oportunidade de resolvermos juntos. Veio a Chapecó três vezes em 2019, sempre anunciando ações conosco. Destaco aqui o nosso pedido para Concessão do Aeroporto. É importante que se diga que o aeroporto é uma delegação do Governo Federal para o Governo do Estado. E o Governo Federal havia reafirmado que só precisava da anuência do Estado. Entendendo que a ampliação e modernização do nosso aeroporto é importante, e que nós havíamos aqui startado um estudo com um corpo técnico preparado, o governador Moisés imediatamente, em 24 horas, subdelegou que a Prefeitura de Chapecó desse início ao processo de concessão. Recebemos autorização dos Governos do Estado e Federal, e dos demais entes da aviação civil. E tivemos outra demanda muitíssimo importante para todos nós que é o Contorno Extremo-Oeste, que possibilitará que os investimentos da Aurora e da Alfa aconteçam de forma tranquila, e que possamos ter uma solução de mobilidade importantíssima. Quem está transitando na região da Efapi percebeu, notadamente, o quão aumentou a movimentação de veículos, principalmente, veículos pesados, e isso irá aumentar ainda mais. Com esses últimos investimentos das Agroindústrias, de aproximadamente R$ 1 bi, teremos um incremento de cerca de 220/230 caminhões por dia naquela região. Então esse convênio que o Governo do Estado sinalizou de R$ 25 milhões, mais R$ 8 milhões de contrapartida do município, nós vamos conseguir implantar o Contorno do Extremo-Oeste, ligando a BR-282 a SCT-283, e efetivando mais um eixo de desenvolvimento.

Schettini: Sua entrada no Democratas foi com aval de ACM Neto, Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e Onyx Lorenzoni. Qual a força disso?

Buligon: Sempre é bom reafirmar que a minha cidade está acima de qualquer interesse partidário. Tenho me dedicado muito a Chapecó, e sempre que vou a Brasília tenho as portas abertas. E não é o Luciano Buligon que eles estão atendendo, são as demandas da nossa cidade. Chapecó é uma cidade respeitada por tudo que já fez na sua história. Chapecó é uma cidade que cresce acima da média, além do seu tempo. Tenho sempre recebido em Brasília, independentemente de partidos, a dedicação que as nossas forças econômica e social merecem. A partir deste ano, todos os Ministérios têm grandes parceiros na construção de uma cidade que se desafia. E quando a gente mostra os números de Chapecó e apresenta as políticas públicas de Chapecó, sejam elas da assistência social, saúde, educação ou limpeza urbana, qualquer política pública que tenha avançado em Chapecó, que são muitas, tem encontrado em Brasília uma abertura impressionante, em todos os segmentos. Isso não é diferente no Congresso Nacional, na Caixa Econômica, no Banco do Brasil, nos Ministérios que já acessamos, e claro, com as lideranças Democratas.

Schettini: O que é honestidade, prefeito?

Buligon: Honestidade é um valor, um parâmetro, e muito além de ser um mote de vida, tem que estar presente nas atitudes de todos aqueles que administram o dinheiro público. Honestidade para um pai de família está nas suas gênesis, na sua essência, e ele não precisa provar isso para ninguém. Agora, quem está administrando orçamento público, além de ser honesto, tem que provar que é honesto, pois é um valor balizador da Administração Pública. Eu destacaria, honestidade e humildade, como os principais valores para um administrador que queira ter sucesso e conquistar a confiança de seus liderados e da população. Honestidade e humildade, para mim, são valores inerentes a aqueles líderes que querem perdurar por muito tempo na vida pública, fazendo a diferença na vida das pessoas.

Schettini: O Bormann chorou ao receber os documentos com mais de 100 anos de atraso. O que isso significa?

Buligon: Um resgate histórico de onde nasceu Chapecó. Lá em 1917, o aglomerado urbano que deu início a essa magnífica cidade, de números incríveis, que hoje todos nós chapecoenses comemoramos, começou lá. Ao longo dos anos, a população berço de Chapecó, não recebeu condições efetivas para se desenvolver de forma sustentável e com segurança. Então, buscamos resgatar a dignidade do Bormann, pedindo desculpas pela demora. Entregamos os títulos de propriedade para que os moradores deixem de ser posseiros e passem a ser proprietários, fazendo com que o Bormann seja um catalizador de desenvolvimento na região Sul da cidade. Grandes referências mundiais enfrentaram e resolveram problemas sociais com a Regularização Fundiária, cito aqui Medellín, na Colômbia. Hoje, os moradores das comunas mais populosas de Medellín vivem com dignidade, segurança e cidadania. Em Chapecó, juntos, enfrentamos esse desafio, e a população do Bormann pode sim sonhar com investimentos de novas empresas, instituições de ensino e, ser um case de desenvolvimento local, buscando financiamentos e melhorando suas condições de vida. O Bormann precisa crescer no mesmo ritmo que a cidade e agora tem condições legais para isso. O resgate da dignidade do Bormann demorou, mas veio, e representa muito para uma cidade que cresce com sustentabilidade. Estou imensamente feliz por ter contribuído para tornar realidade este momento tão esperado por 465 famílias.

Schettini: Qual o Brasil e o Estado ideais?

Buligon: Sempre tenho dito, e penso que não exagero: Chapecó e a região Oeste são exemplos para o Brasil! E diria mais, somos um exemplo de desenvolvimento regional para o mundo, por que não? De Videira a Dionísio Cerqueira, essa região chamada Oeste de Santa Catarina, emancipada há pouco mais de 100 anos, experimentou um desenvolvimento regional impressionante, conquistando o título de região que mais produz proteína animal no mundo. E como se deu isso? Isso se deu pelo isolamento, isso se deu pelo espírito associativista, pelo espírito daqueles que vieram para cá e, acima de tudo, pela capacidade que as pessoas têm aqui de trabalhar muito, muito mesmo, e criando instituições que são referência. As maiores cooperativas de Santa Catarina e umas das maiores do Brasil têm sede aqui no Oeste de Santa Catarina. Essa capacidade que as cooperativas têm de produzir, de competir como se fosse uma empresa de capital aberto, de competir, principalmente, nos mercados nacional e internacional, de ser agressiva sob o ponto de vista de inovação, de tecnologias, elas se igualam a grandes empresas de capital aberto. E elas têm outra grande vantagem que, para mim, é definitiva: têm a capacidade de distribuir como ninguém. Elas distribuem de forma igualitária a todos aqueles que cooperam. Então, o Brasil que eu visualizo é o Brasil do Oeste de Santa Catarina. Por isso que precisamos a cada dia dar mais voz política as lideranças da nossa região. Mostrar através dos nossos meios de comunicação que temos excelentes exemplos para inspirar o Brasil. E se eu pudesse sonhar, eu gostaria que o Brasil fosse o Oeste de Santa Catarina!

Schettini: Do que o senhor se arrepende?

Buligon: Verdadeiramente, não me arrependo de nada. Erros me ajudaram a ser o que sou. É do ser humano. Não exagero em dizer que aprendi mais com as derrotas do que com as vitórias. Sempre que erro, peço desculpas imediatamente. Os meus erros me ajudaram a ser melhor. Acredito que arrependimento não seja a palavra certa. Erros me ajudaram muito a ser o que sou, me moldaram, como sou hoje. Tenho consciência que muitos dos meus erros me tornaram mais fortes e, verdadeiramente, sou a somatória de todos que convivi. Digo e repito, cada dia que passa, cada ano que passa, tenho mais convicção de que ser humilde, reconhecer os erros, pedir desculpas e enfrentar as dificuldades é o grande caminho para todos nós. Nós precisamos exercer a humildade todos os dias, se não exercermos a humildade sempre, vamos perder a qualidade de sermos líderes, a qualidade de unir a cidade e unir as pessoas que pensam e trabalham pela nossa querida Chapecó e na região.

Schettini: Qual o seu futuro?

Buligon: Terminando meu mandato, volto a ser procurador de carreira do município de Chapecó, advogado e professor, mas nunca deixarei de ser um político. Vou estar sempre muito atento às questões da nossa região. Por ser a maior cidade do Oeste, Chapecó acaba sendo uma líder desse projeto pelo Oeste de Santa Catarina. Quero me dedicar muito a questões cruciais como a Rota do Milho, o desenvolvimento regional, as questões carentes de infraestrutura, como a duplicação das BRs, a ferrovia e os novos desafios que se apresentam, como é o caso da água. Enfim, estando ou não em mandatos, sempre estarei sintonizado com a minha região. Posso assegurar que amo esse meu território, território modelo para o País e para o mundo. O Oeste de Santa Catarina é um modelo que precisa ter voz. Então, se algum futuro terei, será com o objetivo de dar voz aos desafios do Oeste de Santa Catarina.


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