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Editorial | O país desgovernado

Por: Editorial
18/05/2021 20:36
Marcos Corrêa/PR

Adeptos do governo federal ignoram tudo, absolutamente tudo, que tem saído de podre das movimentações do presidente da República. O Brasil, sem comando e levado à insanidade, jogou a miséria para o povo. Nunca, em nenhum momento da história, se vê tantos pedintes, pessoas com fome, jogada nos semáforos das ruas brasileiras.

Não se vê uma só movimentação que demonstra sensibilidade desta equipe econômica que leva a nação à fome e ao desemprego. A pandemia tem seus desastres, influencia diretamente nesta balbúrdia, sabe-se que sim. Mas tem a assinatura plena desta chamada contribuição federal, dos membros do governo que não tem uma só reação como prioridade.

Tirou-se o sorriso sincero no rosto das pessoas. Ninguém ri ao ir nos supermercados, ao posto de combustível, na compra do gás de cozinha. A dona de casa, desamparada e desempregada, vê sua vida se tornar um nada. Mas por que tudo isso? Devido aos equívocos, esquecimento, frieza e desacerto do ministro Paulo Guedes, um digno representante dos bancos e da Bolsa de Valores de Nova York.

Sabe-se, mais que tudo isso, as vacinas que deveriam ter sido levadas a sério, compradas para imunização da população, foi ignorada, negligenciada, levada como piada pelo governo federal.

Ele ignorou máscaras, vacinas, estimulou remédios patéticos, colocou o país na descrença. Jogou o cidadão para as ruas, fomentou que a pandemia não existia e que era uma porcaria de gripezinha que mataria apenas mil pessoas no país.

Já são 430 mil mortes, contaminados para todos os lados, empresas quebradas, pequenos negócios destruídos, um caos total.

Os municípios entraram em disputa políticas pela vacina que Jair Bolsonaro renegou a estimular a aplicação. Dizia que não iria se vacinar e que ninguém era obrigado a toma-la. Ou seja, todos os atos que ele, o pseudo chefe da nação realizou, absolutamente todos, são o que se observa na vida das pessoas e, pior, com preços sem saídas que vieram de seus piores exemplos, decorrentes de suas consequências que, do lado de fora ou dentro das casas brasileiras, impera sonhos destruídos, cansaço, estresse, desespero, choro por perdas de pessoas amadas que morreram, desprezadas pelo governo federal.

Falou, muitas vezes, que pessoas morrem todos os dias, levando está doença cruel ao patamar da natureza da vida. É o caos, geral e inconsequente, que colocou o Brasil nesta loucura, bagunça, desprezo, amaldiçoado por um falso líder nacional.

Ele dá todos os tipos de exemplos negativos, ruins, prejudiciais. Agora, há poucos dias, andava de moto sem capacete diante dos olhos da nação. Mas Jair Bolsonaro observa-se como podendo tudo.

O presidente da República pode muito, mas não pode tudo. É por suas insanas movimentações, um desgoverno patético e incompetente, promotor da morte, violência, preconceito, uso mentiroso da fé, um fratricida, genocida internacional, que se vê pelas ruas do Brasil, a tristeza e a dor matando tudo e todos.

Ele não fala de outra coisa que não seja sua reeleição, seus interesses infames, da loucura demonstrada de seus filhos sobre a nação. Mente, promove informações falsas, ataca o meio ambiente, promove a desgraça com piadas e afrontas à Constituição.

O Brasil está mergulhado no inferno.


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