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Editorial | A democracia sob ataque

Por: Editorial
30/08/2021 15:51
Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro joga forte na própria derrota. Quando não tem mais apoio do Congresso Nacional, do Judiciário, MP e MPF, das Assembleias, dos governadores, maioria altamente absoluta dos prefeitos, com divisão de sindicatos patronais e de trabalhadores, que ajudaram ele a vencer as eleições, ele bate de frente com todas as forças da sociedade, quer passar a ideia de vítima, de injustiçado, de perseguido, que todos estão contra ele, quer dizer que usa seu último caminho para justificar o que não tem mais controle.

Sua iniciativa de atacar o STF, é para dar aos seus eleitores o ânimo de que é um enviado de Deus e que, em nome dele, governa para seu cercadinho. Mas está profundamente errado. Não vai conseguir passar a ideia de que é certo em tudo e todos estão errados. De que é divino fora da bolha que cativa. Esqueça isso.

Está completamente desesperado, sem chão, perdido, desorientado, incapaz de segurar a força de rejeição ao seu modo truculento, mentiroso, arrogante, soberbo e cheio de enganos que imagina justificar suas iniciativas perante o cidadão.

Tem a maior rejeição da história. Nega tudo, todos e ri das pessoas. Ninguém presta perante seus olhos.

Agora resolveu atacar o próprio vice-presidente porque está discordando dos métodos que tem usado para afrontar todas as instituições do país. Fala uma linguagem chula, sem verdades e, pior, ameaçadora.

Não tem credibilidade para olhar o mundo porque todas as lideranças do planeta rejeitam sua presença. Mas todos estão errados e apenas seu cercadinho e sua bolha estão certos.

Sem moral para nada, desperdiçou tempo e toda a fé que as pessoas tinham em seu governo. Ataca jornalistas, ri das pessoas, diz que não é responsável pela morte de quem ele afirmou não ser coveiro. Não incentivou a vacina, não liderou o país, cuspiu na maior crise sanitária da humanidade. Fez festas, aglomerações, rejeitou a ciência, trocou ministros, interviu na Polícia Federal, destruiu a força-tarefa da Lava Jato, brincou de brincar.

Se os cidadãos cansaram, então é movimento de fazer a troca. Não derrubar com impeachment, pois tem centenas de motivos constitucionais para tal, mas arrancar da presidência pela força do voto.

Ele já perdeu em tudo, mas é preciso perder nas urnas. Com a legitimidade do povo brasileiro.


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