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Daniela derruba o Oeste; Fecam ganha velocidade; Uvesc sem protagonismo; A miséria levada em brincadeira; Dário Berger e Esperidião Amin experientes; Estado ameaçado

Por: Marcos Schettini
29/04/2021 10:19 - Atualizado em 29/04/2021 10:58
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Transparência Criciúma
Bruno Collaço/Agência AL

Ameaças e soberba

Os deputados estaduais estão sendo vasculhados para que, de posse de informações, sejam usadas para amedrontar e criar clima de terror contra cada um deles que estiver apoiando Carlos Moisés. Se a pseudo governadora está coagindo os parlamentares, isso significa que a golpista está colocando o Legislativo sob ameaça institucional. Se os chamados dossiês contra cada um deles está colocando suas vidas em possível perigo, então é preciso ser feito uma investigação federal rápida sobre. Seria estes documentos usados como uma faca na jugular de cada um deles e colocando em xeque a história da Assembleia Legislativa de SC. Se isso é uma verdade, chegou-se ao fundo do caos. Até porque, quem tutela toda a máquina golpista liderado pela patética Daniela Reinehr, é Gelson Merisio, ex-presidente da Alesc por três vezes. Isso quer dizer que é o Estado sob ameaça?


ESTUPIDEZ

A interina Daniela Reinehr deu mais uma pedrada na cara do Oeste e do empresariado. Com a derrubada de Gigante Buligon da Secretaria de Desenvolvimento para colocar Ricardo Gouvêa, que já esteve na Agricultura, ela brinca de governar a uma semana do julgamento.


ABUSO

Além de trocar nomes irresponsável e desrespeitosamente, a interina Daniela Reinehr aumenta o tributo em 5% na gasolina. Aumenta o peso sobre o consumidor e ao empresariado. Os parabéns vão para Gelson Merisio por jogar contra SC.


REALIDADE

Clenilton Pereira, presidente da Fecam, está liderando um forte coletivo da entidade, Jailson Lima, médico e ex-deputado estadual, Rodrigo Fachini, ex-vereador em Joinville e Jorge Lacerda, advogado, em um roteiro de escuta-escuta com todos os prefeitos de SC. Olham de perto a agonia e desafios de cada um deles.


SENSIBILIDADE

A Fecam ganhou forte cenário positivo com Clenilton dirigindo a entidade. Deu nova vida participativa nos debates estaduais e colocou os prefeitos para sentarem na primeira fila das discussões. A instituição é a soma do esforço de todos os ex-presidente que, agora, saem valorizados com uma organização com voz e ações deliberativas rápidas.


VOZ

Não é apenas ser uma entidade como qualquer outra, mas uma Federação que debate para que os prefeitos sejam ouvidos e tenham a representatividade única. Por isso que Clenilton Pereira, prefeito de Araquari, foi na base escutar as associações. Ninguém conhece mais a realidade que o prefeito e vereador.


UVESC

É uma entidade fora da lógica de seu Poder de voz. O vereador, e nenhum outro, é quem sabe os problemas da rua, vila, dos bairros. Conhece cada beco, entrada e saída, dificuldades e soluções que o deputado estadual, federal e senador precisam escutar completamente. A União dos Vereadores de SC é só um nome.


ATUAÇÃO

Não se conhece uma só manifestação da Uvesc que tenha impactado no debate estadual. Com um exército de quase 3 mil vereadores, nenhuma entidade do Estado tem tanta voz ativa ao lado do cidadão. Uma poderosa força que está engessada e sem funções públicas de grandezas reconhecidas.


ELES

São os vereadores e prefeitos que movimentam as eleições estaduais para a majoritária e proporcional. Os atuais deputados estaduais e federais, senadores e nomes para disputar o governo, precisam do legislador local, que conhece os problemas da Chiquinha e do Bastião.


EMENDAS

Os deputados estaduais e federais saem Estado afora para levar recursos sagrados para fomentar os projetos locais e amarrar os prefeitos e vereadores. Por isso que a Fecam e Uvesc são duas frentes de trabalho. Quando não tem atuação, são apenas siglas ou letras que não servem para nada.


ELE

Dário Berger é um quadro que, prefeito quatro vezes, duas em São José, duas em Florianópolis, sabe muito o que é receber a atenção do governo estadual e federal. Hoje senador, o ulyssista valoriza graciosamente os prefeitos e sabe o desafio e agonia que cada um vive. Não à toa, tem eco para disputar o Governo de SC.


TAMBÉM

Esperidião Amin foi prefeito de Florianópolis e, como governador, soube o que é bater à porta do Executivo estadual e não abrir. Como foi deputado e novamente senador, viveu a lógica de estar pedindo e concedendo. Só o prefeito e o vereador sabem o que é apagão municipal.


APAGÃO

É chegar no Estado e não ser atendido. Ir a Brasília e voltar sem nada. Fazer ofícios e ter negado o pedido. Ser prefeito do interior é uma dupla agonia. Se vai buscar recursos e não vem, a oposição bate dizendo que foi passear e pegar diária. O município é o lugar do caos.


MISÉRIA

Quer conhecer um povo abandonado de verdade, é preciso ir a Entre Rios, entre Xanxerê e Xaxim. Fim de linha, é preciso dar uma volta até a parte escura da lua para chegar ao centro. O desafio dos prefeitos e vereadores por lá, é tese de abandono geral das autoridades.


PIOR

Comunidade indígena, o preconceito é tão escancarado que nenhum dos políticos de SC, sequer lembrou daquele município no dia 19 de abril. Nas redondezas, Ipuaçu, por exemplo, o último governador que lembrou daquele povo foi Esperidião Amin em favor das tribos Kaingang e Guarani com escolas.


REAL

Este patético Gerson Luiz Schwerdt, atual secretário da Casa Civil, não sabe a direção do vento. É um pseudo quadro mal pintado com cadeira fria, calculista e insensível com as causas dos prefeitos, vereadores e comunidades. Além de mentiroso, é uma voz fútil que desconhece a realidade catarinense.


MAIS

A patética governadora interina é um joguete nas mãos dos espertalhões e não sabe quem é SC. Ela é uma faz de conta, golpista e tutelada por fantasmas de olho no Cofre de Erário da Silva em 2022. Não sabe onde fica Marema, Entre Rios ou Painel. Os deputados estaduais não reconhecem.



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