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É preciso caráter na vida pública; Os deputados aos frangalhos de 2018; Gigante Buligon e Marcio Sander subiram Chapecó

Por: Marcos Schettini
20/07/2021 11:46 - Atualizado em 20/07/2021 12:06
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Divulgação

A conquista de Chapecó

Gigante Buligon acertou gol olímpico ao chamar Marcio Sander para assumir a Secretaria do Desenvolvimento Econômico. O ex-prefeito e o ex-presidente da Câmara têm tino e cabeça suficientes para elevar a Capital do Oeste para a quarta posição na economia de SC. Foram significativos gestos de sensibilidade que ambos construíram para fazer Chapecó alcançar esta posição. Não é à toa que Fernando Marcondes de Mattos, CEO do Costão do Santinho, ao lado da família Tozzo, entre outros, estão investindo 1 bilhão de reais em um empreendimento merecido ao povo daquele quintal. Empresários avançam em apostar no condado que abre-se para o capital. Não é uma altura conquistada por acaso, mas a visão de um gestor dando liberdade ao secretário de fazer acontecer. Ambos são a continuidade de outros, é verdade, mas foi na administração do marido de Lúcia Buligon que esta estrada ganhou velocidade. Sander herdou de Milton Sander, o maior prefeito de todos os tempos, a visão de facilitar, na lei, a abertura das portas. Gigante dirige a pasta de Desenvolvimento no Estado e, agora, faz o mesmo que Marcio realizou. São os bons no lugar certo.


BLÁ

Esta história de que entrou um cisco nos olhos dos deputados e não viram os R$ 5,7 bilhões na aprovação da LDO, é aquela lorota bacana que se conta para uma criança e ela acredita. Os filhos do presidente, por exemplo, só votaram a favor porque são inocentes.


INOCENTES

Votar a favor dos R$ 5,7 bilhões sem querer, é como assaltar os cofres públicos e não ver. É mais ou menos o deputado ir na casa da amante pensando que é a esposa amada. Ou ir no ginecologista quando deveria ser no urologista. É só uma montanha na frente.


PORCARIA

Esta turma de 2018 pensa que o eleitor é bobo e que enganam como se todos fossem idiotas. Destruídos na imagem, vão para as redes sociais pedir desculpas por tirar a merenda dos filhos da dona de casa, o caderno da sala de aula, o futuro do Brasil.


ENGANADORES

O leitor envia mensagem dizendo que não foram só os patéticos Daniel Freitas e Caroline De Toni, sua parceira de emanações, que votaram a favor dos 5,7 bi, mas os outros deputados também. Nada disso. A coluna está desmascarando os dois porque eles sempre foram uma fraude.


FRAUDE

Daniel Freitas e sua cocotinha de Chapecó se elegeram mentindo para o eleitor, enganando, fingindo serem limpos e toda aquela vergonha eleitoral. De fato, tem que fazer uma auditoria nas urnas eletrônicas. Não eram ninguém e fizeram tanto voto no Estado inteiro.


CHORÕES

A coluna bate nestas duas fraudes porque são exemplos do que é aquela eleição patética de 2018. Mas, em 2022, eles serão lembrados permanentemente para que o eleitor arranque a máscara dos dois. Embora neguem que o uso delas salva da contaminação. Se é que o leitor entendeu.


RENOVAÇÃO

Não é tirar o ruim e colocar o pior. Mas saber que são eles, o candidato a determinado cargo, ter uma história de valores morais, transparência, cidadania e voluntariado. Ser reconhecido como um líder necessário, representante dos novos ideais de alcances possíveis e, por ser sensível, age como.


ATAQUES

A imprensa, aquela que durante todo este governo eleito em 2018, apanhando nas frentes de Poder, negada, cuspida, negligenciada, sempre teve razão. E vai mostrar sua força nas próximas eleições. Tem quem vai dizer que as redes sociais são mais fortes que uma redação. É esperar para ver quem, de fato, é mais forte entre a verdade e a mentira.


VERDADE

É aquela que não precisa das explicações. Mostra-se e é compreendida em sua construção. Quando aparece, a todos ilumina e tira das trevas. É vista e amada por sua capacidade de Justiça e Cidadania. O ser humano tem sede e, nela, embriaga-se abundantemente. 2022 é o seu melhor momento.


MENTIRA

Está nas churumelas das explicações permanentes. Tem que ficar lembrando do que disse para falar outras e, assim, consequentemente. Tem casca fina e cheira a podre. É só olhar Aécio Neves, um típico exemplo do que há de mais nefasto e sujo na vida pública. E Daniel Freitas quer ser senador.



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