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TJ indicou o desejo; OAB venceu na forma; A força da democracia; Carlos Moisés em campanha no Oeste

Por: Marcos Schettini
22/07/2021 12:09
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Julio Cavalheiro/Secom

A corda oposição, acorda!

Carlos Moisés está no Oeste jogando cheques e mais cheques nas mãos dos prefeitos. Acompanhado de deputados estaduais, o marido de Késia foi elogiado gloriosamente por Marcos Vieira, tucano da gema, como o governador realizador, sensível, preocupado em pagar as emendas em mais de R$ 1,3 bi. Recurso que faz todas as lideranças rirem como criança na noite de Natal. O Papai-Noel chega com o saco cheio de dinheiro, abraçando, beijando e com todos dizendo que o ama. É uma festa total. Paulo Eli, o glorioso secretário da Fazenda, espera mais um recorde de arrecadação em agosto onde Erário da Silva, entupido de dinheiro, desperta a alegria geral. Com o MP tirando o bombeiro de qualquer culpa naquela questão dos respiradores, o inquilino d’Agronômica pula o inferno em direção ao céu. A oposição já vê a forca pendurada para a própria inquisição. Eleição tem que ter nome, dinheiro, deputados, muitos deputados, cheques, muitos cheques, prefeitos e obras. Sem esquecer a cereja do bolo na Casa Civil. O porta-voz de todos eles. Por isso, e apenas por isso, Mauro de Nadal vai junto em tudo. Tudo mesmo.


FORTÍSSIMO

Diogo Pítsica, na votação, foi observado como dominante do melhor currículo. Mostrou força moral, profissional e técnica ao ser, diga-se, consagrado pelos membros do TJ no quase dobro de votos. Na lista final, entregue ao governador Carlos Moisés, sua altura pesa positivo.


NUMERAIS

Foram 30 votos de diferença em relação ao segundo e terceiro colocado, uma situação inédita. Não que Wilson Pereira Junior e Carlos Salvalaggio não tenham reconhecimento para o cargo, mas a diferença de intenções, diz muito nesta luz representativa.


DESENHO

Diogo Pítsica saiu muito forte no meio judicial. Colocou um orientador na decisão final de Carlos Moisés e, de quebra, isola os demais. O governador já tem a leitura e não decide só. Se o nome tem apoio de quem o cerca, leva em soma a vontade expressiva da advocacia e do TJSC. Linha técnica e inteligente.


IMPASSE

Se Tiji tem a bênção do presidente do TJ, não avançou em votos suficientes e houve um empate perigoso. Duas podem ser a leitura desta votação em torno de Ricardo Roesler. Ou interferiu errado junto aos membros em favor do seu DNA, e a que vive o final de seu mandato na paz deste coroamento.


ELAS

A votação de Patrícia Effting e Tammy Fortunato mostrou que falta, muito mesmo, para que uma mulher tenha força sobre o machismo imposto. A presença masculina na escolha, quatro em seis na lista sêxtupla, diz. A representante de Tubarão, por poucos votos, quase derruba-os.


FUTURO

Patrícia Effting e Tammy Fortunato viram de perto o império masculino em todas as instâncias. Elas, infinitamente superioras, fizeram forte e terão, amanhã, o espaço garantido. Tem, neste Satélite diário, o respeito merecido. Onde a feminilidade exala, a tudo perfuma.


RESPEITO

Seja quem for o indicado do governador Carlos Moisés, fica demonstrada a força da OAB. Rafael Horn destruiu uma infame forma de escolha para elevar a real democracia dentro da entidade. Modelo para sempre, a votação precisa sensibilizar a participação maciça do advogado no futuro.


OPERAÇÃO

Por isso, a lógica diz por si. Se o critério da votação mais democrática fala nesta direção de força, as duas demonstrações de desejo, OAB e TJSC, deixa Carlos Moisés na prudência de atender a estas vozes. O peso técnico absoluto foi devidamente mostrado.


PROCURAÇÃO

A OAB e o TJSC deram a Diogo Pítsica o honroso reconhecimento da indicação perfeita que, não somente orienta o governador, mas sensibiliza-o a assumir esta condição. Tudo feito às claras, não se pode seguir em escuridão. A disparidade de votos é a bússola, sair disso, é se perder no mato.


TENSÃO

Carlos Moisés já viveu todos os sofrimentos possíveis na vida pública e, agora, precisa descansar a cabeça e desenhar os passos de amanhã. Não é ficar bem com todos, mas não criar mais inimizades, principalmente com quem ele precisa amaciar ânimos.


REGRA

Carlos Moisés foi o mais votado no segundo turno das eleições em 2018 pela vontade democrática. Não teria sentido se, chegando maciçamente na frente, a posse fosse de Gelson Merisio. Se este argumento diz por si, contrariar seria entender uma resistência desnecessária e um desrespeito à advocacia e vontade maciça do TJSC.


CONCLAVE

Quando os membros do TJSC apresentaram três para a escolha de um, inclusive com votação maciça, não há resistência que suporte os números. O Judiciário, assim como a advocacia, quer Diogo Pítsica nos seus quadros. Não é como na escolha do Papa, mas sabe-se que, lá dentro, a portas fechadas, acontece de tudo.





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