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Chapas da OAB em construção; As garras dos oficiais na Aprasc; A volta dos estádios; A força dos prefeitos de SC; A vacina matando o virus

Por: Marcos Schettini
09/09/2021 09:48
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O poder da vacina

Ignorando métodos nada científicos, as medidas de restrições, uso de rotas sanitárias, decretos utilizados para conter aglomerações, vacina e vacina, são os responsáveis pela queda no número de mortes e internações em Laguna, de Samir Ahmad e Anita Garibaldi, de João Cidinei da Silva. Também em São Pedro de Alcântara, do prefeito Charles, e de Forquilhinha de José Cláudio Gonçalves, o Neguinho. Da luta de Jorge Koch, de Orleans, ou da Dra. Saionara, de Lauro Müller. O talento de Sandro Donatti e Rose Maldaner lá em Maravilha e o espírito de trabalho de Luiz Daga em Águas Frias ou Silvano de Pariz na cidade de Quilombo. O próprio Tozzo em Passos Maia e seus colegas Volmir Felipe e Tibe, de Vargeão e Ponte Serrada, o valente Douglas Mello na preciosa Lebon Régis e Junior de Abreu da linda Garopaba. Não é fácil ser prefeito. Falar de todos eles, 295 campeões em cada lugar de SC, enfrentar a Covid e dar explicações ao comerciante, industrial, agricultor, não é tarefa para qualquer um. Desagrada, mas foram ações de necessidade. Por esta doença, Carlos Moisés quase perdeu sua honra e o mandato. É a ciência fazendo as coisas voltarem ao normal. Sem negacionistas, é a Fecam do presidente Clenilton Pereira, buscando vacina em SP, Rússia e Emirados Árabes. A dedicação dos vices, vereadores, a soma de todos os esforços. Aos poucos, todos vão vencendo o fantasma.


PALCO

Uma das fortes bandeiras que Gabriel Kazapi vai debater durante a disputa pela OAB, é a fragilizada democracia. O advogado está montando uma chapa representativa e deverá levantar a discussão na mesma linha que o presidente nacional Felipe Santa Cruz.


AFRONTA

Ao manifestar ser contrário à reeleição, Tullo Cavallazzi bateu de frente com Carlos Moisés e Jair Bolsonaro, ambos na busca por mais um mandato. E se contradiz muito. Ele mesmo tem três mandatos, 9 anos que preside a Comissão Nacional de Direito Desportivo do Conselho Federal da OAB. Morde e assopra.


BARATO

O desafio em volta de Tullo Cavallazzi é para que faça uma chapa e dispute a eleição pela presidência da OAB. Ele é articulado e tem um leque de grandes serviços prestados à OAB de SC. Embora negue, seu nome grudou em Paulo Borba. Para evitar, deveria disputar a presidência e mostrar rumos.


TERRÍVEL

Para montar uma chapa e disputar a OAB são necessários 104 nomes. É preciso habilidade para desenhar um alcance nesta direção. Por isso que o nome de Tullo Cavallazzi é desafiado. Como já foi presidente, tem altura para liderar um coletivo e mostrar força de organização.


TRABALHO

Hélio Brasil vai disputar novamente a presidência e aguçou os quadros para acelerar. Reina na região de Itajaí e alcança Chapecó a SMO. A importância do seu nome no jogo, aponta para novos tempos na OAB.


ROTA

O atual presidente da Ordem joga em igual peso dos demais. Sabe que um novo mandato implica mostrar os efeitos adquiridos no projeto. Rafael Horn mudou o método de escolha do 5° Constitucional e colocou transparência no procedimento. Isso, por si, agradou os colegas.


BASTIDORES

Os nomes que vão ser apresentados para a nova vaga no TJ, é motivo de muita disputa no jogo de escolha da presidência da OAB. Tanto Hélio Brasil, quanto Tullo Cavallazzi ou Gabriel Kazapi e ainda Rafael Horn, sabem que para construir esta chegada, é preciso habilidade e jogo político.


VALENTIA

Dentro da Aprasc, Associação dos Praças de SC, vive-se a agonia permanente de ataques vindos do corpo de oficiais. Eles se utilizam da força disciplinar para sufocar os sonhos de alcances de seus subordinados. É aí que o presidente João Carlos Pawlick enfrenta-os destemidamente.


JOGO

Os oficiais estão utilizando a presença do vice para dividir os praças e dominarem a entidade. Por isso que Sargento Facenda é a aposta para fragilizar Pawlick no processo eleitoral e derrubar o presidente da Aprasc do processo. Deputado Cel. Mocellin é um dos interessados.


DUREZA

Como tem eleição no ano que vem, Mocellin precisa contar com os praças para retornar à Alesc ou ir para Brasília. A Aprasc tem 16 mil homens, um exército de voz e mobilização política. Com Sargento Facenda aliado, o jogo fica a favor dos oficiais.


REAL

Esta história de oficial comandar uma entidade de praças é semelhante ao patrão dizer que ama seu operário. Caminham juntos, mas cada um no seu interesse. Segurança Pública é assunto da sociedade e, por isso mesmo, quem está ao lado do cidadão é o policial.


RETOMADA

Carlos Moisés vai chutar os portões dos estádios e liberar a entrada dos torcedores depois do dia 15. A vacinação, como sempre se soube, é o aliado da vida e inimigo do coronavírus. Com os números em queda e os protocolos garantidos, a alegria volta aos catarinenses. É a ciência vencendo.


RESPONSABILIDADE

Os passos dados pelas autoridades públicas inteligentes, aquelas que seguiram a lógica sanitária, observam queda em mortes, internações e contaminações. Carlos Moisés, até por ser bombeiro, guiou-se neste respeito. SC vai vencendo a doença e ganhando a vida.


TAMBÉM

Mário Hildebrandt, Eduardo Freccia, Orvino Coelho de Ávila, Antídio Lunelli, Antônio Ceron, Gean Loureiro, Joares Ponticelli, Adriano da Catarinense, Fabrício Oliveira, Paulinho de Bombinhas, Nilza Simas, Mariza Costa, Dioclésio Ragnini, Clésio Salvaro, Clenilton Pereira, Samir da Silva, sofreram.


ENFRENTAMENTO

Para citar outros, Pacheco de Concórdia, Oscar Martarello de Xanxerê, Vilson Trevisan de SMO, Cena de Pinhalzinho, Saulo Sperotto de Caçador, Kleber Wan-Dall de Gaspar, Godofredo de São Chico, Rodrigo Adriany de Garuva, Ari Vecchi de Brusque, viveram um inferno, oposição e situação.


TERRÍVEL

Medidas como Lírio Dagort em Xaxim, que mandou abrir tudo e a Justiça mandou fechar. O mesmo com João Rodrigues, adotando métodos contrários que provocaram enfrentamento da oposição. Não é fácil ser prefeito. Rafael Caleffi que o diga em SLOeste. Não é possível contentar a todos.



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