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O efeito Moisés em Lages; Esfriou o debate no MDB; João Amin e Altair Silva; Ana Campagnolo faz sombra; Eduardo Leite alucinou; TJSC em debate; O MPSC em Brasília

Por: Marcos Schettini
14/09/2021 08:57 - Atualizado em 14/09/2021 08:59
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A riqueza do Ministério Público de SC

Fernando Comin, chefe do MP catarinense, está em Brasília e, na posse de nomes do meio a que pertence, além de Augusto Aras, da PGR, procurador-geral da República, a presença de nomes ligados ao Direito Civil e Público. O catarinense levou sua grandeza ao evento e, no ato, recebeu um exemplar do livro do promotor de Justiça Diego Barbiero, uma promessa na área pela competência apresentada. Jovem com firmeza de pulso e valores demonstrados, recentemente elaborou o livro “Implantação de Malwares em Investigações Complexas”, com prefácio de Danni Sales Silva, promotor de Justiça no Estado de Goiás e Tocantins, pós-graduado em Direito Penal em Lisboa e Alemanha. O prestígio vivido por Barbiero junto ao MP em SC e Brasília é pela inteligência e comportamento do promotor. Perfil de ousadia e visão, foi chefe do Gaeco e trilha o caminho de sucesso reconhecido pelos pares. Comin, de altura e valores de igualdade, lidera o Ministério Público com pulso, rigor e desenvoltura. São riquezas na vitrine da Justiça, buscada na proteção em favor do cidadão. Eles, parte de um todo, são provas vivas de que o Brasil tem solução.


ESTRAGO

Carlos Moisés foi a Lages na semana passada e semeou R$ 57 milhões no quintal de Raimundo Colombo. O ex-governador, filho da terra, ficou oito anos no comando de SC e não teve mesma sensibilidade. Juliano Chiodelli, que é da Casa, foi o imediato nesta causa.


FRÁGIL

Raimundo Colombo foi um governador com qualidades, mas cercado de para-choques que impediam acesso junto à sua liderança. Longe de todos como uma mureta. Agora, sem mandato, paga caro. Isso que o slogan do governo era cuidar das pessoas.


DIFERENÇA

Se André Alves, chefe da Casa Militar no governo Moisés, exala simpatia e cordialidade, o dos tempos de Raimundo Colombo foi sisudo, inacessível, frio e distanciado. A derrota de Raimundo Colombo deve muito a ele que, mureta, impedia acesso e relacionamento.


ACESSO

Um governo distante, frio e distanciado, não merece respeito. As duas ressurreições de Carlos Moisés, deu-lhe um ar de cordialidade e atenção. Ao lado de sua equipe, liderada por Eron Giordani, Juliano Chiodelli e Carlos Eduardo Mamute, é outro tempo.


FRIEZA

Raimundo Colombo não aprendeu nada com Luiz Henrique da Silveira. Nas viagens para o exterior, apenas sua célula ia junto. Ao contrário, LHS escancarou o governo e apostou na imprensa para cobrir a comitiva. Se em oito anos não entendeu nada, o futuro é incrédulo.


INVESTIDA

Agora que Carlos Moisés entra no terreno da região serrana, Raimundo Colombo deve entrar no jogo para não se isolar. Por osmose, junte-se e, em silêncio, vá a estadual. Ao atacar Ricardo Guidi no Sul e Darci de Matos no Norte, está sendo desleal a quem ofereceu-lhe lealdade.


COBRANÇA

Se João Rodrigues apostar na chegada da esposa Fabiana, adiós candidatura de Raimundo Colombo federal. O lageano quer que o prefeito de Chapecó devolva sua aposta ao colocar o então deputado na Secretaria da Agricultura que deu-lhe 220 mil votos para Brasília.


ESFRIOU

O debate dentro do MDB, pelo que se vê, murchou. O partido se reuniu naquela data em que matou as prévias e, de lá em diante, amarelou o debate. Antídio Lunelli até foi almoçar com a bancada. Valeu pelo suco de laranja que todos tomaram. Fora isso, mais do mesmo.


ROTEIRO

O DNA de Esperidião Amin invadiu o Oeste para visitação. João Amin visitou as lideranças e, bem fisicamente, chamou a atenção pela defesa do pai para colocar o nome ao governo. O deputado estadual deixou boa impressão regional e, se isso é uma verdade, sai casado com Altair Silva a federal.


INVESTIDA

Altair Silva, bem com o pessoal do campo, vê seu nome ganhando altura para federal. Dentro da Secretaria da Agricultura, joga de artilheiro com uma equipe inteligente de trabalho. Se não for a estadual, o casamento com João Amin é lógica. Até porque, Jayana Nicaretta ainda está em construção.


SHOW

O trio aberração 2018, composto pela patética Daniela Reinehr e os dois iguais, Caroline De Toni e Daniel Freitas, vai ter que se esforçar muitíssimo para desenhar 2022. A moribunda vice-governadora quer Brasília e está atropelando Caroline. A briga vale pela pipoca.


ELA

Se Ana Campagnolo olhar para Brasília, derruba os três juntos. A filha de Job, que pensava-se fazer um mandato de gritaria e insensatez, trabalha muito e com impetuosidade. Tem quase 800 mil seguidores e, se estalar os dedos, chega ao Planalto Central.


CONVIVÊNCIA

Ana Campagnolo tem feito um mandato a deputada estadual com tranquilidade e altivez. Eloquente, ela atua na Alesc com desenvoltura, tranquilidade e respeito. Se desviar seus olhos para buscar Brasília, derruba a trinca patética de Daniela Reinehr, Caroline De Toni e Daniel Freitas.


NEGAÇÃO

Como sabia-se, nomes da ala feminina dentro da OAB, inclusive com força profissional em SC, não têm aceitado entrar na chapa liderada por Tullo Cavallazzi. O ex-presidente caiu depois que, embora negue, soube-se de sua aproximação com Paulo Borba.


SOCORRO

Aécio Neves, aquele saco de rolos e corrupção no estado mineiro, declarou apoio a Eduardo Leite nas prévias. É uma tijolada no rosto do governador gaúcho. Cheirador de problema, o hoje deputado federal tem uma nuvem de pó antiético pairando no ar que respira.


AGRADECIMENTO

Agora que Eduardo Leite recebeu apoio de Aécio Neves, aquele que teve a irmã, Andrea Neves, presa pela Polícia Federal por pedir dinheiro ao empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, patrão de Gelson Merisio, todos esperaram o vídeo do governador gaúcho mostrando gratidão.


RIQUEZA

Hoje, todo o corpo advocatício de SC pode acompanhar o circuito de palestras do painel “A Advocacia e o Poder Público”, que terá como palestrantes os ministros Rogério Schietti Cruz, do STJ, e Vital do Rêgo, do TCU, além do conselheiro Marcos Vinícius Jardim Rodrigues, do CNJ.


PAINEL

Pelo YouTube, com início às 09h, será conduzido pelo vice-presidente do TJSC, João Henrique Blasi, pelo advogado Marcos Fey Probst e Cláudia Bressan da Silva Brincas, que vai presidir as mesas durante as palestras. Projeto dos 88 anos da OAB e da Caasc, dentro da Comissão de Direito Administrativo.


CENÁRIO

No painel “A Advocacia e o Poder Público”, avanços e retrocessos, a relevância da advocacia no âmbito dos Tribunais de Contas e a atuação da CNJ nas garantias das prerrogativas da advocacia. João Henrique Blasi, Marcos Probst e Cláudia Brincas discutindo a força do Direito. A Constituição em debate.



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