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Entrevista | Com importante legado na Saúde, André Motta deve disputar eleições de 2022

Por: Marcos Schettini
14/09/2021 17:19
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Doia Cercal/Secom

Secretário de Estado da Saúde em um momento crucial da história recente, André Motta Ribeiro lidera um grande contingente de pessoas que está na linha de frente do combate ao coronavírus em Santa Catarina.

Com um leque de ações em todos os cantos do Estado, o secretário André Motta concedeu entrevista exclusiva ao jornalista Marcos Schettini, deu um panorama da realidade de imunização dos catarinenses e apontou reformas na Política Hospitalar Catarinense (PHC). Diante disso, afirmou que deve disputar as eleições de 2022, sem apontar qual cargo almeja. Confira:


Marcos Schettini: Qual é o tamanho da vacinação neste momento em SC?

André Motta: Neste momento, SC está com 4.930.000 registros de D1 e 2.520.000 de D2 com total de aproximadamente 7.500.000 de doses aplicadas. Porém, temos distribuídas mais de 8.500.000 de doses para os municípios (aguardamos os registros destas diferenças de doses). Há mais números disponíveis no vacinômetro do site coronavirus.sc.gov.br.


Schettini: Há falta de vacinas para a segunda dose?

André Motta: Estamos recebendo as doses do Ministério da Saúde conforme calendário proposto, com pequeno atraso na entrega da Pfizer para vacinação de adolescentes e doses de reforço. De resto, o Estado tem provisionado a D2 para entrega aos municípios em momento adequado.

Schettini: Será necessária uma terceira dose ou duas são suficientes?

André Motta: Estamos iniciando terceira dose de reforço para aqueles com mais fragilidades, da Fase I do Plano Nacional de Imunização (PNI).


Schettini: Com a pandemia, como está o controle da dengue ou outras doenças?

André Motta: Temos atuado de forma a orientar e alertar os municípios a necessidade de coberturas vacinais para todo o calendário regular, bem como atenção especial para controle e notificação dos casos de dengue, febre amarela e outros.


Schettini: O senhor acredita que o coronavírus será eliminado no mundo?

André Motta: Não.


Schettini: Em que situação estão os hospitais públicos e filantrópicos em SC?

André Motta: Estamos reanalisando a Política Hospitalar Catarinense (PHC), melhor política hospitalar já implementada no Brasil, para que possamos rever as ofertas e aumentar o custeio dos serviços hospitalares da rede filantrópica e própria, regionalizando o acesso à saúde para as pessoas, ofertando mais serviços e com mais qualidade.


Schettini: O governador Carlos Moisés quase foi cassado pela questão dos respiradores. Onde estão estes recursos?

André Motta: Temos um site do governo que informa o momento atual das ações de governo para recuperação dos recursos públicos (sc.gov.br/respiradores). Lembrando que foi o próprio governador, assim que informado, que determinou investigação imediata e ações para resolução do problema.


Schettini: Quem são, de fato, os responsáveis por este assalto organizado?

André Motta: As investigações estão sob responsabilidade da Justiça, forças policiais e órgãos de controle. Não tenho informações sobre conclusão de inquéritos. Recentemente, o próprio MP determinou quais indivíduos e empresas deveriam ser investigados.


Schettini: O senhor é candidato a algum cargo na próxima eleição?

André Motta: Sim


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