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Eduardo Leite é vôlei, Doria do boxe; Os ataques contra coronéis são fraudulentos; A maldição de Carlos Moisés

Por: Marcos Schettini
04/10/2021 11:53
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Ricardo Wolffenbüttel/Secom

A maldição de ser honesto

Carlos Moisés vai ser, até o último dia de seu mandato, seja deste ou do outro, atacado e desmoralizado por não ser fraudulento, sujo ou corrupto como são aqueles membros da praxe. Afirmar que há uma gangue de coronéis corruptos dentro do governo, é uma afirmação nojenta e absurda. Pecou-se na construção de um discurso transparente, mas não de roubo ou desejo enganado de assaltar o cidadão. A oposição tem o direito de fazer seu barulho, criar um terceiro chifre na cabeça do mal, mas em vão. Não vai sair CPI ou convocação do delegado Akira Sato. Está desgastando o governo que embala em direção a 2022, mas o discurso morre pela demonstração de nobreza dos membros do alto escalão do governo. Os oficiais são homens do bem, com caráter e tranquilidade moral. Podem até tentar sujar os valores que defendem, mas não por muito tempo. Ali, como se sabe, não tem jogo enganoso.


VICE

Eduardo Leite é o candidato preferencial de Jair Bolsonaro e Lula da Silva. O governador gaúcho é apenas um governador gaúcho e não passa disso. Não tem perfil de liderança para fazer um debate nacional que o país precisa. Por isso está sendo condicionado a ser vice de Ciro Gomes.


NATURAL

Claro que Eduardo Leite vai dizer que, se passar na indicação das prévias em 21 de novembro, será candidato a presidente. Mas não tem força política para fazer um chamamento em torno de seu nome porque é pobre em grandeza de liderança. Um bom rapaz apenas.


DISTÂNCIA

Eduardo Leite passa por SC e deixa apenas a imagem de um rapaz com boas intenções. Não tem altura para os grandes desafios que o país precisa. Pode convencer aliados internos do PSDB, mas não ganha luz no eleitor. É um cidadão para jogar vôlei e não boxe político.


BOXE

Com dois pitbulls na guerra política, o eleitor vai precisar de um líder com potencial de jogo, capacidade de raciocínio e um leque de ações modelos para aplicação no país. O preconceito contra Doria, odiado pelos bolsonaristas, é a prova nata da sua necessidade no ringue.


REAL

Enquanto Lula da Silva e Jair Bolsonaro vão se esfaquear no verbo eleitoral e Ciro Gomes fala a matemática que ninguém entende, a chamada terceira via vai ter que ter um quadro com posição e firmeza política. E este nome para entrar no ringue é o governador de SP, não do RS.


ATAQUE

A oposição a Carlos Moisés, na Alesc, se mobiliza para criar um fato que possa estremecer sua tranquilidade de comando estadual. A guerra entre Polícia Civil e coronéis, é antiga e insolúvel. E toda esta meleca sobre os softwares, nasceu na questão da Previdência.


EXPLICAÇÃO

O governador não tem uma gangue de coronéis corruptos. Este rótulo vai custar caro para quem quer atacar o coletivo dentro do governo. Tem muito militar na administração? A granel. Mas não são ladrões do dinheiro público. A oposição grita para ser escutada.


FALA

Se o ex-delegado-geral Akira Sato sabe das coisas, que abra o leque. Conte o que sabe e mostre a direção. A oposição quer criar um fato em cima de outro para gerar um clima de enfrentamento entre PM e PC, resquícios da aprovação da Previdência.


COBRANÇA

O jogo é criar um fato, fazer a ferida virar um tumor, a marola um tsunami. A oposição está certa. Quando, sem direção, não sabe qual linha seguir, procura qualquer rota. Querem encontrar algo para 2022. Cortar os tendões do governo, atacando em qualquer lugar.


VENDEDOR

Os deputados da oposição, de olho na urna no ano que vem, precisam de uma luz diante da penumbra em que vivem. Estão na esperança patética de usar um caso, já em investigação, para torpedear o governador. Querem revender a Torre Eiffel aos fabricantes.


JOGADA

Rafael Horn desafia-se para buscar o comando da OAB Nacional, lugar que Santa Catarina não ocupa há 30 anos e que, com a inclinação de Felipe Santa Cruz à esquerda, partidariza a instituição. Neste lance, nacionaliza a eleição estadual da Ordem e fragiliza a oposição.


CAPRICHO

A transformação que Rafael Horn produziu no modo de gestão administrativa e política na OAB catarinense, garantiu visível aprovação na classe. As digitais que imprimiu em SC, desafia-se a construir no plano nacional. Quer inovar pela exigência dos tempos atuais.


OPOSICIONISMO

O único discurso da oposição até então foi hostilizar uma possível reeleição. Ao sair de cena, acaba com as falácias. Uma gestão alta, transparente e ativa que cala, definitivamente, a gritaria evasiva. Horn dá visibilidade nacional à advocacia catarinense.


APOSTA

Com o nome de Cláudia Prudêncio para entrar no jogo, ela pode ser a primeira mulher, com fôlego de disputa real, a bater de frente e levar o jogo interno. Se o projeto valer, ela será a primeira a presidir a OAB de SC. Um feito ousado nos tempos em que se busca muito.


DESELEGANTE

Tullo Cavallazzi, que lidera uma das oposições, acusou o golpe e fez uma deselegante postagem nas redes sociais, durante o final de semana, confessando que recebeu o “drible da vaca”. Desnecessário, até pela história que tem, cair no discurso vulgar, chulo e machista.



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