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OAB por ela mesma; A vitória de Claudia e Horn; Os erros da arrogância; A derrota das fakes; O heroísmo de Kazapi

Por: Marcos Schettini
25/11/2021 19:22 - Atualizado em 25/11/2021 19:46
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Divulgação

VITÓRIA

A eleição deu o resultado aguardado. Quando Claudia Prudêncio colocou seu nome, a oposição massacrou a candidata porque, o ataque era em direção a Rafael Horn e, por isso, erraram o alvo. Com a vitória, ela assume como a 1ª mulher a presidir a OAB.


EQUIVOCADOS

A derrota da oposição se deu na divisão. Arrogantes, tinham como objetivo derrubar as movimentações de Rafael Horn sobre a entidade. O atual presidente fez um trabalho aberto que tirou vícios antigos e, por isso, inatacáveis.


MAIS

O único candidato real e verdadeiro dentro da disputa, com características reais de discurso e ruptura, foi Gabriel Kazapi. Mas a classe não entendeu e, por isso, vinculando-o à esquerda, quis tirar seu brilho. Entenderam errado e, por isso, apenas por isso, dividiram intenções.


PEQUENOS

Com um pensamento miúdo, a oposição foi às bases de bolsa Louis Vuitton quando, real, a maioria inicia sua vida com mochila e pão com ovo. A chapa de Vivian De Gann não perdeu e não é culpada. A montagem ficou na falta de bom senso de Tullo Cavallazzi que a tornou uma marionete.


MARIONETE

Por que o escritório de Tullo Cavallazzi não respeitou a oposição? Porque sua soberba é maior que a razão. Desentende-se com todos e a ninguém curva-se. É incapaz de perceber-se um quadro agregador e, por isso, tropeçou e levou Vivian com ele.


FRAQUÍSSIMO

Os números dos resultados dizem por si. O maior rival de Rafael Horn foi Tullo Cavallazzi. Jamais tentou convergir, embora os esforços. Sua única vitória nos resultados, foi sua arrogância impecável e indissolúvel. Ele continua assim, mantém-se na derrota.


SURRA

Por ficar em terceiro, incapaz de responder à falsa liderança que demonstra, o escritório de Tullo e Araújo marcam-se com o selo na porta de trabalho. Lá, agora, inscrito uma derrota fulminante e vergonhosa que poderia ser evitado. Muito dinheiro, pouca inteligência.


NÚMEROS

Claudia Prudêncio fez 12.797 votos (44,90%), Hélio Brasil fez 8.320 (29,19%), Vivian De Gann 4.352 (15,27%) e Gabriel Kazapi recebeu 1466 votos (5,14%). A diferença entre a vencedora de Rafael Horn e o 2º colocado, dá exatamente a aproximação com a candidata de Tullo. Isso quer dizer que o último saiu-se puro.


VENCEDOR

Sem absolutamente nada, além do discurso e boa vontade de trabalhar, Gabriel Kazapi foi o vencedor pela distância dos vícios impressos nas demais concorrentes. Sem dinheiro e equipe, com gasolina de chinelo, foi alto. Coroa a força, não há enfrentamento. Saiu maior.


CAMPEÃO

O maior de todos é Rafael Horn que, retirado da reeleição, agora assume como conselheiro nacional. Colocou Tullo no lugar onde merece, reconhece que Hélio Brasil torna-se um nome e, no futuro, pula por um ambiente superior. Cláudia deve- lhe tudo, inclusive.


GERAL

No mais, a resultado era esperado. A máquina que Rafael Horn criou foi moedora de ilusões. Sabia-se, pela lógica, que o panorama seria de Seleção Brasileira x Etiópia. O disparate, conhecido pela oposição, foi ignorado. Portanto, jogo de 7x1 na soma de todos os erros contra um acerto. Quem entende de fração, sabe.


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