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Vencedores da coerência; A pequenez da soberba e arrogância; Rafael Horn é tese; Claudia e Vívian maiores; Antídio Lunelli ilumina Brasília

Por: Marcos Schettini
26/11/2021 09:46
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Divulgação

Um gringo entre gigantes

Antídio Lunelli não sabe falar a língua dos grandes, mas pela posição que responde, vai muito bem. Se sua cidade recebeu um prêmio nacional pela gestão que empreende, é porque imprime o modo empresarial de administração. Levou para o gabinete público de trabalho ações e atitudes simples que experimentou nas empresas gloriosamente bem-sucedidas que leva nas costas. Em Brasília, ao lado dos presidentes do Senado e da Câmara, ficou menor que o prêmio recebido. É porque o prefeito de Jaraguá do Sul ostenta mais simplicidade e respeito que a soberba e malandragem que Rodrigo Pacheco e Arthur Lira desastrosamente demonstram. Ao lado de Carlinhos Chiodini, o deputado federal que preside a poderosa Comissão de Viação e Transportes, sabe trilhar entre os cães raivosos daquele ambiente. Ambos são da terra da WEG, os mesmos homens que inspirou o chefe municipal a ser humilde e do trabalho. Se estes não são os melhores atributos dos vencedores, mostrem outra equação de igual resultado.


ELA

Claudia Prudêncio recebe a cadeira de Rafael Horn na gratidão deste chamamento. Vai dar continuidade às ações que ele está desenhando e ativar um discurso de unidade da classe. A eleição já passou e, maior que o resultado acachapante, é fazer dele os alcances de gestão.


PARAÍSO

A presidente eleita vai descansar uns dias e tomar conhecimento da altura a responder. Rafael Horn, idem. Foi assinante pessoal desta conquista e, inteligente, dividiu os adversários. Agora pega a família e vai respirar neste final de semana. Na segunda, retorna.


INFERNO

Não foi a bolsa de Louis Vuitton quem derrubou Vivian De Gann para a 3ª posição, humilhante diga-se, mas seu tutor subliminar quem foi massacrado pela soberba patética de, a qualquer custo, derrubar Rafael Horn. Isso cegou-lhe e prejudicou-a. Ela venceu, ele perdeu.


MASSACRE

Todas as chapas em disputa na OAB, saíram vencedoras em sua lógica. Embora as fakes pateticamente visíveis, ataques infantis e campanhas caras, os protagonistas foram grandiosos. O único derrotado, total, foi Tullo Cavallazzi. Chicoteou-se como um tolo filipino.


SANGRIA

Tullo e o escritório Araújo uniram a soberba com falta de inteligência e, por isso, mesmo esbanjando dinheiro, tem cérebro curto. Foi presidente da OAB e deveria ter esta altura, mas preferiu ser pigmeu a convergência. Usou Vivian De Gann na ira tola e perdeu por ser miúdo.


CONTRÁRIO

Enquanto Rafael Horn foi na luz Sun Tzu de direção, Tullo Cavallazzi no tato. Andou na escuridão do ódio e do anti tudo que levou-o à 3ª posição. Com conjuntivite, tropeçou em Maquiavel e bateu a cabeça em Paulo Coelho, aquele patético autoajuda vendedor de quindim. O resultado diz.


CONJUNTIVITE

Inflamação que, quem teve, irrita-se. Parece areia que um imbecil qualquer jogou nas pálpebras que, coladas de ramela, impede a visão. Qualquer semelhança com Tullo Cavallazzi, é mera coincidência. Se mesmo em posse de todo o acervo literário de Norberto Ungaretti, não aprendeu, a doença continua.


SOCORRO

Nem como todo o dinheiro do BRDE do competente Eduardo Pinho Moreira, mudaria o resultado na eleição da OAB. Ali, para habilidosos, era mais diálogo e bom senso que sacos do Tio Patinhas. Dividiram o pé de frango e deixaram o peito, comeram a casca e ignoraram a banana.


PARABÉNS

Claudia Prudêncio passou a noite recebendo mensagens de reconhecimento à conquista. O grupo, liderado por Rafael Horn, agora conselheiro na OAB Federal, foi um britador sobre ovos. Conhecia a imprudência da oposição mais que pela força demonstrada. Serve de raciocínio.


VALENTE

Inocentemente desfilando mais a bolsa Louis Vuitton que as ideias, Vivian De Gann foi firme no jogo político em que foi mergulhada. Inatingida em sua beleza moral, tem silhueta de futuro por não ter responsabilidade na direção da campanha. Exalando feminilidade, venceu.


FIRME

Gabriel Kazapi, sem dinheiro e máquina, mas recheado de inteligência e bandeiras, chega em último, mas em pé. Não tem nada a temer pelos números que, em tese, igualam-se à sua altura. Advogados iluminados venceram nele. O melhor na disputa.



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