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Jornalista Marcos Schettini dá nota aos deputados estaduais, federais e senadores de SC

Por: Marcos Schettini
31/12/2021 15:33 - Atualizado em 03/01/2022 11:21
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Quanto vale cada parlamentar de SC? É a pergunta do último Satélite de 2021. Com a leitura de cada liderança com assento no parlamento estadual e federal, o jornalista Marcos Schettini avalia o desempenho e capacidade de articulação de cada um deles, deputados e senadores, e dá nota de 0 a 4 para auxiliar o leitor no raciocínio. Acompanhando o trabalho que realizaram ao longo do ano, é importante um raciocínio dos últimos três anos de mandato para que gere debate sobre a responsabilidade que eles têm sobre os destinos dos catarinenses. Confira:


DEPUTADOS ESTADUAIS


É uma liderança de atuação discreta, mas de trabalho. Joga bem dentro da bancada feminina e sinaliza sintonia com as demais em favor das mulheres. Não é um expoente, mas não exagera em sua exposição nas redes. Por ser de gerações, é uma servidora de boa experiência e inclinada ao debate. Nota 3.


Por responder pela Secretaria de Estado da Agricultura, atua forte como deputado estadual. É afinado a Carlos Moisés deste o 1º impeachment e, por isso, dentro do jogo. É de palavra, joga transparente e na tranquilidade. Vai fazendo o melhor dentro do que sabe. Em 2023, volta coroado com mandato de protagonista. É da célula de confiança do setor do agronegócio e imprime estes valores. Nota 4.


Entrou em 2018 naquela safra de maioria tresloucada, absoluta diga-se. Mas mostrou ideologia defensiva das bandeiras que acredita. Delas, nunca combateu a chamada Terra Plana e, dias atrás, realizou uma plenária de loucos na Alesc, todos contra a vacina. Mas tem 1 milhão de seguidores nas redes sociais. Pensou-se que seria uma deputada asquerosa e mentalmente perturbada. Se adaptou bem aos pares. Nota 3.


Um nanico e pseudo deputado. Atrapalhado e oportunista barato. É uma falsa liderança e perda de tempo, filhinho de papai. Apenas quer desonrar o Parlamento atacando os demais da Alesc sem apresentar uma só proposta de respeito em favor dos catarinenses. É um papagaio de pirata. Faz selfies e passou três anos brincando de idiotices. Não vale um só comentário de respeito. Nota zero.


Militar e fiel escudeiro de Carlos Moisés, ganhou o respeito dos pares pela lealdade e espírito público. É um quadro focado em debates pró catarinenses, de simpatia e discrição. Não é um expoente nas grandes discussões, mas é de fala tranquila e dinamizada. Em todas as votações mostrou-se naquilo que acredita. Entra e sai da Alesc com a cabeça erguida. Nota 3.


Experimentada como deputada. É uma parlamentar do chamado baixo clero, mas com persuasão e entrosamento. Não tem grande luminosidade como combatente, mas afina-se às discussões na ala feminina da Casa. Como mulher, faz bem o que lhe é pedido. Não é peso, também não cansativa. Nota 2.


É um tucano discreto, mas aplicado. Tem preocupação plena com o setor da saúde, área em que debruça por ser médico. É muito disciplinado e distante de grandes polêmicas. Afinado aos demais pares com transparência e altivez. Não é o que se chama de um quadro de ponta, mas tem atuação tranquila. Durante os três anos nesta legislatura, afinou-se. Nota 3.


Joga dentro do que se afirma diapasão. Afina-se em tudo que é pré acordado. Foi peça contra e pró Carlos Moisés e, justamente por isso, um dos cabeças firmes de ajustamento. Foi membro de salvação no impeachment e ganhou luminosidade. Atua e grita dentro do seu quadrado. É militante da Alesc e pelas ideologias que defende. Nota 4.


Não é uma Brastemp, mas afina-se às intenções da Casa. Ora evangélico, ora nem tanto, está procurando a porta de retorno em 2022. Pelo que desenhou-se às mexidas de interesse da Casa, tem abertura na lógica. Precisa demonstrar mais a si para entender a permanência em 2023. É daquela safra de 2018, mas com outra forma de eloquência. Nota 2.


Esperava uma atuação mais de frente. Foi presidente da Câmara em Joinville e aposta para ser prefeito em 2020. Ficou em 3º por não entender o meio do debate. Mas é um jovem quadro com altivez e respeito às discussões. Seus sinais são de alinhamento e produção de futuro. Precisa ser mais cabeça que cauda. Sabe o que faz. Nota 3.


Nem aí com exposição, é dono de si e das ideias que defende. Tem base de sustentação e joga com as conquistas da Casa. Discretíssimo, passa despercebido nos grandes debates porque já tem suas próprias bandeiras. Não tem interesse em voltar para a Alesc porque quer Brasília. É do time de controle total do parlamento. Indo ou não ao Plenário, deixa as digitais. Nota 3.


É um combatente oposicionista. Tira dividendos de cada grão dentro do parlamento e tem posição. Por isso, ganha luminosidade dentro do jogo. Como caminha na liderança do senador Jorginho Mello, inspira-se nesta fidelidade para bater de frente com o Governo de SC. Foi incisivo na cassação e mostrou lado contra os interesses da Casa d’Agronômica. Tem tudo para voltar em 2023. Nota 4.


Tem atuação discreta na Alesc. Afina-se às discussões de interesse da Casa e tira o melhor proveito da relação construída com o governador para produzir ações em favor da base. Seu mandato tem forte demonstração de fidelidade à igreja da qual pertence e aos jogos da Casa Civil. Tem posição clara e firme no meio evangélico. Tem tudo para voltar em 2023. Nota 3.


Afinadíssimo à bancada do MDB e à Casa Civil. Seu desempenho tem direção e comportamento pró Alesc. Ganhou a confiança dos pares, tem posição clara de fidelidade e joga pelas laterais. É um quadro com chances reais de retorno em 2023 e conquistou muito em favor da base que segura seu mandato, mas tem atuação discreta. Nota 3.


Inodoro. Se não estivesse na Alesc ninguém sentiria falta e, estando no Plenário, é invisível. Tem uma atuação ideologicamente doentia e irracional. Não tem o respeito dos pares ou da própria base porque, como deputado, é incompetente. Atacou mulheres, ignorou ideias, votou de modo confuso em todas as vezes em que poderia dizer porque existe. Nota zero.


Um deputado responsável, atuante e posicionado. Joga em favor do partido e dos pais, senador e deputada federal, mostrando-se desafinado da bancada pró Carlos Moisés. Não depende da Alesc para nada, mas respeita os pares com espírito republicano. Não é um expoente combativo, mas de valor parlamentar. O que afirma, mostra. Nota 3.


Foi cavaleiro entre os quatro que salvaram Carlos Moisés. Sofreu insônia e abusos verbais das bases e aliados do partido para roer a corda e cassar o governador. Ficou firme nos dois pedidos de impeachment. Tem posição e transparência. Apenas por viver o inferno de decidir o futuro de SC, mostrou altivez e respeito. Foi fiel à palavra, embora sua discreta atuação. Nota 4.


Herói de todos. Um quadro com posição firme, respeitado e de direcionamento. É visto como um líder absoluto de consulta e construção. É exemplo total de palavra e sustenta o que pensa. Quando diz, não há dúvidas. É atacado por adversários por ter muita luz política e base de edificação. Se o governo de Carlos Moisés vai na velocidade da luz, tem suas digitais de motivação. Nota 4.


Atuante em todas as frentes de debate. É oposição, mas não odiado. Faz o papel de camuflado, mas politicamente articulado. Bate e assopra, sabe como fazer e onde trilhar. Tem base evangélica e tira o melhor disso nas discussões ideológicas que lhe sustentam na vida pública. Tenta posição na majoritária e precisa de sorte para chegar ao sonho. Nota 3.


Uma laranja podre dentro do parlamento. Ninguém confia em sua palavra porque é marcado com o número da besta na testa. Todos os deputados não levam a sério nada do que diz. É o Judas de todas as alas. Um patético ser humano e um traidor da sociedade em todas os seguimentos. Está condenado ao fracasso eterno. Nota zero.


Atuante e bem relacionada com a base que lhe fortalece na Alesc. Joga aberta às discussões e tem cabeça erguida na Casa. Onde bate, encontra porta aberta. Não tem a radicalização de esquerda infantil ou imposições de edificação. Tira o melhor do mandato e sabe seguir na pauta pré-estabelecida. Bem vista, seus votos só aumentam. Nota 4.


Na Secretaria de Estado da Educação vai colher com ceifadeira cheia. Se for para deputado federal, chega. A estadual, idem. Mas olha, há tempos, o Tribunal de Contas. Se depender de sua vontade, desaparece da disputa e vai para o TCE. Tem o apoio do governador para esta busca. Faz acontecer com força política. Todas as semanas têm atividade junto aos professores. Triplicou seu poder de atuação política. Nota 4.


É um zé ninguém. Perda de tempo e de raciocínio. Não vai ser o próximo vice-presidente da Alesc e é um quadro morto dentro e fora do próprio partido. Mais usado que útil, é fracasso total. Não tem absolutamente nada que possa dar a ele qualquer valor republicano. Nota zero.


Águia do PSDB e da Alesc. Afinado, de palavra, bom de política e articulação. Líder de confiança total, quando diz, cumpre. É jogador centroavante e sabe como fazer gol olímpico, como liderar a salvação do impeachment, e cabeça ao garantir o que quiser dentro do cenário eleitoral. Cavaleiro-mor pró Carlos Moisés, quando sorri, recebe outro. Nota 4.


Da bancada feminina, a deputada tem o respeito dos pares e possui atuação discreta. Sabe o que fala e cumpre de modo confiante. Ganhou altura política, mas quer buscar Brasília de modo precoce. É que entendeu o espaço que ficou menor para retornar em 2023 e quer expandir para federal. É uma boa parlamentar e sua liderança dá brilho no Plenário. Seu melhor caminho é voltar onde se encontra porque tem força para tal. Nota 3.


Deputado da oposição, mas afinado à Casa Civil. Se for ver o que fala e sua atuação, está no partido errado. Do PL de Jorginho Mello, desenha pró Casa Civil, joga em favor de Carlos Moisés a quem, inclusive, foi líder de governo. Provavelmente sai da sigla e retorna ao PSDB na janela. É um parlamentar discreto, mas atuante. Tem tudo para voltar em 2023. Nota 3.


Afinadíssimo pró reconstrução do governo Carlos Moisés. Fiel e desenhado, chegou a ser governador interino justamente por ter nível pleno de confiança do meio. É presidente da Mesa na Alesc porque sabe o que faz. Devolveu agora R$ 350 milhões de sobra financeira ao governo e brilha completamente dentro do jogo republicano. Vai cumprir a palavra e dar a Moacir Sopelsa a próxima presidência da Casa. Nota 4.


Discretíssimo, o deputado é também presidente do PSD. Sabe a direção a tomar e joga dentro do coletivo pró Alesc. É do DNA da Casa Civil e tem luz própria. Um desajuste judicial tirou sua disputa no ano que vem, mas não tira sua força e respeito político. É um quadro de altura de construção. Em 2023, mesmo fora, está dentro do jogo. Nota 3.


Um final glorioso na vida pública. Não disputa a eleição em 2022, mas sai por cima. Será o próximo presidente da Alesc e com garantia de assumir como governador interino. É um exemplo de homem público articulado em favor do melhor debate republicano. Mesmo fora do parlamento, tem o espaço que quiser se a vitória do grupo pró Casa Civil sair vencedor no campeonato 2022. Nota 4.


Tem o primeiro mandato e também o último. Vai dar lugar ao filho Camilo Martins, presidente do Podemos e ex-prefeito de Palhoça. O deputado é corda afinada na Casa d’Agronômica e chuta na direção do adversário do governador. Passa pelo parlamento sem deixar grandes movimentos, mas conquistou, pela fidelidade, alcances de altíssimos recursos para o prefeito Eduardo Freccia, seu município base. Nota 2.


Um grande quadro dentro do parlamento. Discretíssimo em sua atuação, grita forte em favor dos hospitais. Neste inferno do coronavírus, foi atuante e afinado com o governo. Presidente da Comissão de Saúde, foi escutado pela Casa Civil e garantiu grandes recursos para combater tudo na área. Ex-presidente da Alesc, é respeitadíssimo dentro e fora da Casa. Nota 4.


Um provocador do próprio PL. Atual vice-presidente da Alesc, é do DNA em favor do governador Carlos Moisés, adversário do senador Jorginho Mello. Empresário forte, tem base para retornar em 2023, independente do partido que pertence. Ganhou tudo em 2021 porque mostra-se de palavra ao coletivo afinado a Eron Giordani, da Casa Civil. Fez base para voltar em outubro. Nota 3.


Parlamentar discretíssimo e valente nas bandeiras que defende. Durante os tempos de bolsonarismo, onde ser de esquerda era visto como crime, segurou no peito as posições que sustenta. Joga em favor do coletivo dentro e fora da Assembleia Legislativa. Inclinado das chamadas Comunidades Eclesiais de Base, nasceu politicamente nesta célula. É respeitado na Alesc por sua palavra. Nota 3.


Joga dentro do que lhe interessa e, fazendo este tabuleiro, conquista o que deseja. Tem tudo para ser uma das mais votadas em 2022 porque é estratégica ao usar a própria imagem como marketing político e eleitoral. Tem que definir um rumo partidário nos próximos dias e edificar o retorno. Tem portas abertas na Casa d’Agronômica e pulverizou recursos em todas as regiões de SC. Tirou o melhor dela mesma. Nota 4.


De mais votado em 2018, olha para Brasília. Não se tem nenhuma leitura possível para afirmar a troca da disputa pela Alesc em favor da Câmara dos Deputados. Sua atuação na Casa é abaixo do esperado e precisa definir seu destino ontem, não amanhã. É Carlos Moisés de modo discreto, mas vota afinado com a Casa Civil. Do mandato, não se pode dizer muito. Atua, mas precisa se convencer disso. Nota 2.


É um parlamentar discreto, mas afinadíssimo com Carlos Moisés. Segue no debate com Eron Giordani e com os efeitos desta relação. Tem discursos e recursos para produzir seu retorno de modo forte em 2023. É cabo eleitoral de si mesmo porque o PDT tem altura modesta em SC. Jogou toda sua força em garantir o pagamento de bolsas de estudos para a juventude estadual e isso engrossou sua força. Nota 4.


Um militante de primeira dentro e fora do parlamento. Puxaram seu tapete para cair em 2018, mas sua força na base fez seu retorno ocorrer naquele ano de convulsão política. Quando menos se imaginava sua capacidade de produção, fez-se firme e voltou bem. Ninguém duvida da mesma capacidade em 2022. É artilheiro do MDB e pilar da edificação no interesse ulyssista. Nota 3.


Traidor. Deu a palavra e roeu. Ele, assim como Laércio Schuster, é marcado pelo número da besta. Não tem confiança de ninguém e está condenado dentro do jogo. Atirou na testa de Carlos Moisés e do time que queria tirar nos dois processos de impeachment. Isso é imperdoável entre os pares e lei de todas a leis. Das escolhas feitas, seu melhor inferno. Mas é da personalidade. Nem Jorginho Mello confia. Nota zero.


Presidente do Republicanos, é de atuação tímida total. Se não tem nenhum aplauso grandioso em favor de sua liderança, apenas por ser deputado estadual, vota a favor da Casa Civil e, portanto, pró Carlos Moisés. Não é um parlamentar que mereça maior elogio, mas tira dividendos em favor de si. Se tem uma nota que possa exprimir com honestidade sua forma de trabalho é 2. Poderia ser nota 1 porque, real, sua liderança confunde todas as leituras. Nota 2.


Presidente do Progressistas, o deputado assumiu como suplente de Altair Silva que, na legislatura passada, também assumiu como suplente em seu lugar. Troca-troca de posição política, é afinado pró Carlos Moisés, mas atua na delicadeza desta posição. Não pode falar muito ou pouco, é uma tremenda sinuca de bico. Vai a deputado federal pela região Norte de SC. É leal e muito verdadeiro. Nota 3.


Cavaleiro da salvação pró Carlos Moisés. Ganhou e ganha todas as atenções dentro das Casas Civil e d’Agronômica. Vai a deputado federal com possibilidade total de chegar a Brasília. É bala de ouro ao lado dos outros três que tiraram o governador do inferno, devolvendo-o ao mandato. Tem atuação política forte e determinada. Disparou recursos para toda SC. Nota 4.


Parlamentar discreto, mas afinado ao jogo. Atua e constrói seu retorno eleitoral na mesma linha de respostas. Tem o respeito dentro e fora da Casa Civil e é voz declarada em favor de Carlos Moisés. Hoje, mais que na eleição passada, seu retorno depende das costuras que fizer acontecer. Dentro da Alesc é mais um. Nota 2.




DEPUTADOS FEDERAIS

Mulher de posição, discreta e de trabalho, tem uma história respeitada e digna de aplauso. Prefeita e com vários mandatos em favor de SC, não se sabe se deverá disputar a eleição em 2022. Tem mostrado cansaço e indiferença com o futuro. Viveu uma derrota significativa em 2020 nas eleições municipais na cidade que administrou, duas vezes, com reconhecimento mundial. O Progressistas não elegeu nem mesmo vereadores. Ao lado do marido e do filho, faz a trinca Amin de domínio pleno das três forças parlamentares de representação. Nota 3.


Um quadro altamente articulado. Vice-presidente do MDB nacional, presidente da Comissão de Viação e Transportes e deputado federal participativo nos grandes debates em favor de SC. É um militante produtivo e real liderança que faz SC ocupar um espaço valoroso no cenário nacional. Tem perfil, voz e visão política. É um dos melhores nomes em edificação nas fileiras ulyssistas. Trouxe recursos e construiu base nas eleições municipais. Nota 4.


A presidente do Cidadania é uma guerreira parlamentar que, ao longo do tempo, tem mostrado crescimento político e liderança de evolução. Na pandemia atuou de forma tímida e cometeu um equívoco político imperdoável ao assumir a Secretaria da Saúde de SC naquela infantil atitude. Avaliou errado e de modo desrespeitoso consigo mesma. Foi por instinto e manchou sua trajetória. Não perde o brilho e mantém domínio de respeito. Na eleição contra Antônio Ceron em Lages, perdeu por 56 votos. Nota 3.


Passou todo o mandato fazendo selfie e passeando pelo Brasil. Mas é muito melhor que Daniel Freitas, um zumbi dentro do parlamento federal. Lutou em algumas frentes, mas é muito ideológica e pouca racional em favor do mandato. Mas pode recuperar o respeito. É melhor que a vice-governadora, uma patética figura sinistra, pobre e incompetente, que assumiu duas vezes o governo de SC para destruir a si mesma. Se Daniela Reinehr assumir a candidatura a federal, as duas ficam na estrada. Nota 2.


Consolida, dia a dia, seu poder no comando do MDB. Mangas arregaçadas, faz com inteligência o que produz. Venceu Dário Berger por 8 votos o comando do partido em 2019 e, justamente por isso, empurra o senador rumo ao PSB para onde já deveria ter ido. O deputado federal não vai mais para Brasília e olha a majoritária como seu destino. Precisa vencer resistências ou assinar em favor de Antídio Lunelli, que já conversa com Carlos Moisés. É patrocinador declarado da ida dos ulyssistas para a reeleição do governador. Defende a agricultura e indústria. Tem o selo do municipalismo na testa. Aposta na esposa Rose Maldaner a estadual, casada com Valdir Cobalchini para federal, que entra em seu lugar. Nota 4.


Foi eleito na convulsão de 2018. Tem seriedade porque, do Exército Brasileiro, é disciplinado e atencioso. Tem bandeiras demonstradas, mas paga um preço duro por defender Jair Bolsonaro que não dá a mínima atenção ao catarinense. Se a bolha que vota no presidente jogar também a seu favor, tem tudo para voltar em 2023. Dos deputados do PSL que se elegeram naquela onda, é o que tem o respeito de todos da bancada federal. É um quadro simples, verdadeiro é muito tranquilo. Nota 4.


O pior deputado federal da história de SC. É evasivo, frio, sem projeto para o povo catarinense. Um parlamentar sem noção da responsabilidade do mandato, abusou da condição de congressista para passear pelo Brasil e fazer selfie com a ala ideológica do governo federal e Jair Bolsonaro, um presidente patético e inoperante. Passeou de avião e helicópteros pagos com o dinheiro da sociedade e não tem uma só conquista em favor da cidadania. É politicamente desrespeitado por entidades e colegas. Provavelmente vai tropeçar em 2022. Nota zero.


Tem trabalhado muito, seja dentro ou fora da Comissão de Constituição e Justiça. Assina, ao lado de Peninha, muitos projetos que foram aprovados nos últimos dias. Deles, a construção de obras nas beiras dos rios. Disputou a eleição pela terceira vez em Joinville, mas perdeu no segundo turno. Está correndo para voltar em 2023 e precisa buscar esta posição. Tem Ricardo Guidi forte no Sul, Raimundo Colombo em mesma construção e a esposa de João Rodrigues como candidata no Oeste. Sua atuação é muito positiva e com grandes serviços prestados ao cidadão. Nota 4.


É a versão Daniel Freitas e Caroline de Toni da região Norte. Um zumbi no Congresso e na vida pública. Não trouxe nada contundente para o debate. É um patético deputado e mentiroso. Enganou vários candidatos a prefeito e vice-prefeito nas eleições municipais e, por isso, não visita todas as regiões de SC. Na fusão PSL e Democratas, gerando o União Brasil, Gean Loureiro, presidente da nova sigla, ganhou protagonismo e retirou do deputado o que lhe restava de visibilidade. Hoje, não faz metade dos votos do fatídico 2018. Só se comprar. Nota zero.


Presidente do PSDB de SC, tem atuação e respeito às bases. Como deputada federal, representa bem o Estado e fala grandezas. Visita os municípios, trabalha por eles e entrega recursos. Se entregou ao mandato, mas sofre oposição dentro do partido. Tem que mostrar força na igreja a qual defende. A eleição do ano que vem vai por sua liderança em evidência dentro e fora do partido. Se não explodir em votos, vai ficar perto disso. Mulher e feminina, é uma referência no Congresso. Até por ter sido vice-presidente da Mesa na Câmara. Nota 4.


É um guerreiro em defesa da justiça tributária e política. É o que menos usou dinheiro público dentro do parlamento. Tira as melhores notas de respeito aos recursos disponíveis de gabinete e tem postura transparente. Seu partido é um erro de direcionamento e, pode, se assim entender, trocar de sigla. Se fizer uma boa avaliação do seu mandato, foi o mais discreto de todos da bancada federal, mas igualmente trabalhador. O prefeito de Joinville, Adriano da Catarinense, pode declarar apoio à sua reeleição a qualquer momento. Até porque se não dizer e não garantir o único deputado federal da única prefeitura do Novo, se fragiliza para buscar a reeleição porque ficaria evidente sua fraqueza política. Nota 4.


Deputado distante do debate, pouco ou quase nada em relação aos grandes temas. Não é de prestar contas de sua atuação política, interage de forma fria com a sociedade e se comunica muito mais pela assessoria que pela própria força. Na Câmara é do baixíssimo clero, abaixo do baixo clero e, portanto, fraco e inoperante. Foi o mais votado em 2018 pelas circunstâncias do momento político. Hoje, tem que quadruplicar as respostas de trabalho. Nota 1.


Um falastrão. Só fala e fala. Perdeu muito da grandeza política e é um quadro sem sal para SC. Não tem um projeto que aprovou em favor da cidadania e precisa da volta de Lula da Silva para aparecer novamente. Virou político profissional e esqueceu as lutas de toda a sociedade. Trabalha para sua base e não para todo o Estado. Sua atuação na Câmara é só ser oposição ao governo federal. Ao menos isso, até porque o governo de Jair Bolsonaro é uma porcaria. Nota 2.


Um parlamentar movimentado e forte na região Sul. Tem peso de apoio e com muito serviço em favor do cidadão. Está crescendo muito e pode ser, inclusive, um dos mais votados do PSD. Está correndo SC, entregando recursos para prefeitos e lideranças locais. Não é espalhafatoso e não gosta de fazer barulho. Tem perfil de homem público e espírito republicano. Se comunica bem e amplia pela simpatia demonstrada. Nota 4.


Foi eleito o melhor deputado federal do Brasil. É articulado, inteligente e atencioso com todos os prefeitos, vices e vereadores que vão ao seu gabinete. Lá, escuta e dá destino aos pedidos. Seu gabinete está sempre cheio e as pessoas são bem acolhidas. Nesta corrida eleitoral, tem tudo para sair vitorioso apenas em Joinville onde, provavelmente, é candidato a prefeito em 2024. Não tem sentido ficar no Podemos e, provavelmente, deve ir para o PSDB onde tem chances reais de reeleição. Parlamentar envolvido em todas as discussões, ganhou o respeito dos pares e da sociedade. Aprendeu a fazer e como tirar dividendos políticos das atividades. Nota 4.


Da tropa pró Jair Bolsonaro, defende bala na cara de bandidos e armamento. Quer terminar seu último mandato aprovando a posse de arma para defesa do cidadão. Tem assinaturas de grandes trabalhos em favor da sociedade, como o projeto aprovado e sancionado pelo amigo e presidente que dá liberdade aos prefeitos decidir sobre obras em beiras de rios. Sai e dá lugar ao seu chefe de gabinete, o jornalista Rafael Pezenti, que afirma estar eleito em outubro. Deveria ter sido melhor aproveitado pelo Palácio do Planalto. Pode ser ministro do Turismo com a saída de alguns ministros do governo federal para disputar as eleições. Nota 3.




SENADORES

É um quadro dos melhores. Seu trabalho é de experiência e capacidade política. Tem jogo, simpatia e raciocínio político. Quer ser governador de SC e tem pulso para isso porque, experiente, sabe onde e como fazer. Sua vida parlamentar em Brasília é rica em produtividade e o Estado deve a ele muitas das conquistas realizadas. Se conseguir imprimir sua ida política para o PSB, que já deveria ter tomado a iniciativa, encosta em Lula da Silva e garante um debate político interessante e possível. Errou ao não decidir no dia 19, que era seu prazo final. O MDB não vai lhe dar espaço na cabeça. Se ocorrer, é milagre. Todo ele será mergulhado pró Carlos Moisés. Não tem espaço político ou geográfico porque está na mesma região do governador. Os ulyssistas não vão abrir mão da presença com o marido da Késia. Não pode perder o timing e auto asfixiar. É um quadro que merece ser governador pelas qualidades que demonstra. Nota 4.


O senador já é hegemônico no jogo. Seu partido é governo em SC e não tem força para disputar um cenário se Jair Bolsonaro despencar nas pesquisas. Isso implica uma disputa e pode dar ao ex-governador um palanque vazio. Tem quem vá dizer que o presidente da República não teria nome fixo e, por isso, todos poderiam apoiar sua reeleição. Bobagem. O inquilino do Palácio do Planalto é devedor dos catarinenses e não trouxe nada a seu favor. Passeou várias vezes e passa ridículo na opinião mundial com o desastre na Bahia, enquanto realiza manobras patéticas no Beto Carrero, com um livro inteiro de idiotices que disse ao longo dos três anos. Quem quer disputar a eleição para governador precisa, no mínimo, de bom senso. Esperidião tem muito e exala verdades e respeito. Estar ao lado do presidente na disputa de 2022 é dividir com Jorginho o que, em tese, também precisa. Amin é unânime em todos os valores possíveis. Sendo governador, o Estado está nas melhores mãos. Nota 4.


Tem trabalho é muita sorte. Colou seu nome no desastroso presidente da República que não está preocupado com os interesses do Estado. Ele desce em solo catarinense e ri da cara de seus eleitores que, agora, são mínimos em relação a 2018. O senador fez e faz o que é preciso para ter respostas em favor dos catarinenses. O Brasil ganhou com sua eleição em 2018. Ele criou o Pronampe e o Relp. É de trabalhar incansavelmente e, por isso, merece ser governador. Quem mais lhe atrapalha é o próprio presidente que só fala loucuras e idiotices, mas tem seu eleitorado garantido. Por isso aparece no Estado e vai descansar enquanto o mundo vê o Brasil passar vergonha. O PL é um lugar que vai expandindo seus interesses e ganhou dimensionamento. Jorginho não tem nada a perder. É um político de sorte porque caiu na lógica de raciocínio de vencer tudo o que disputa. Pode ser que o eleitor entenda isso. Se ocorrer, vai para a presidência do Brasil. Tem coisas que não há explicação. Valente. Nota 4.


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