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O jogo sucessório já começou; A força do Plano 1000 em 2022; A Casa Civil ferve; Parisotto e Miotto pró; Moacir Sopelsa escreve-se na Alesc

Por: Marcos Schettini
12/01/2022 11:04 - Atualizado em 12/01/2022 12:25
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Solon Soares/Agência AL

A coroação de um homem humilde

Moacir Sopelsa é um quadro do campo. Lá, com seus ensinamentos rurais aprendidos com os pais, foi para a vida pública oferecer ao cidadão. Tem erros, mas infinitos acertos. Ao ser elevado à presidência da Alesc, termina nela sua chegada. Vai liderar os pares dentro do que assimilou em convivência. Aí, à Mesa, terá o suporte para brilhar como e, adiante, ter a mesma oportunidade de Mauro De Nadal que respondeu interinamente pelo governo. Por isso, seu vice-presidente não será Marcius Machado, um inconsequente com labirintite. É o MDB vivendo suas glórias como cabeça, não cauda. Vai chegar compromissado para sair pela porta que entrou. O Parlamento é lugar de grandiosos, embora os pigmeus. Ele vai receber o governador e as chaves da Casa. Vai dizer-se independente em clara afinação, líder na voz de todos os leais parceiros com cadeira naquele Legislativo. Os ulyssistas e quadros da indústria e comércio, em peso, estarão por lá no dia 1° de fevereiro. É o rapaz simples de Concórdia sendo ele mesmo até o seu determinado tempo.


ANIMAÇÃO

Os deputados estão acelerados rumo às discussões de outubro. A base de apoio está fazendo ping-pong com o governo que injeta alto em suas respectivas regiões e clareia o horizonte de alcance. Quem entendeu, sabe. Já a oposição, do lado de fora do estádio, assiste aos fogos.


ESCOLHA

A oposição tem três partes. Os traidores que venderam a alma para o Diabo e, portanto, ninguém confia. Aquela que é esperta e tira dividendos o tempo inteiro e a outra que, nem um nem outro, não sabe o que seguir. Chora no próprio enterro e levanta a mão sinalizando.


SINALIZANDO

É aquela oposição que está entre o inferno, fora do Plano 1000, e o cântico que não escutaram em 2021. Agora, pelo tato, saem batendo as mãos pelas paredes para chegar à porta em busca disso. Sabe que não tem onde pedir e, portanto, 2022 é a cara de suas escolhas.


ESCOLHA

Quando ocorre, rejeita-se outra. Bíblico, vigiai para não caíres em tentação. Esta sempre foi melhor que a penitência. Na verdade, ceder aos seus encantos é do ser humano. Mas traição é do Diabo, inclusive o loiro, aquele introduziu-o em Laércio Schuster. Quem sabe, viu.


VIL

É aquele do mal, que é guiado nisso, deste. Tem características próprias e, por isso, mostrado em seus cacoetes. Esperidião Amin que o diga. Laércio Schuster traiu o hoje senador em Timbó, o presidente do Progressistas, Silvio Dreveck, e como cereja no topo, beijou Carlos Moisés. Se voltar em 2022, valeu tudo o que fez.


FORA

O jogo sucessório de 2022 tem muitos motivos para defenestrar os algozes que se guiaram na infidelidade entre si e aos acordos. Os traidores que beberam do cálice e cuspiram nos pares, já estão condenados. Só não sabem. Ser oposição é do jogo. Enganar na palavra, é fim.


FIM

A Casa Civil trabalha e tem o mapa sob seu comando. Nisso, estão somados todos os esforços entre o setor de inteligência que comanda as iniciativas. Vereadores, prefeitos, deputados, estaduais e federais aliados, jogam juntos no minucioso cerco. Todos eles, são bifes aos leões.


LEÕES

Não o Avaí da Série A, estão afiados para degustar, já a partir de abril, os efeitos de abandono em que, todos eles, estão em exposição. Sem ter onde correr, buscam a saída da jaula para retornarem em outubro. Mas tem que passar por Eron Giordani, Carlos Mamute e Juliano Chiodelli.


CORO

Camilo Martins, o presidente do Podemos, só não atira a bala de prata em direção a Laércio Schuster porque precisa dele na soma dos votos. Embora a liderança do ex-prefeito de Palhoça seja autônoma para, se quiser, buscar Brasília. O filho de Nazareno é muito forte.


JUNTOS

O Podemos de SC vai com Carlos Moisés. Até porque não teria como não responder nesta direção. O deputado Nazareno Martins vive em campo celestial, dentro do governo com proteção plena do marido da Késia, no pronto atendimento do cônjuge de Renata Giordani.


AMARRADO

Embora o Conselho da Igreja do Evangelho Quadrangular tenha sacramentado a reeleição do fiel e valente deputado Jair Miotto, o presidente do PSC e das lideranças religiosas, continua na ativa. Narcizo Parisotto já começa a olhar para Carlos Moisés.


ELE

Narcizo Parisotto é um quadro inteligente e vencedor na vida eleitoral. Saiu do jogo, mas está no comando político. Jair Miotto, sua cópia fiel dentro da Alesc, joga pró Carlos Moisés via Eron Giordani e Julio Garcia. Da base, o deputado do PSC escuta primeiro seu criador.


CRIADOR

Jair Miotto é da costela de Narcizo Parisotto e vive ao lado dele neste Jardim do Éden. O rapaz cresceu dentro da Igreja Quadrangular e olha para esta gratidão antes do encanto de Moisés da Silva. Mas como todo paraíso, há a maçã envenenada mordida pela cobra.


COBRA

O presidente do PSC de SC é um quadro inteligente. Saiu dele, do seu cérebro, a criação da Igreja do Evangelho Quadrangular. Ele sabe quem é a serpente dentro do paraíso que envenena a fruta proibida. E por ser grandioso, é sábio suficiente. Vê que não é seu deputado estadual, do seu DNA, a infidelidade. Jair Miotto é de verdades demonstradas.




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