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Raimundo Colombo negado; Os movimentos e tropeços; Moisés mudou; Gean cresce; Jorginho voa; Dário aguarda; Jailson Lima volta

Por: Marcos Schettini
26/04/2022 15:04 - Atualizado em 26/04/2022 15:07
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Divulgação

Jailson Lima no topo

O ex-deputado estadual é um grande quadro do debate. Além de médico competente e articulador mordaz, está sendo chamado às discussões de construção do nome de Lula da Silva em SC. Ao passar por Curitiba, ao lado da deputada e presidente do PT nacional, tomou ciência da própria responsabilidade que marca seu passado dentro da edificação do partido que ele, ao lado de outros gigantes, construiu no Estado mais conservador do país. Gleisi Hoffmann deu um panorama dos trabalhos que estão sendo realizados para firmar o nome da principal liderança da sigla, chegar à presidência em outubro. Com Dr. Rocha, advogado que acompanhou toda a estada do ex-presidente em Curitiba durante a prisão, está se afinando ao grupo. Com a simpatia de Décio Lima, vai cerrar dentro do cenário. Jailson é inteligente, quadro de alto potencial de articulação e de uma fidalguia exemplar. Foi ele, juntamente com lideranças como o advogado Jorge Lacerda, que formatou a nova diretoria da Fecam na vitória de Jorge Koch que, pela chegada, deve a eles a gratidão eterna. São peças de fartura de caráter que marcam as luzes de SC. Hoffmann muito bem cercada. Se o Partido dos Trabalhadores abraçar sua energia, outubro fica mais perto.


ELE

Raimundo Colombo tem buscado passar pelo inferno da indiferença que o partido tem lhe dado. Fez o gesto de amor bandido a João Rodrigues e patina iceberg abaixo, embora os esforços para colocar sua bandeira no alto. No final, está só.


SOZINHO

Quando o lageano insiste em bater e ninguém abre-lhe uma única o fresta, já observa-se abandonado. O PSD não quer Raimundo Colombo liderando absolutamente nada. Ele está passando pelo pior pedágio político da carreira.


MUDO

Se ele foi beneficiado pelas gloriosas formas de colocar seu nome dentro do jogo, este mesmo, agora, utiliza-se dele para tirar tudo. Furaram seu sapato e jogaram brasas na trilha. Ninguém dentro do PSD levanta a voz sobre outubro.


CERTO

Ao atacar o governador com aquele blá sem sentido, Raimundo Colombo joga-se no próprio cadafalso. Foi ele, sem qualquer má intenção, provocador de um Fundam que se jogou da Hercílio Luz. Ficou apelidado de afundam, justamente por enganar prefeitos que hoje o ignoram.


COSTAS

A bancada do PSD ignora o ex-governador de modo transparente. Não há enganos. Ao contrário do que Raimundo Colombo fez em seu governo. Para atender um prefeito ou um deputado, tinha que passar pelo purgatório do Nelson Serpa. Outro igual.


BAGAGEM

Raimundo Colombo deve refletir muito sobre seu passado no tratamento à imprensa e colaboradores. Seus secretários foram travados no jogo porque não deu a eles a altura merecida. Paulinho Bornhausen que o diga. Agora quer o respeito que não ofereceu.


MEXIDA

A entrada do PSD em favor de Gean Loureiro é, agora, um excelente sinal de distância de Carlos Moisés. O governador não tem colocado nenhum sinalizador na varanda da Casa d’Agronômica para que a bancada possa observar. Agora, como se sabe, acabou.


ENTÃO

Agora é com Gean Loureiro as mexidas para que seu projeto de poder seja viabilizado. Ele sabe que quando passa pela Colombo Salles rumo a outubro, chega no máximo em Rancho Queimado na divisa com Alfredo Wagner. Se ganhar luz com o PSD, vai.


PORTA

Eron Giordani fez o que deveria para dar a Carlos Moisés toda a luminosidade que precisou. Tanto ele quanto Carlos Eduardo Mamute foram até o Hemosc para disponibilizar bolsas de sangue em favor do marido da Késia. Se o governador tiver consciência, chama-os.


CONSCIÊNCIA

Carlos Moisés ateou fogo na patética ponte que o separou, por doloridos dois anos e um bis de impeachment, para entrar no hall das boas conversações. Deve, aos quatro deputados, em nome de todos os fiéis da Alesc, a Eron Giordani e Carlos Mamute, a sobrevida que demonstra.



PERIGOSO

Gean Loureiro precisa viabilizar sua ida em outubro. Tem que mexer muito mesmo na capacidade do 3º olho de Fábio Veiga, ter algo pessoal para além da gestão na Capital. São dias de tensão no tendão que colocam incertezas. A piscada do PSD foi um achado.


ACHADO

Jorginho Mello está fazendo campanha mordendo o osso no fundo do quintal. O senador está marcando o terreno e, em Joinville, seu nome brilha. O pessoal da extrema e do centro, já abraçaram sua liderança. Está forte.


POIS

O presidente do PL está cercado por escorpiões do bolsonarismo. Ninguém desta ala confia nele por razões óbvias. Jorginho já lavou os pratos de FHC, Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer. Aloprados, o senador sabe que, no tempo certo, eles picam sua pseudo careca.


BACANA

Dário Berger está na dele. O PT de Décio Lima tem alvejado seu nome disso e daquilo. Quem vê assim, o senador do PSB é um adversário. Falam pelos cotovelos que o irmão de Djalma Berger vai de vice ou Senado. Se isso ocorrer, todos perdem.


PERDA

A maior derrota da Frente Popular é se observar maior do que é. Estão em chão conservador, de maioria contra e, pior, querem impor a cabeça de chapa. O PT é um partido organizado e com militância firme. Se forem inteligentes, vão de vice.



CARÁTER

O prefeito de Tubarão é um grande quadro dentro do Progressistas e não precisa provar nada de sua altura pública. A amizade criada com Carlos Moisés, deste modo, é natural. Ambos são da mesma cidade. E cordiais. Joares Ponticelli é um exemplo de educação.




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