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Colombo ruiu; PSD é Gean; Topazio é reconhecido; A viagem dos prefeitos; Senadores 2022; Doria mudou o Brasil; Gean Loureiro se justifica

Por: Marcos Schettini
27/04/2022 08:40 - Atualizado em 27/04/2022 09:01
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Divulgação

A justificativa em Gean Loureiro

Quando uma porta se fecha, duas se abrem. A frase é aquele chavão patético em que afirma a derrota de um lado e a possibilidade de outras. Na política, quem não mata, morre. Não existe vacância e tudo, exatamente tudo, está ligado a uma causa. E o ex-prefeito de Florianópolis observa isso com a evidência de sua ida para o sufrágio. Ele vai oscilando os espaços que podem somar a seu favor e, em uma conversa ali, outra lá, vê seu momento sendo construído. Topazio Neto, o sucessor, não é um amigo na gratidão apenas, mas lidera um chamamento para edificar as rotas que passa por outubro de 22 e 24. Com Orvino de Ávila, o prefeito fã do bom diálogo, ao lado de João Rodrigues, o bazuca, vai edificar os entendimentos. O marido da Cintia precisa viabilizar seu nome nas regiões Norte, domínio de Jorginho Mello, no Sul de Carlos Moisés e no Oeste de Eron Giordani. Se trouxer os nomes certos, pode provocar o 2º turno. Aí, neste caso, é outra eleição. Mas tem que passar pelo PT do gente boa Décio Lima, pela simpatia maravilhosa de Dário Berger, pela limpeza moral do marido da Késia e pelo MDB que está procurando a bússola. Eleição é isso para bem pior. Mas pode dar certo.


MORTO

O PSD teve sua cereja do bolo ontem quando assassinaram a liderança de Raimundo Colombo, que ignorou sua existência dentro do partido. O ex-governador foi humilhado ao darem às costas. Isso quer dizer que o gesto a João Rodrigues foi, em tese, uma fantasia do lageano.


ENTÃO

Os maiores contribuintes do tropeço de Raimundo Colombo na tecelagem de outubro, foi seu passado. Ele, agora, sem ter onde bater, foi ignorado pelos deputados e, se não quiser morrer dentro do jogo, tem que falar a Gean Loureiro que ele é seu candidato a governador.


PARABÉNS

Personagens como Lauro Pruner, Nelson Serpa e o oficial que acompanhavam o ex-governador em suas andanças Estado afora, foram os agricultores que semearam indiferença que, agora, Raimundo Colombo colhe aos balaios.


HISTÓRIA

Entre muitas, tem aquela da fidelidade de Wilson Trevisan, prefeito de SMO que, do bolso, custeou as investidas de Raimundo Colombo no Extremo-Oeste. Quando comandou o Centro Administrativo, era atendido por Lauro Pruner depois de horas e dias de insistência.



CALADO

Antônio Ceron não deu um pio em defesa de Raimundo Colombo. Foi o prefeito que recebeu mais recursos para Lages que quando tinha o amigo como governador. E, pior, não acompanhou-o nas investidas Estado afora. Isso, por si, já quer dizer muito de sua derrota na bancada.


GEOGRAFIA

Gean Loureiro tem seu anjo da guarda na publicidade e precisa compor um nome capaz de agregar dentro do jogo de expansão. Isso quer dizer que vai ter que escutar a bancada do PSD e os prefeitos. Para edificar a chapa, vai ter que olhar para o Oeste.


VOZES

Agora vai começar a explodir os apoios do PSD ao nome de Gean Loureiro. Topazio Neto será o anfitrião, logo mais à frente, para o chamamento do projeto. Toma os cuidados para não misturar prefeitura e campanha eleitoral. É elegância com suor e resultados.


DESENHO

A liderança de Topazio Neto está no contexto geral do PSD. A visita de João Rodrigues e Eron Giordani ao prefeito de Florianópolis, diz muito em recado a Gean Loureiro. O marido de Beatriz Silveira, a discreta primeira-dama da Capital, teve uma sinalização dos novos tempos da costura de outubro.



FILA

Os três senadores, todos com os nomes disponíveis para o grito de outubro, receberam prefeitos, vices e vereadores que estão em Brasília naquela Marcha da Perda de Tempo. Mais lazer que necessariamente um pirex de porta em porta, discutiram-se mais política que emendas.


ELES

Esperidião Amin, Dário Berger e Jorginho Mello conhecem a rota do garimpo ministérios adentro. Os deputados sabem muito, mas são os senadores quem são recebidos pelas autarquias com mais velocidade. Até pelos números. São 81 senadores e 513 deputados.


INUNDADA

Brasília está com toda a rede hoteleira cheia. O Brasil voltando à normalidade com a queda diária de contaminação e mortes por Covid. Ninguém virou jacaré, mas morreram muitos nas piadas de Jair Bolsonaro e se João Doria não tivesse dado a 1ª vacina, já seria 1,5 milhão de túmulos.


COVEIRO

Jair Bolsonaro é um presidente fake nascido na produção disso. Seu governo é uma vergonha, destruiu a imagem do país e faz de SC seu berço de piadinhas. Não deu nada ao Estado e, ao contrário, tirou recursos. O eleitor deve, aos poucos, tomar ciência e enterrá-lo em outubro.


ESQUEÇA

Os empresários imaginam que o eleitor vai mesmo seguir sua orientação para votar. O Bastião e a Chiquinha compram gás, venderam o carro popular e viram sua vida despencar em cidadania. Quem vai às urnas em outubro não é o cidadão, mas a barriga. É ela quem irá apertar as teclas.


ESPERANÇA

O eleitor tem em João Doria a única esperança para chutar os extremos e encontrar abrigo na pacificação do país. O ex-governador de SP é odiado por bolsonaristas e petistas. Se eles não gostam, então é porque tem qualidade para dirigir o país. A polarização é uma bomba.




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