O aborto coletivo do PL
Caroline de Toni, a freira do Cazaquistão, engomadinha e com aquele rostinho angelicalmente perverso, sabe. O futuro dela no Senado passa por assumir seu apego ao aborto do psicopata carioca. É preferível tirar este feto feito em um estupro fluminense, à morte da mãe. A criança é diabólica. Se mantida no ventre liberal, infectada de todos os horrores de fake news, terraplanismo, cloroquinialismo, milicianismo, rachadinismo e psicopatia cerebral, tira a vida da dona da barriga de aluguel ou do pai ibicareense. Doença altamente hemorrágica é a pior da espécie, com sangramento partidário já provado, náuseas republicanas, vômitos olavo-carvalhista, fadiga coletiva, perda do apetite político, queda brusca de musculaturas partidárias e, insistente, morte. Embora a parlamentar não acredite em Ciências pela falta de cognição, como ficou demonstrado pelo professor José Geraldo em uma CPI do MST, em Brasília. Este violento modus operandi do abusador sobre as vítimas catarinenses afirma que esta violência é de tal força de defloração, a ponto de destruição do ventre do Partido Liberal e das trompas. Esta última, soando um barulho infernal em Lá M , ensurdece o estado em uma desafinação de principiante de violonista. Não tem como ter este Filho da Outra nestas condições. Ou a mãe tira, expulsa e dá descarga, ou este corpo estranho extermina-a ao último sopro e morre no parto 2026.
VISÃO
Na observação dos grupos de esquerda, a divisão da direita com enfrentamentos entre quadros, pode favorecer a chegada de Décio Lima ou Paulo Bauer ao Senado para garantir espaço.

ESPAÇO
O enfrentamento entre Little Jorge e Caboclo de Nonoai construindo individualmente seus projetos para 2026, dividindo-se inclusive na busca ao Senado, garantiria a cadeira. É o efeito Carlos Bolsonaro.
PRAGA
O nome de Carlos Bolsonaro ao Senado, um bicho de pé na insatisfação de Little Jorge, gera uma coceira terrível. Sem poder falar nada, vê esta peste bubônica contaminar uma coligação bem conduzida.
OTORRINO
Calado e sem contestar, Little Jorge assiste ao funeral de Caroline de Toni ao Senado e pede a Marcelo Mendes um pedaço de pão para engolir e tirar esta espinha carioca atravessada na garganta.
REJEIÇÃO
Carlos Bolsonaro é aquele balde cheio de chorume que o pai inelegível mandou entregar na Casa d’Agronômica. Se Little Jorge chutar, espalha o odor SC afora. Quem sai melhor é o Caboclo de Nonoai.
CISCO
O psicopata carioca é aquela pedrinha que entrou no olho direito de Little Jorge. Sem colírio eficiente, se converteu em uma tremenda conjuntivite eleitoral que, agora, dá visão aos adversários.

VIAS
Se acido épsilon-aminocapróico é um remédio de tratamento para evitar hemorragias, inclusive menstrual, Carlos Bolsonaro é a doença. Este parasita é introduzido nas vias eleitorais e mata.
HEMORRAGIA
Ao entrar no corpo eleitoral, Carlos Bolsonaro contamina e cria fuga de sangue por todos os orifícios do PL. Se permanecer, é UTI de Little Jorge. O enfermo piora e fraco, morre.
DESFIBRILADOR
União Brasil e Republicanos, em alta voltagem, é jogado no peito de Little Jorge, quase desacordado, respirando fraco, leva um choque profundo. Se depender do tempo, pode até morrer de carlosbolsonarite aguda do miocárdio.

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