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Maioria do MDB quer PL; Ivete da Silveira assume posição; Cobalchini segue-se; Ismael e Geovânia em harmonia; Rogério Peninha Mendonça volta; Caroline de Toni escandalosa

Por: Marcos Schettini
28/04/2026 10:37 - Atualizado em 28/04/2026 11:21
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Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Caroline De Toni e erro em todas as direções

Ao desrespeitar Esperidião Amin e falando suas memoráveis bobagens, a melhor nesta categoria, a deputada federal é aquela pessoa inútil dentro do Congresso Nacional. Poderia, nestes dois mandatos, um comandando a poderosa Comissão de Constituição e Justiça, ter mostrado capacidade política, arrojo nos relacionamentos com colegas, impetuosidade. Praticamente, viveu os gloriosos 96 meses de mandato, evasivos, de não criar uma única Lei que beneficiasse os cidadãos. Apresentou-se como uma mulher fora das grandes bandeiras femininas e completamente apática a tudo. Viu um presidente da República andar várias vezes de moto e jet sky em um Estado completamente agrário e sofrer um tarifaço que prejudicou a Economia estadual sem condenar a atitude que Eduardo Bolsonaro, irmão do miliciano carioca, ao se mostrar feliz com os prejuízos produtivos desta terra. Calou-se, escondeu-se, ignorou tudo, todos e mostrou sua plena e patética inutilidade. Sem cognição, com categoria acadêmica, viu-se reconhecida nesta falta intelectual quando o professor da UnB presenteou-a com este título. Arrastada para o mesmo abismo onde Carlos Bolsonaro vive, perde votos e respeito. O PDL, Projeto de Decreto Legislativo que fala das duas regiões indígenas, Morro dos Cavalos e Abelardo Luz, em anexo, está há um ano na Câmara sem que a bancada do PL exija ser pautado. É o maior partido e, justamente por ser uma parlamentar membro, não tem capacidade de mobilização para buscar soluções. O marido da Angela Amin, em dezembro de 2024, conseguiu aprovar no Senado o que a Câmara, em anexo, ignora. Não tem capacidade de ser deputada em Brasília, quer ir ao Senado Federal para exercer o que, campeã em absolutamente nada, já é insuperável na Casa. O cidadão catarinense tem obrigação política de retirar sua presença da Capital dos Brasileiros. Se ela não merece, muito menos o miliciano carioca. SC pode, doente desde a fatídica eleição de 2018, se curar e eleger quem tem valores de cidadania, conhecimento estadual, competência e responsabilidade democrática.


FORTE

A manifestação dos prefeitos ulyssistas reunidos em Florianópolis para declarar apoio total a Little Jorge, diz tudo. Mesmo chutado da condição de vice, com repasses garantidos até julho, fala mais.


POIS

Se Carlinhos Chiodini não estava presente ontem, no passado nome de composição com Little Jorge, hoje desenha na dupla ao lado de Caboclo de Nonoai. Difícil, a divisão não é somente na sigla, é forte nas bancadas de maioria pró-PL.



PESO

A presença de deputados federais e estaduais, senadora, 53 prefeitos e balaio de vices, se diz muito dos repasses que o governo oferece, fala também do consagrado racha. Que mostra a balança.


FATO

Caboclo de Nonoai não tem recursos para oferecer ao MDB e segurar a evasão. Neste primeiro ringue, a luva de box de Little Jorge tem força de impacto e, onde bater, machuca.


TAMBÉM

Mantendo-se no 2º ringue, com Caboclo de Nonoai igualado em tempo, Little Jorge tem como triplicar o peso. Isto se Diabo Loiro, comendo pipoca e rejeitado, subir no nocaute do 1º. Aí, é outro naipe.



IDENTIDADE

Gilberto Seleme, atual presidente da Fiesc, é da região do deputado federal Valdir Cobalchini que, claro, segue Mário César Aguiar, antecessor na instituição. Nesta lógica, subentende-se.


PRÓ

Mário Cesar Aguiar, empresário de Joinville, é bairrista e, por isso, orienta-se neste interesse, até pela posição de Adrianinho da Catarinense na chapa do PL. Seu sucessor na Fiesc, por osmose.



ÁREA

Geovânia de Sá e Ismael dos Santos são de igrejas diferentes, mas com direcionamentos semelhantes de atuação. Cada um em sua ida política, os dois deputados federais são necessários para a Democracia.


ELES

Rogério Peninha Mendonça e Rafael Pezenti jogam juntos. Se o 2º tem gratidão pelo 1º, sintonia total e longe de Caboclo de Nonoai e Little Jorge, fazem suas campanhas e só.


RETORNO

Após oito anos fora do debate, Rogério Peninha Mendonça tem tudo para voltar à época da Alesc. O ex-deputado está desenhando-se para a Tribuna da Alesc. Bem humorado, faz falta.



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