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PSD de SC confirma MDB; Carlinhos Chiodini na chapa; Ulyssistas divididos; Joinville prefere o que busca; Vaticano não diz nada

Por: Marcos Schettini
04/05/2026 10:56 - Atualizado em 04/05/2026 11:10
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Vaticano tropeça e não explica nada

A nota oficial de esclarecimento da rede Vaticano, por meio da competente jornalista Kêyla Xavier, diz que “o endereço localizado no Itacorubi, em Florianópolis, não se trata de uma funerária, mas de um escritório de atendimento para serviços como plano de assistência funeral, cremação e disponibilização de jazigos. No local, não são realizados serviços funerários, nem comercialização de urnas, preparação de corpos ou qualquer atividade caracterizada pela legislação municipal como serviço funerário. A legislação de Florianópolis garante às famílias a livre escolha da empresa responsável pelo funeral. A localização do escritório não representa privilégio ou irregularidade legal, tanto que, no mesmo edifício, há outras empresas oferecendo serviços semelhantes. Com mais de 90 anos de atuação no setor, sendo 20 em Santa Catarina, a Vaticano reforça seu compromisso com a ética, a transparência e o atendimento humanizado”. Após os comentários negativos da atuação, diga-se, super facilitada na presença do próprio escritório ao lado da Central de Óbitos, reafirmada por esta coluna, a Rede Vaticano busca esclarecer o impossível. O endereço localizado no Itacorubi não se trata de uma funerária, mas de um escritório de atendimento para planos funerários, cremação e jazigos. A empresa afirma que no local não são realizados serviços funerários propriamente ditos. O esclarecimento, porém, não responde à questão central levantada. A legislação municipal de Florianópolis proíbe a instalação de funerárias e seus anexos nas proximidades da Central de Óbitos, e a discussão nunca foi sobre a qualidade ou legalidade dos serviços prestados pela empresa, reconhecida por décadas de atuação no setor. O que chama atenção é o tratamento desigual. Enquanto algumas empresas do ramo operam livremente naquela localização, outras são impedidas. Por que para uma ou duas deste ramo tem as facilidades que o MPSC precisa, urgentemente, investigar e as demais não têm o mesmo acesso? Um absurdo que a empresa se beneficia pelos múltiplos benefícios e, fato real, nas dores de quem, nestas condições de perdas, não percebe a indução recebida e sujeitada ao aceitar o que não tem condições de questionar. Com a palavra, o Ministério Público de Santa Catarina.


INDO

Caboclo de Nonoai esteve em SP em um encontro com Gilberto Kassab e levou Carlinhos Chiodini para que o presidente nacional do PSD abençoasse a futura chapa. Aos poucos, vai.



CERTÍSSIMO

Little Jorge deixou o PSD sangrando quando piscou para Adriano Silva abandonar a sigla e abraçar sua reeleição. Agindo como profissional, os dois se uniram no que Caboclo de Nonoai não conseguiu.


EXATAMENTE

Ao sair do projeto do PSD em direção à reeleição de Little Jorge, Adrianinho da Catarinense fez o jogo político, inclusive. Até porque, a chamada de Little Jorge é melhor do que a de Caboclo de Nonoai nas facilidades.


FATO

O MDB olhava para Little Jorge que, por um tempo, retribuía. Não à toa, foi no mega show ulyssista em BC. Masseu coração é a reeleição com Joinville na equação. Não foi rejeição, apenas votos.


VOTOS

Não é desprezo pelo MDB, mas número. À medida que tira Joinville desta soma, subtrai. Adrianinho da Catarinense tem números de avaliação e duas vitórias eleitorais massacrantes.


POBREZA

Sem poder oferecer o que o coração de Adrianinho da Catarinense buscava, o PSD deu o que possuía. Um mandato grandioso de Caboclo de Nonoai e um projeto de guerra eleitoral.


UM

Se Little Jorge entrega maiores possibilidades, Joinville fica mais perto de chegar ao Poder, a máquina tem mais força e Adrianinho da Catarinense fica dentro do que já está, então é o local.


OUTRO

Longe de poder oferecer o mesmo, Caboclo de Nonoai abriu a caixinha da bailarina que não convenceu Joinville. Aquela princesa gosta de joias à mão, não possibilidades. Quando viu, foi trocado.


ELE

Carlinhos Chiodini é um grande quadro. Se apostou tudo para ir com Little Jorge de vice, foi trocado pela joia da Princesa, a mesma que o PSD de Caboclo de Nonoai buscava e, também, dispensado.


DECISÃO

Little Jorge não desprezou Carlinhos Chiodini ou o MDB. Olhou números que dizem mais que teorias. Em política, matemática diz tudo. O PSD olhava para Joinville na mesma equação.


EQUAÇÃO

Se dois mais dois são cinco, perguntou-se, por que não pode ser seis? Little Jorge fez o que o Poder destina. Se não joga a favor de si, então é pelo adversário. Tirou Adrianinho da Catarinense do PSD.



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