A ogiva de Flávio Bolsonaro no colo do PSD
Ao excluir Caboclo de Nonoai do seu campo de atuação, Flávio Bolsonaro age a pedido. Tira o ex-prefeito de Chapecó da célula da direita, isolando-o no discurso perdido de direita-raiz, que não funciona. O eleitor não sabe identificar quem é naturista, diferenciando-o do oportunista, apenas entra no rebanho. A regra é votar em quem tem poder de arrebanhar e só. Por isso, a campanha de Ronaldo Caiado é morta. Ele vai comparecer nos próximos dias em Santa Catarina e vai empolgar somente quem é deste meio, sem estender sua força política já identificada no ônibus da PL. Ninguém é tão direita radical como o latifundiário goiano. Sempre combateu a esquerda e Lula da Silva e, mesmo assim, no máximo, apenas ser quadro daquele estado como senador, governador, deputado federal e só. É um perdedor nacional como Paulo Maluf, outro grande nome da direita que nunca chegou. Esperidião Amin, nome forte do direitismo nacional, tropeçou na disputa à Presidência. Por assim, afirmar que é de raiz, que sempre combateu o PT, nunca apresentou resultado positivo e foram todos derrotados. E há tudo para serem novamente em 2026. Lula da Silva é um expoente internacional, odiado apenas pela acefalia nacional. Tem tudo para vencer a eleição do Brasil, e vai. Little Jorge não evitou o presidente do Brasil, apenas se distanciou. Quer a reeleição e tem um nome de Bolsonaro ao seu lado. Assim como Diabo Loiro tem sua força no plano político em SC e vai buscar o 2º turno, ao lado das esquerdas. Caboclo de Nonoai não tem ninguém, a não ser a si mesmo. Foi retirado do alinhamento com a direita porque é assim que a política funciona. Até tem um palanque presidencial do seu partido no estado, mas é um candidato patético, que, falando bobagens, como em 2018 e 2022, afirmando que o Brasil vai virar uma Venezuela. Portanto, Caiado é um quadro patético, que arrasta a fraca liderança e arrasta junta à sua própria fragilidade política o chapecoense. E, por isso, corre risco de ficar fora do 2º turno com possibilidade real. Depois da fala do pré-candidato presidencial do PL ao destruir sua identificação ideológica, Caboclo de Nonoai fica isolado, sem corrimão até Outubro. Atendendo ao pedido do atual inquilino da Casa d’Agronômica, Flávio amarrou Ronaldo Caiado como pedra bruta na perna esquerda do torcedor n° 1 da Chapecoense. E vai ficar assim até o final do processo. Não recupera.
IMPOSSÍVEL
O instinto de Caboclo de Nonoai fala muito mais rápido que o racional. Se escreve e apaga no imediato arrependimento, é motivado a gravar os mesmos pequenos argumentos e, ao fazer, piora.
CONTROLE
Não há motivos para brigar com jornalistas e, pior, atacar a família. Caboclo de Nonoai precisa olhar a campanha, nas brechas que são visíveis e jogar o debate nestas aberturas. Menos miudezas.
DESCONTROLE
Quando desce no piso mais inferior, Caboclo de Nonoai assemelha-se. A campanha para morar na Casa d’Agronômica é algo profissional, alto. As falas que têm feito são para disputas em Marema.
ANTÍDOTO
Ideal para esta pré-campanha é esparadrapo de tolices. Usando-o, dá resultados excelentes. Se já tem contra si a excelente máquina estatal de triturar adversários e outro pré do Oeste como divisor de votos, basta.
AMADORISMO
É aquele coletivo de tagarelas que percebem-se marqueteiros, arrancados da realidade, a incitar miudezas pseudograndes dentro da caixinha de nós. Little Jorge nem começou a massacrar. Mas vai.

PESQUISAS
O que vai dizer do estrago da exclusão de seu perfil de direita, justamente por Flávio Bolsonaro na coletiva do PL, serão os números mostrados adiante. Se cair, não recupera. Mantendo, ganha fôlego.
ESTACIONADO
A entrada do MDB na chapa de Caboclo de Nonoai, não alterou os números pró e oscila em míseros. Carlinhos Chiodini é um líder com capacidade de mobilização. Na mexida pró-Little Jorge em BC, provou. Era mais fácil.
DIVIDIDOS
Com ulyssistas nadando no Governo Estadual e outros no Saara, o MDB ri de um lado e, do outro, esconde as lágrimas. Não só estes, também o Progressistas de Esperidião Amin que toma leite agachado e olhando as rajadas.
MIRABOLANTE
Leodegar Tiskoski assume como secretário da Indústria e Comércio, enquanto Esperidião Amin faz 11 no encontro do 55 e impulsionando Gean Loureiro a deputado estadual. Rajadas de leite, não doce, engolindo.
EDIFICANDO
Julio Garcia amplia sua ida a federal de olho em Brasília. Recebe homenagens de todos os lugares, títulos de Cidadão Honorário e nas articulações de Carlos Eduardo Mamute e equipe afinadíssima.

ADESÃO
O vereador Mama, União Brasil de Florianópolis, abraça Julio Garcia a federal e Pepe Collaço a estadual. Da base de Gean Loureiro, rebelou-se. A soma de esforços pró-presidente da Alesc, diz.

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