Julio Garcia e Raimundo Colombo são necessários
A disputa eleitoral de Julio Garcia e Raimundo Colombo a deputado federal mostra muito da busca de representatividade política que SC tem perdido. O retorno do ex-governador, retirado do Senado pelo eleitor lesado, tem tudo para marcar presença novamente em Brasília. Foi um governador decente, com caráter e passou tranquilo pelos oito anos de mandato. Do mesmo modo, Julio Garcia representa o que há de mais valente no jogo político. Inteligente, despachado em boas conversas, um líder nato. Poderia ter sido nome para compor com o PL, olhar adiante do jogo e ser um futuro governador em 2030. Preferiu o respeito à brilhante história que carrega e, por isso, deixar seu partido à vontade para construir o projeto ao qual se propõe com Caboclo de Nonoai. A dupla Raimundo Colombo e Julio Garcia em Brasília é um resgate ao respeito, à eloquência, à dinâmica e ao solo firme nos debates de interesse de SC. A varredura feita em 2018, jogando todos para fora do tablado eleitoral, desmanchou o estado Barriga-Verde. A péssima qualidade de quadros, dispostos ao jogo em Outubro, diz muito da pobreza à qual SC se sujeitou. O mundo político precisa ser resgatado e, ao menos, dar passos na recuperação da ousadia e inteligência, destreza e valentia, valorização do voto, compromisso com os catarinenses e o futuro. Nas eleições em busca do Congresso Nacional, há bons nomes que atuam, que merecem retorno, com a possibilidade de entrada de outros, mas jamais cometer o erro de se jogar no abismo. Zé Trovão, o maior erro que Joinville cometeu, é um exemplo. Chega de tropeçar.
ZERO
A foto de Flávio Bolsonaro com Donald Trump naquele Barraco Branco em Washington, não diz nada. Se ameniza, não resolve a imagem da família mais corrupta da Nação. E não afeta Little Jorge.
TRANQUILO
Quem tem que explicar a roubalheira da família Bolsonaro ao longo da própria existência, são os Bolsonaros. Little Jorge navega no embalo político do PL Nacional. Se não troca o candidato, vai.
SONHO
Tudo que Caboclo de Nonoai deseja, agora, é um tropeço de Flávio Bolsonaro, sejam nas rachadinhas, no irmão Daniel Vorcaro ou uma investida da PF no candidato do PL e abalar Little Jorge.

TROPEÇADO
Ronaldo Caiado é um fracasso em tudo. Seja nas ideias patéticas que defende, na postura de direita lulista ou na fraca atuação política, não avança diante do eleitor. Nunca será presidente do Brasil.
OSMOSE
Ronaldo Caiado não avança nos números e impede Caboclo de Nonoai de crescer nas pesquisas. A luta eleitoral de 2026 será entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. O resto é exatamente isso.
IDEIAS
As ideias de Flávio Bolsonaro de entregar o Brasil para os EUA, criando base militar e explorando as riquezas da Nação brasileira, são o que encanta o eleitor sem cérebro. Ronaldo Caiado é covardia e só.
DOENÇA
A família Bolsonaro é o produto da lesão cerebral do eleitor. Mesmo que Flávio Bolsonaro anuncie que vai estuprar a Virgem Maria no feriadão de Corpus Christi, dobra a votação. Ronaldo Caiado é a sobra.
INFLUÊNCIA
Se Caboclo de Nonoai estiver esperando um tropeço formidável de Flávio Bolsonaro para crescer na pesquisa, esqueça. Não atinge Little Jorge. O pai de Filipe Mello já pegou o cacoete dos bolsonaristas.
REAFIRMAÇÃO
Caboclo de Nonoai não vai para o 2º turno pelas obras que fez em Chapecó ou experiência administrativa que usa como bandeira para impressionar o eleitor. Fica fora pela lógica ideológica.
FORA
Justamente por saber que a disputa eleitoral vai ficar entre PT e PL, que Caboclo de Nonoai vai apostar em seu projeto familiar de eleger Fabiane Rodrigues para deputada estadual.
FATO
Caboclo de Nonoai precisa ter a garantia de um mandato na própria família. A aposta na esposa para ser deputada estadual, tem lógica. Quando assume a ideia, é porque começa a entender o jogo de que não irá para o 2º turno.
FÚRIA
As consequências de apostar na esposa para deputada estadual geram um descontentamento perigoso para Caboclo de Nonoai. Quem disputa, seja mulher, homem ou a mistura dos dois, sabe que ela chega.

FORA
Zé Caramori foi uma espécie de prefeito estepe. Secundário, sempre soube que não poderia ter iniciativas próprias no comando de Chapecó. Para ser um líder, teria que romper com o tutelante.

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