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Transparência Criciúma

Chapecó é Brasil; A demagogia e a fraude; Carmen Zanotto asfixiada; Ricardo Roesler cândido; Jornalistas de todo mundo, uni-vos

Por: Marcos Schettini
07/04/2021 11:08
Divulgação

Jornalistas de todo mundo, uni-vos!

Há uma certeza que, sabe-se, não tomba. Ela, cândida como a alva, veste-se de si. A Verdade impressa no jornalismo, não se mancha. Os zumbis, ávidos por carne inocente, se ocupam das ruas, mas nem por muitas vezes vestidas de cores ilusionistas, afugenta a ética, transparência, a coragem. Quem ataca o jornalista, imagina-se forte, dominador, excludente. Mas é um troglodita protegido pelo brucutu que marca sua existência patética. Sem argumento, apenas intitula rótulos que estão fixados em sua testa. O jornalista é um ser leve, sublime, roteirista e diretor da história da humanidade. Não tem fronteira humana, todos os lugares são sua pátria. Seu fuzil é um lápis e um pedaço de papel qualquer. Sua redação é uma pedra no alto de uma montanha ou o galho onde pousa o abutre observador da guerra. Não tem armas, mas domina. Nem granadas, mas explode. Porta-aviões, mas voa. Não está presente, mas sabe. O jornalista escreveu nas paredes rupestres e, em seu tempo, os Evangelhos. É!



Os olhos de hoje estão voltados a Chapecó. A variante melhor da presença de quem nega, é ver a demagogia imperando. Terá de tudo, inclusive. Ver Carmen Zanotto engolir cloroquina e Caroline De Toni, a boneca de Mônaco, parabenizar João Rodrigues.


BACANA

Variante do vírus é tão nocivo quanto da personalidade. O que marca uma demagogia de excelência, é ver algodão doce com fel. Os intolerantes se abraçando e se cumprimentando em uma cena digna de registro de Henri Cartier-Bresson. O melhor na pior cena.


DEMAGOGIA

Caroline De Toni chega hoje empetecada de pó de arroz e vestido abaixo dos meniscos. Não quer ser lembrada chamando João Rodrigues de tudo o que o prefeito nega. Abraçando-se, trocam perfume indesejados é fica por isso diante de 4.211 soldados tombados ontem.


ELA

Garganta Profunda vai lá fazer absolutamente nada. Apenas personagem de presépio, será figurativa em tudo. Com ela, Carmen Zanotto dentro de um labirinto político. A deputada federal vai aplaudir a farsa daquele patético cenário enganoso. O problema é a volta.


VOLTA

Não tem sentido uma enfermeira com conhecimentos científicos, deputada federal com fartura de seriedade, não aplicar os métodos que ela mesma aplaudiu em Chapecó. Se reconhece o efeito João Rodrigues de sucesso, deve aplicar, como diz LHS, por toda SC.


SHOW

Imagina-se os hospitais do Oeste, Sul, Norte e da Grande Florianópolis aplicando o kit. Todos tomando cloroquina, hidroxicloroquina, patavina, loucurina. Carmen Zanotto defendendo aquela grandeza que chamou iguais a irem a Chapecó.


TERROR

Alfred Hitchcock até pediu ao Criador, via Pedro, se poderia reencarnar para filmar o roteiro de horror em Chapecó. Mas disseram a ele que filmagens assim não é para amadores. Com 200 pessoas em aglomeração e ficção de salvamento, só registros dos protagonistas.


PARABÉNS

Carlos Moisés é um rapaz abençoado. Imagina ele, governador, ter que ir a Chapecó acompanhado do secretário André Motta, participar de um evento fictício. Não fosse Laércio Schuster, o traidor patético, o marido de Késia iria passar esta vergonha. Este afastamento fraudulento valendo-se na vergonha.


ENTÃO

Carmen Zanotto, desperdiçada pela Organização Mundial da Saúde, lembra a cena do assassinado de Júlio César. Ela que cultivou a ciência, defendeu a racionalidade e, do nada, é vista com um punhal ao lado de outros matando o bom senso. A deputada federal, alta, comungando no raso. Até tu, Brutus?


CÉU

Quando se está ruim, é possível piorar. O Tribunal de Justiça entrou em um joguete dos famigerados políticos de olho em 2022. O Poder Judiciário é uma instância santa. Sabe que sua Altura não pode deixar interesses diabólicos se arrastarem escondidos para se pendurarem na toga.


ELE

Ricardo Roesler é exatidão. Não é um substrato de mãos invisíveis que querem arrancar a venda de Têmis na dominação política de um Poder cuja justiça manifesta-se na inocência demonstrada. A usura e fome de poder expressa depois do dia 26 de março, explica-se no modus operandi.



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