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Deputado Saretta chama atenção sobre queda de mamografias em SC

Por: LÊ NOTÍCIAS
06/10/2021 10:23 - Atualizado em 06/10/2021 10:24
Rodolfo Espínola/Agência AL Deputado salientou que número de exames diminuiu 40% em relação a 2020 Deputado salientou que número de exames diminuiu 40% em relação a 2020

O deputado Neodi Saretta falou nesta terça-feira (05) da importância do Outubro Rosa, mês que faz um alerta sobre a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, e também relatou a preocupação em relação ao baixo índice de exames de mamografia realizados no ano passado.

Conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde, o número de exames diminui cerca 40%. Esses fatores, de acordo com Instituto Nacional do Câncer (Inca) se devem ao fato de estarmos na pandemia. “Faço um apelo às mulheres para que realizem os exames, e ao Estado, que crie parcerias com prestadores de serviços para agilizar esses exames represados. Precisamos zerar a fila de exames e dar chances às mulheres ao diagnóstico precoce, ao tratamento, e a cura da doença”, alerta o deputado.

O câncer de mama, quando diagnosticado precocemente, tem mais chances de cura. No entanto, no ano passado, em Santa Catarina, 660 mulheres morreram vítimas da doença. Neste ano, de acordo com dados registrados no Sistema de Informação de Mortalidade, e divulgados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica, até o dia 24 de setembro, 429 mulheres morreram vítimas do câncer de mama, aqui no estado.

A grande Florianópolis, seguida pelas regiões nordeste e médio Vale do Itajaí, são as que apresentam os maiores índices de óbito de câncer de mama no estado. As faixas etárias com mais óbitos são entre 40 a 79 anos. “O que chama atenção é que entre o ano passado, até setembro deste ano, 71 mulheres entre 30 e 39 anos morreram vítimas da doença”.

Conforme o deputado, que também é presidente da Comissão de Saúde, mais rapidez para detectar a doença, é uma chance maior às mulheres, e voltou a cobrar mais ações e rapidez na realização dos exames. “Que possamos todos nós fazer ações, especialmente o poder publico: seja municipal, estadual ou federal, para possibilitarmos a ampliação e rapidez dos exames, e assim diagnosticar precocemente os casos, e evitar consequências maiores”, disse Saretta.


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