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Empresário e arquiteta são presos por fraude milionária em Chapecó

Por: LÊ NOTÍCIAS
08/04/2026 19:44 - Atualizado em 08/04/2026 20:49
Polícia Civil de Chapecó Na operação, foram apreendidos dinheiro em espécie, cartões de crédito e eletrônicos, enquanto os investigados optaram por permanecer em silêncio Na operação, foram apreendidos dinheiro em espécie, cartões de crédito e eletrônicos, enquanto os investigados optaram por permanecer em silêncio

Em uma ação coordenada pela Polícia Civil de Chapecó, por meio do Departamento de Investigação Criminal (DIC/DRR), um empresário e uma arquiteta foram presos preventivamente, na tarde desta quarta-feira (08).

A operação, que contou com o apoio da Delegacia de São Borja (RS), desarticulou um esquema de estelionato e lavagem de capitais que acumulou um prejuízo estimado em mais de R$ 14 milhões.

O casal iniciou as atividades em 2023, quando fundou uma empresa de engenharia e arquitetura em Chapecó, focada em residências de alto padrão com contratos que chegavam a R$ 2,4 milhões.

Segundo as investigações, os suspeitos captavam recursos de diversas obras simultaneamente e adquiriam materiais no comércio local para pagamento posterior, mas não entregavam sequer 15% dos projetos contratados.

No final de 2025, após abandonarem os empreendimentos, os investigados fugiram da cidade e abriram uma nova empresa com CNPJ distinto para dar continuidade à prática criminosa.

O paradeiro da dupla foi descoberto em São Borja, onde estavam construindo uma residência para benefício próprio.

Com base nas provas colhidas e nos depoimentos das vítimas, a Autoridade Policial representou pela prisão preventiva e por mandados de busca e apreensão, medidas que foram autorizadas pelo Judiciário após parecer favorável do Ministério Público.

Durante a prisão, os agentes apreenderam R$ 21.500,00 em espécie, dois celulares, uma CPU e 18 cartões de crédito.

Ao serem interrogados, os suspeitos optaram pelo direito ao silêncio e foram encaminhados ao sistema prisional gaúcho, onde permanecem à disposição da Justiça.

O inquérito policial, que apura a extensão dos danos e os crimes de lavagem de dinheiro, deve ser concluído em até dez dias.


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