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Vieses e consensos | Serrana e Rancho Queimado: dois grupos de amostragem que não provam nada

Por: Ralf Zimmer Junior
07/06/2021 10:49
Tamanho da fonte: A A
Divulgação

Não se trata de ser contra ou a favor de medicação ou vacinação ao combate da pandemia quando se analisa efeitos em pequenos grupos.

A razão é simples, pequenos grupos isolados não servem para representar com fidedignidade pesquisa alguma ao passo que pequenas variáveis, por vezes não detectadas nas pesquisas, causam grandes impactos proporcionais.

Portanto, nem Rancho Queimado tem população de amostragem segura para demonstrar eventual eficácia ou não do dito “tratamento precoce", como Serrana, em São Paulo, também não tem grupo populacional apto a assegurar a proporção efetiva de eficácia da vacina contra a Covid.

Para se apurar proporções cíveis de eficácia de qualquer medicamento ou tratamento é preciso tabular pesquisa com números expressivos em lugares que tenham variáveis que pequenas cidades com pequenas populações não possuem.

O ponto não é ideologia, tampouco química, é caso de desvio padrão e de impactos de concisas em pequenos números.

Portanto, nem Serrana, nem Rancho Queimado, servem de exemplo seguro para atestar eficácia de tratamento por vacina ou medicação contra a Covid.


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